Os que se curvam pelos meus pés.


Eu sou a Senhora do Castelo e não a Cinderela que bastou um príncipe colocar sapatos de cristal em seus pés, portanto, é bom você saber valorizar a sua possibilidade de olhar para as fotos dos meus pés e o feitiço que eles possuem.
Meus suculentos pés gostam de sandálias e botas e não de língua, mas para tê-los na sua boca, terá que haver uma recompensa muito grande para a dona dos pés além de sapatinho de cristal, está claro?
 Concluindo, eu sou uma rainha e mereço ser tratada como tal e para não deixar dúvidas ou entrarmos numa discussão inútil, uma sandália razoável custa 500 reais e para que ambos fiquem satisfeitos, quero no mínimo esse valor para que venham rastejando tirar as sandálias dos meus mimosos pesinhos, assim terá o privilégio de adorá-los ou então não me façam perder tempo implorando por isso.
 Quem me conhece há tempos sabe que não estou aqui para satisfazer o fetiche de podolatras, não tenho nenhum interesse em que beijem ou adorem meus pés, mas se querem adorar terão que conquistar e para tanto, a exigência deve ser cumprida afim de alcançarem a possibilidade de estar sob eles.

 Por Senhora do Castelo 4.0.

O poder dos meus pés.

Quando eu procurei a pedicure que havia chegado recentemente em Araras, ela fez um comentário que eu nunca havia pensado sobre meus pés terem poderes ocultos e eu não poderia imaginar como o feitiço dos pés pode afetar podolatras, sabendo usá-los como uma arma sedutora em alguns homens. Se eu fosse uma “feet” eu poderia usar o estilo BDSM e me colocar como ser superior aos meus pretendentes e ser poderosa e dona de um homem. Eu sou solteira sem filhos e ela explicou tudo sobre BDSM e convidou-me para entrar nesse mundo e mudar meu estilo de vida, que fora da profissão dela, era o seu estilo. Sem delongas vou descrever um relato com ela.
Marcamos pela internet uma cena com Leopoldo Verne na minha casa. Eu e a Senhora do Castelo estávamos com botas e meias e chibatas, e iniciei a conversa: - Escravo, hoje vai aprender uma lição, vamos usá-lo como nosso cavalo para que conheça o poder FEMDOM, para tanto, quando cavalgar cada uma por vez, irá sentir o cheiro dos meus pés e do da Senhora do Castelo. Assim que saber a diferença do cheiro dos pés de cada uma, vamos testar se ficou bem treinadinho. Ajoelhe-se, rasteje até nossas botas e lamba para saber onde é seu lugar. Depois retire cada uma de nossas botas e coloque no seu nariz imundo e inspire profundamente e carregue a Senhora do Castelo como um cavalo.
Depois desse ritual, tanto eu quanto a Senhora do Castelo cavalgamos pela sala e para que ele sentisse o cheiro dos pés, colocava-os diante de seu nariz e mandava cheirar e sempre sendo chicoteado pela cavaleira do momento e também pela que o puxava pela coleira como se guiasse um poney. Quando as duas passearam no poney, eu mandei ele ficar completamente nu, colocamos ele ajoelhado e vendado diante de nós que seguravam um chicote de vara cada uma e falei: - Animal, agora nós vamos ver se aprendeu alguma coisa, cada uma de nós vai colocar nossos pés no seu nariz e você imediatamente vai ter que falar de quem pertence o pé pelo cheiro e se errar, levará uma chicotada. Daí em diante, sua excitação foi tão grande que acho que ele errava de propósito para apanhar e foi assim por um tempo, enquanto fazíamos essa brincadeira, riamos e humilhava-o o tempo tudo, mostrando quanto ele era patético, ridículo e inferior e quanto mais xingávamos mais se excitava e finalmente mandei que pagasse pelos serviços da minha pedicure com a possibilidade de ter prazer no final, mas não pensem que seria tão fácil. Depois que ele pagou e deu uma bela gorjeta para a Senhora do Castelo, mandei ele se masturbar quando eu falasse a palavra “verde” e parasse imediatamente quando eu falasse “vermelho” e quando eu via que ele estava prestes a ter prazer, eu cortava o barato dele falando vermelho até que ele sem controle chegou ao clímax escorrendo em meus pés descalços. Fiquei muito brava, mandei que lambesse com a língua tudo e limpasse meus pés, em seguida foi severamente chicoteado. Daí para frente vi o quanto meus pés podem ter tanto poder sobre um homem (Rainha Hemera).
Por Senhora do Castelo 4.0.

