Dia do enforcado com Dom Erik.


Meu segundo e último encontro com Dom Erik foi em 21 de abril, feriado de Tiradentes e totalmente diferente, pois era um sub dele que é médico e não curte tanta violência, mas sim humilhações. Ele em um médico que mora e trabalha na cidade de São Bernardo do Campo, “Grande ABC” de São Paulo e o convite foi no sentido de passarmos um dia dominando o sub e toda recepção foi bancada pelo escravo.
Para mim foi reservado os três dias do feriadão no Astron Saint Moritz Apart Hotel no centro da cidade por 228 reais a diária com café da manhã incluso, passagens de ônibus até São Paulo translado por taxi entre rodoviária e o apart hotel tudo reservado e pago. Também foi depositado R$1500,00 em minha conta corrente.
Ao chegar no hotel tomei um banho e o café da manhã, e após relaxar e desfazer as malas, fui avisada que havia um homem a minha procura para me levar de carro. Desci e vi um simpático homem de uns 40 anos de idade, muito bem vestido e beijou minha mão e disse que o carro dele estava à minha espera, e que carro, um Audi A4 com todo conforto possível e ele me levou a um motel chamado de Kamis e escolheu um quarto de 168 reais completo com Wi-Fi, Café da manhã, Ar condicionado e Banheira quente. Descemos e lá estava o Dom Erik em seu laptop teclando com outros.
Fez a recepção básica, ofereceu bebida ou café, escolhi o segundo, ele mesmo serviu e mandou o seu escravo direto para o banheiro, fazer uma “chuca”, voltar nu com os objetos que ele combinou e nós dois sentamos no sofá para conversarmos sobre a viagem, banalidades e como eu havia sentido a última sessão e confessei que achei pesada ao extremo.
Seu escravo voltou com uma sacolinha e se ajoelhou a sua frente. Dom Erik retirou da sacolinha presilhas de mamilos ligados por uma correntinha e aplicou nos mamilos do escravo, depois colocou pesos para formar um pendulo, ordenou que retirasse nossos sapatos, cheirasse nossos pés, depois as meias e se posicionasse como objeto para descanso de pés e ficou humilhando o rapaz:
- Ele agora está a nossa disposição e desejos, os mais inéditos que vier a sua mente, desde felação, até chuvas, o que desejar. Lamba nossos pés, disse ele em voz enérgica.
Continuamos a conversa depois eu fui ao laptop pegar algumas mensagens e seu escravo ficou aos meus pés beijando e massageando enquanto eu digitava e frequentemente pisava onde eu podia nele, para deixá-lo sem graça mesmo
Dom Erik fazia pequenas torturas também, xingava-o um monte e humilhava dizendo: Seu veadinho, lá fora é o Doutor, aqui dentro é o cão que lambe meus pés. Abra a sua boca para engolir meu cuspe. Rasteje entre nós, seu verme e agora tire minha calça e cueca que quero almoçar com minha amiga.
Depois de humilhações verbais e físicas, Dom Erik pegou um gengibre em forma de Butt Plug e disse: - Agora vai se preparar para receber o que você gosta em seu rabo, por enquanto sofrerá para depois ter prazer. Falando com cinismo, colocou o gengibre todinho e o escravo urrou de dor.
Dom Erik disse para  eu dar um chute nas bolas dele e logo que acertei em cheio, ele engoliu o grito e Dom Erik falou: - Seu merda, que vergonha na frente da minha amiga, como ousas gritar como uma mulherzinha fresca? Vai pagar caro por isso, lembre-me que depois eu escolherei sua punição e para tanto, sirva a mesa e para não ouvir um pio, entre debaixo da mesa e engula meu pênis e fique chupando enquanto eu como.
Assim foi nosso almoço, ele pelado debaixo da mesa aos nossos pés, chupando o caralho de Dom Erik humilhado e sempre sendo chutado por nós, que ríamos e comentava o qual ridículo era esse médico, ao comando e submissão de um casal de dominadores sádicos e sem se excitar.
Depois de comermos a sobremesa, ele mandou seu escravo desfazer a mesa e deitar de bruços e disse: Senhora do Castelo, fique à vontade para colocar seu strapon e enrabar esse verme até a exaustão e se ele não te agradar, estarei com meu cinto pronto para dar um corretivo.
Depois Dom Erik e eu fomos levados pelo escravo para curtir um lugar à beira mar próximo a cidade chamado Riacho Grande onde seu escravo pagou todas as coisinhas que vi e queria comprar e fui tratada como uma rainha com um servo a todo momento. Passei mais dois dias em companhia de Dom Erik, sempre escravizando e humilhando seu escravo na minha frente. Não vi sentido falar mais detalhes, porque vimos que dominação a dois é muito complexa pois cada qual tem seus horários, moradia e distância difícil de marcar um encontro como foi esse. Seu escravo foi muito servil e dedicado, fez questão de me ofertar 2000 reais como um mimo e voltei para minha vida com muitas saudades desses encontros.

Por Senhora do Castelo.


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