Três sádicas e um fim de semana.


Assim que entrei de férias da faculdade planejei viajar e encontrar minhas amigas Lia e Vitória, mas para que tivéssemos férias dignas de rainhas convoquei alguns escravos para proporcionar isso em todos os sentidos.
      Nós precisávamos de um lugar tranquilo para descansar e com muita privacidade para dominar, resolvemos alugar uma chácara no interior de SP, região de Campinas.
Convoquei três de meus escravos com aptidão para afazeres domésticos e cozinha, que fossem masocas suficientes para aguentar tortura por uma semana de três sádicas.
Durante essa semana seria a data de meu aniversário, resolvi fazer uma reuniãozinha para poucos amigos, e os escravos cozinhariam e serviriam o jantar especial, um dos três escravos é podolatra e adora lamber calçados, botas em geral, improvisei um assessório em que ele seria o engraxate da festa, daria lustro nos sapatos de todos os convidados com a língua, preparei uma passeio por uma parte não cimentada da chácara para que os sapatos ficassem bem sujos com lama, ele limpou tudo, cuspia mas o barro era muito.
Quando chegamos na tal chácara Sra. Vitoria deu a cada um dos três um nome de mulher, ordenou que todos colocariam calcinha fio bem enterrada e salto alto e mandou que desfilassem e rimos muito com o mal jeito ao andar de salto: - Rastejem-se até nós vermes, pegue nossas bagagens e guardem nos lugares certos porque do contrário serão castigados severamente.
Chamou um deles para fora e mandou acender um cigarro. Jogou o maço vazio no chão e mandou ele catar com a boca. – Abra a boca e me sirva de cinzeiro. Ela cuspiu assim que ele abriu a boca.
Jogou cinzas no chão e pisou mandando-o limpar a sola do salto alto que usava.
A Senhora Lia mandou um dos escravos, o cozinheiro para a cozinha e outro que sobrou, mandou segui-la se arrastando e beijando o chão por onde ela pisava, dirigindo-se ao banheiro. Ele estava como a Sra. Vitória mandou, chegando lá a Sra. Lia ordenou que tirasse sua sandália e iniciasse massagens com a língua em seus pés e pernas. Mandou ele fechar a porta e somente os dois poderiam relatar o que aconteceu naquele banheiro, pois só relato o que vi.
Minha parte foi a mais deliciosa, fiquei com o cozinheiro e fiz o que eu mais sei fazer, enquanto ele preparava o jantar, sentava o chicote com força nas suas costas. Quando ele parava de cortar e mexer a comida eu obrigava ele deitar no chão para que eu pisasse em seu saco.
Finalmente chegou a hora de servimos o jantar. Os três escravos se posicionaram atrás das cadeiras, as Rainhas sentaram e eles serviram como garçons e serviram além de vinho, um delicioso manjar. Mandei que ficassem nus e calcinha para segurar o plug e cb, o cozinheiro usava um avental.
O post ficaria extremamente longo se descrevesse tudo que fizemos, mas foi cenas de pura humilhação com sadismo, demos tapas na cara, chutes em seus traseiros quando demoravam com o pedido, foi uma noite e tanto e depois de saciadas, Senhora Lia e eu mandamos deitar no chão para receber a nossa urina, nos aliviamos e rimos.
Preparamos uma noite diferente para cada dia da semana, além de manterem tudo em mais perfeita ordem, ao nos servir.

 Por Senhora do Castelo.

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