Um podolatra a meus pés.


Devido a meus conhecimentos em psicologia tem dois vieses, um é ser totalmente ética e não misturar a vida acadêmica utilizando técnicas para atrair submissos com problemas de conflitos emocionais esperando que eu resolva. Isso eu deixo bem claro que jamais será possível. Um desses escravos entendeu e decidiu se entregar.
Um homem maduro, podolatra e submisso veio até meu blog e ficou extremamente fixado nas fotos em que aparecem meus pés e começou uma aproximação para uma possível sessão de podolatria. Disse para que lesse meus últimos posts para saber que sou inversora, modéstia parte uma das melhores no Brasil e não curto podolatria, mas mesmo com todos esses “não” ele insistiu em ser meu escravo, contribuir com uma mensalidade e que eu aceitasse sua entrega. Eu compreendo que esses fetichistas, quanto mais se recusa dar o que eles esperam, mais excitados eles ficam, mais loucos e tarados, perdendo o controle e tornando-se até irracionais, então eu coloquei uma possibilidade e segue nosso pequeno diálogo.
- Escravo, seja mais claro com suas intenções, porque eu não estou compreendendo o que você quer comigo, já que não curte ser minha mulherzinha, nem ser invertido, da mesma forma eu não sou feet e nem em sonho vou fazer uma sessão de podolatria só porque você gosta, então porque quer ser meu escravo?
- Nem eu mesmo sei, Senhora, o que sei é que me dominou nas nossas conversas, seus relatos, seu caráter dominador e me sinto excitado quando me nega tocar em seus pés e quanto mais nega, mais eu desejo servi-la. Nas suas fotos e falas, sempre seus pés estão sendo exibidos e em relatos sendo adorados.
- Adorados depois de saciar uma linda bunda e ainda recebendo mimos para currar, mas posso recomendar uma mulher sádica que adora ser beijada nos pés, mas já te falo, ela já tem escravo e portanto quando ela pega um avulso é somente para saciar seu sadismo, sua crueldade e eu já presenciei as investidas da Rainha Hemera Hoetcher  com seu escravo em sessões comigo e vou ser bem franca, tem que ser masoca o suficiente para suportar, porque não há perdão com essa dominadora, ela já tem tudo, trabalha, um submisso fixo e um tesão de pé, pode ser visto em seu facebook se não acredita, mas vc já procurou bares, clubes e mulheres podolatras para sua tara?
- Senhora, eu sou extremamente tímido, recluso e bloqueado no que diz respeito a falar com uma Domme. Contigo foi diferente, não sei se é porque já é quase psicóloga, ou se sabe mesmo dominar psicologicamente, pois eu fico teclando contigo, excitado e sem saber se isso vai para o real, mas até que ponto ela é sádica, sei que não gosta mais de relatos, mas poderia falar por cima o que se trata esse sadismo, pois como já me conhece, eu sou submisso e gosto de humilhações pelo virtual, mas não sou masoquista no sentido real da palavra.
- Pois bem, ela é sádica e, portanto, o obvio é que ela gosta de muita tortura e ver nos olhos do submisso a dor, o suplício, seu sofrimento, gemidos e urros. Uma vez ela fisgou o prepúcio do pênis do escravo que estava de joelhos a sua frente com um anzol e puxava ao mesmo tempo que com seu calcanhar massacrava suas bolas no saco escrotal. Numa outra vez, ela colocou um cinto de castidade no pênis e deixou o escravo lambendo seu pé de joelhos enquanto ela dava coices em seu saco e numa outra vez ela deitou o escravo nu diante dela sentada num sofá com salto alto e com a agulha do salto, ficou esmagando e perfurando seu pênis e o escravo gozou em seus pés e ela obrigou-o a lamber tudo seus pés e sandália.
- Nossa, Senhora gozei com esses relatos, mas não aguentaria nenhum deles, quero ser seu, quero que me treine, que me ensine e me prepare para uma sessão de podolatria com uma dominadora que a Senhora escolher. Quero contribuir mensalmente com 500 reais para ser seu, obedecendo a seus comandos e me submeter a seu treinamento. Mesmo que não beije seus pés, que tesão estou sentido, ou que seja pisado por eles, quero ser seu escravo, como já sou na expectativa de que me proporcione uma sessão na sua frente com uma dominadora e pagarei para cada uma todas as despesas. A Senhora nem imagina como me domina...

