Dia do trabalho com Dom Erik

Depois de falar aos meus súditos sobre os encontros que tive com um Dom de Verdade, falar o que fizemos e lerem a minha postagem da nova dominadora, da versão e exigências para serem  meus escravos, Nicole fez uma proposta de retribuir esses dois encontros fazendo uma surpresa ao Dom Erik, voltando para Diadema em visita, mas agora, eu, a Suprema Dona de uma sissy sendo subjugada e degradada por mim sendo emprestada para o Dom deixando que ele usasse e abusasse da minha cadela como fosse do seu agrado.
Gostei da ideia, escolhi dentro da minha senzala um escravo de 1,80 metros com formação acadêmica, com experiência em viagem pelo mundo e facilidade com outras línguas. Esse não é efeminado como os demais sendo compatível com o gosto de Dom Erik, pois ele gosta mesmo é de destruir a masculinidade de escravos heteros com humilhações, degradações e provocações em relação a penetração anal, já que ele não transa com escravos, o negócio dele é degradação, lamber seus pés, sexo oral, usar como tapete, mesa de centro, suporte de papel higiênico e privada para chuva dourada.
Minhas atuais regras para quem deseja me servir são bem claras, não viajo mais dividindo despesas, a pessoa vem a mim ou me leva em grande estilo até ela, para manter uma relação à distância comigo é necessário pagar um valor mensal, nada de  conversa mole, isso é um estilo de vida, não tenho mais tempo para quem não se entregar como eu necessito e eu tenho minha vida pessoal inerente a vida BDSM, dessa forma, quero escravos que me ajudem em meus trabalhos acadêmicos, pesquisas, doações de livros, mas não descarto mimos, presentes e sem ser hipócrita eu preciso de dinheiro como qualquer um, mas isso tem que vir de dentro do submisso. Sou uma Rainha ou estou aqui brincado? Um escravo que não atender tais requisitos é totalmente descartável e somente utilizável quando derem o que me convém, pouco importa se vai ser dominado no auge do tesão, pois eu sou quem sou, superior e ativa, nunca escondi nada, nunca menti e agora menos ainda, sendo bem direta para os menos inteligentes, eu estou recrutando submissos úteis que me oferecem vantagens, sejam acadêmicas, viagens, presentes, serviços domésticos e certamente inversão.
Creio que pelo relato, verão que não estou de brincadeira.
O escravo escolhido que batizei de Nicolas aceitou todas as condições para passarmos três dias em Diadema no feriadão do dia do trabalho 1º de maio e ele veio com seu carro próprio, másculo e frio, com a condição de não ser penetrado e do mais, faça o que eu desejar inclusive emprestar para Dom Erik. Fomos para o Hotel Trade Hotel na R. São Pedro, 135 – Centro de Diadema - SP, com diária de 140 reais o dia com café da manhã e Wi-fi gratuito. Chegamos no sábado e partiríamos na segunda, o dia do trabalho.
Assim que chegamos, ordenei que ele ligasse para o Dom Erik em seu celular e que obedecesse cada ordem, inclusive a voz imponente e máscula do Dom excitou de certa forma, pois o escravo respondeu trêmulo. Depois de relaxarmos, Dom Erik avisou que nos esperava e fomos para o Motel “Summer” na Av. Piraporinha, 22 - Planalto, São Bernardo do Campo com todos os serviços gratuitos Wi-Fi, Café da manhã, Ar condicionado e Banheira quente. Suítes temáticas muito confortáveis e limpas, local tranquilo e discreto.
Nicolas conhecia Dom Erik pelo facebook e ao chegarmos no motel, Dom Erik exigiu que ele se vestisse como um serviçal, colocasse avental e tudo mais, novamente usou a tortura dos mamilos com a presilha. Mandou se ajoelhar e depois rastejar atrás de nós. Dirigimos ao sofá como ignorando totalmente o escravo. Sentamos como dois namorados, Nicolas posicionou-se de joelhos diante de Dom Erik e ajoelhou diante de nós. A nossa mercê. - Retire nossos calçados e beije nossos pés, massageie-os. Você não é nada para nós, vai servir como um reles serviçal. Abra a boca, vou cuspir e isso é o mais próximo que vai ficar da minha boca. Se sentir sede, vou gozar na sua boca. Nicolas nem se mexia, Dom Erik deu um baita tapa em seu rosto, depois com os pés desnudos começou a dar tapas com os pés e finalmente empurrou e cercou o calcanhar em suas bolas. Não satisfeito, subiu sobre o corpo de Nicolas, que estava deitado desajeitado da forma que caiu, sofreu muitas humilhações verbais, seguidas por chutes e finalmente pediu para que eu me levantasse e o apoiasse. Ainda como se Nicolas fosse seu tapete, Dom Erik começou a retirar sua calça e cueca e falava:
            Você tem consciência de qual patético você é? Ai deitado sob meus pés, você é bizarro, mas eu farei você se sentir muito menos do que já é, você será minha privada ou o objeto que eu desejar, humilharei ao máximo e isso me dará muito prazer, será uma massa de moldar nas minhas mãos...
Continuou falando tanto que nem lembro tantas humilhações para relatar aqui, ao mesmo tempo foi retirando seu caralho e mirando na boca, começou a urinar na sua cara dizendo:
- É isso que você gosta? Ser urinado por um macho na sua cara? Beba tudo, não permita que a urina chegue até nós. Senhora do Castelo, esse seu escravo é imprestável, imagino que queira pegar o chicote e o esfolar. Escravo, enquanto sua Dona pega o chicote para te punir, vá lavar essa cara de mijo, volte aqui de joelhos e limpe meu pau com sua língua e prepare-se que agora vai saber o que é sofrer.
Ficaria um post extremamente longo se eu detalhasse o que veio depois, mas ele tomou nossa urina, fizemos tiro ao alvo de cuspe na boca dele, ele foi mumificado, permanecendo de boca aberta e fizemos tiro com comida mastigada no almoço, mumificado ainda, se tornou um saco de pancadas, chutes e trample e isso foi só o começo, do mais vai ficar para sua imaginação. Finalmente ele fez o que sempre desejou... gostou tanto que pediu uma nova sessão, eu disse que ele precisa retribuir com alguns presentes porque recebeu prazer e essa experiência marcará sua vida para sempre. Da mesma forma que o escravo de Dom Erik, meu escravo deu 2000 reais como mimo e beijou as mãos de Dom Erik.
Bom, isso é minha nova vida, eu fiz questão de dar atenção aos atos de Dom Erik para com meu escravo, me eximi de colocar o que eu fiz, mas quem me conhece sabe que faltou a inversão, do mais, fizemos tudo que outros relatos já descreveram.

Por Senhora do Castelo

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