Por Senhora do Castelo 4.0.

Um hotel com camareira a meu dispor.


Tenho mais uma proposta de entrega depois que assumi uma postura mais exigente perante aos meus escravos, mesmo os com pouca experiência no BDSM e limitações financeiras. Vou relatar uma oferta irrecusável de um diálogo que tive e que nomeei esse escravo de Camareira Castelo. Ele leu meu post sobre a versão Senhora do Castelo 4.0 e elogiou o modo que eu desejo as entregas e viu que mora perto de mim, deseja me servir do modo que eu desejar porque gosta de se sentir útil, gosta de se sentir cuidando de alguém, por meio da servidão.... Trabalha em um negócio da família sem remuneração e não tem carro, mas oferece um quarto de seu Hotel para eu usar e fazer nossas sessões, ele é totalmente passivo. Fiz uma proposta de fazermos uma sessão com minha escrava sissy, porque ela paga todas as minhas despesas com a viagem. Recortei parte do nosso diálogo para dar maior veracidade do que relato agora. Eu início falando da Sissy para o escravo:
- Escravo, vou colocar minhas regras e minhas exigências para que tudo saia como eu desejo. Minha sissy tem pouca disponibilidade de tempo para visitar-me, dessa forma nosso encontro será durante a semana. Ou propor que ele venha me pegar e ele vai fazer o depósito para meu uso pessoal, cabeleireira, pés e mãos e o que eu precisar e você vai cobrir todas as despesas da hotelaria, incluindo alimentação e você será a camareira nesse dia. Entendeu?
– Sim Senhora, eu serei a camareira e depois eu ficarei dentro do quarto para atender as suas necessidades e o que me mandar. Uma das dificuldades que vou contornar é em relação ao pessoal do Hotel, afinal eu sou o dono juntamente com minha família e com certeza todos iriam ficar sabendo que eu vou atender uma pessoa muito ilustre e colocarei o melhor quarto para a Senhora e a sua sissy, mas isto não é problema, jamais diriam algo a Senhora e quanto a mim já está na hora de fazer o que quero quando quero, sem precisar ficar dando satisfação a eles, minha senhora, já estou ficando muito excitado com essa proposta minha Rainha.

- Escravo insolente, como ousa questionar o que determino? Está ficando excitado você disse? Pois é, não gosto nem um pouco de pau duro perto de mim, por isso já te comunico que vai usar um dos mais duros e dolorido castrador mecânico, ele é como um cinto de castidade, mas tem uma trava que penetra na uretra e jamais ficará demonstrando sua excitação. Respondendo a sua pergunta eu vou ver se dá para passar o final de semana aí e nem pense em retirar o castrador mecânico.
- Nossa, que bom seria isso. A minha Rainha pode usar o que desejar, como vibradores e strap-on para fazer o papel ativo. A minha Rainha precisa de outra pessoa para me comer? Ou não é este o problema? E se precisar de mais alguém eu não faço nenhuma objeção. O que a Rainha deseja?
- Eu desejo sua total submissão, sua lealdade, seu quarto completamente adequado para uma Rainha e vou fazer a cena com minha sissy, meu escravo de Minas. Quero alguém para fazer a cena comigo e usarei vc escravo. Imagina você me recebendo e levando nós dois ao quarto levando as malas, sendo minha camareira e com o pau preso...
- Ah certo Rainha, aceito sim e nem posso me dar ao luxo de discordar ne nada, como sou um reles serviçal, sem dinheiro necessário para satisfazer tudo que necessita e merece, como essa viagem... só posso agradecer e servi-la como dona, Rainha Suprema e gosto muito de poder fazer isto aqui no meu Hotel. Como disse, reservarei quando desejar o melhor quarto do Hotel caso esteja disposta vir Rainha a qualquer hora, somente reserve e nada pagará. Sofro por não poder fazer mais que isto, mas realmente gosto muito da idéia de ser escravizado pela Senhora, seria um dos meus maiores desejos a ser realizado, fazer o que deseja e adoro cena de inversão, se for viável, sendo usado pela maior inversora do Brasil, ainda mais sendo tratado como mulherzinha ou camareira como mandou. Tenho certeza que não irei lhe decepcionar de modo algum Rainha. Seu escravo Sissy poderá pagar para que ele e a Senhora possam vir até o meu Hotel, mas eu darei tudo de melhor quando estiverem aqui e para a sissy da mesma forma, áleas, estendo meus serviços para quem a senhora desejar e fazer.
– Escravo, eu já disse que ele banca todas as minhas despesas e você oferece toda a estadia de graça para nós, vou agendar a viagem então, se eu gostar ficaremos todo final de semana. Mais para frente combinaremos. Compreendeu o seu papel ser escravo?
– Sim, claro, essa oferta é permanente para a Senhora do Castelo, sempre e irei fazer todo o possível pra funcionar como deseja Rainha e já irei me preparando para isto, neste meio tempo vamos conversando e nos conhecendo, caso deseje, posso conversar com sua sissy pra que ela confie em mim tbm. Rainha aguardo seu retorno à noite, lhe envio mensagem assim que a Senhora ordenar novamente, espero que tudo aconteça a contento. Seu escravo camareira de Hotel.

Por Senhora do Castelo 4.0.

Os frutos da minha nova versão de dominadora 4.0


Quero avisar nessa postagem que todos que estão acostumados a lerem relatos reais entre mim e meus escravos ou relatos entre mim com Dom e Dommes dominando escravos terão uma novidade não tão boa, porque a partir de agora eu não vou mais postar tais relatos e, portanto, não terão mais oportunidade de ler o que faço, parei de relatar.
Certamente ficarão desejosos de mais e mais, só que o que percebi é que isso não é mais produtivo. Por outro lado, os que leram e ficaram com desejos para participar, terão uma só saída, que é partir para a prática, isto é, serão os protagonistas dos encontros e cenas.
A partir de agora, meus relatos serão apenas agradecimentos a cada um que está contribuindo de alguma forma para que meu Castelo se mantenha e semanalmente eu estarei prestando conta.
Nessa postagem quero agradecer sem citar nomes a 4 escravos que reconhecem seus lugares debaixo de meus pés e mensalmente concordaram em pagam uma mensalidade somente por serem meus escravos.
Além desses mensalistas, também tenho os que preferem contribuir com presentes relacionados ao BDSM. Um deles já me comprou eletrochoque para pênis e testículos, cinto de castidade e mais dois instrumentos de torturas. Outro prefere me embelezar e por isso me comprou 2 pares de sapatos lindos e deu-me dinheiro em espécie para eu comprar os acessórios que eu desejava para combinar com tais sapatos. Enfim, desses que preferem dar roupas e assessórios ao todo são 8 e mensalmente sou agraciada com tais mimos, sem que eu peça, mas que eles percebem minha necessidade.
Todos já leram que eu tenho um secretário que me ajuda nesse blog, mas além dele tenho outros dois escravos intelectuais que me auxiliam nos meus trabalhos acadêmicos semanalmente realizando a parte de correção e formatação das minhas pesquisas, um outro que é professor, vai mais longe, faz resumos e pesquisas programadas por mim, enfim, desse tipo de escravo eu posso contabilizar 4 com formação acadêmica.
Como podem observar, estou mudada. Ainda falta muito, por exemplo, os valores das mensalidades precisam ser revistos e o número de escravos domésticos está no zero. Quem se habilitar a tais serviços domésticos necessitam morar perto daqui e ser livre pelo menos uma vez por semana para eu dominar e supervisionar os trabalhos com uma chibata na mão. Alguém se habilita a esse ou outros tipos de entregas?

Por Senhora do Castelo, versão 4.0.

Três sádicas e um fim de semana.


Assim que entrei de férias da faculdade planejei viajar e encontrar minhas amigas Lia e Vitória, mas para que tivéssemos férias dignas de rainhas convoquei alguns escravos para proporcionar isso em todos os sentidos.
      Nós precisávamos de um lugar tranquilo para descansar e com muita privacidade para dominar, resolvemos alugar uma chácara no interior de SP, região de Campinas.
Convoquei três de meus escravos com aptidão para afazeres domésticos e cozinha, que fossem masocas suficientes para aguentar tortura por uma semana de três sádicas.
Durante essa semana seria a data de meu aniversário, resolvi fazer uma reuniãozinha para poucos amigos, e os escravos cozinhariam e serviriam o jantar especial, um dos três escravos é podolatra e adora lamber calçados, botas em geral, improvisei um assessório em que ele seria o engraxate da festa, daria lustro nos sapatos de todos os convidados com a língua, preparei uma passeio por uma parte não cimentada da chácara para que os sapatos ficassem bem sujos com lama, ele limpou tudo, cuspia mas o barro era muito.
Quando chegamos na tal chácara Sra. Vitoria deu a cada um dos três um nome de mulher, ordenou que todos colocariam calcinha fio bem enterrada e salto alto e mandou que desfilassem e rimos muito com o mal jeito ao andar de salto: - Rastejem-se até nós vermes, pegue nossas bagagens e guardem nos lugares certos porque do contrário serão castigados severamente.
Chamou um deles para fora e mandou acender um cigarro. Jogou o maço vazio no chão e mandou ele catar com a boca. – Abra a boca e me sirva de cinzeiro. Ela cuspiu assim que ele abriu a boca.
Jogou cinzas no chão e pisou mandando-o limpar a sola do salto alto que usava.
A Senhora Lia mandou um dos escravos, o cozinheiro para a cozinha e outro que sobrou, mandou segui-la se arrastando e beijando o chão por onde ela pisava, dirigindo-se ao banheiro. Ele estava como a Sra. Vitória mandou, chegando lá a Sra. Lia ordenou que tirasse sua sandália e iniciasse massagens com a língua em seus pés e pernas. Mandou ele fechar a porta e somente os dois poderiam relatar o que aconteceu naquele banheiro, pois só relato o que vi.
Minha parte foi a mais deliciosa, fiquei com o cozinheiro e fiz o que eu mais sei fazer, enquanto ele preparava o jantar, sentava o chicote com força nas suas costas. Quando ele parava de cortar e mexer a comida eu obrigava ele deitar no chão para que eu pisasse em seu saco.
Finalmente chegou a hora de servimos o jantar. Os três escravos se posicionaram atrás das cadeiras, as Rainhas sentaram e eles serviram como garçons e serviram além de vinho, um delicioso manjar. Mandei que ficassem nus e calcinha para segurar o plug e cb, o cozinheiro usava um avental.
O post ficaria extremamente longo se descrevesse tudo que fizemos, mas foi cenas de pura humilhação com sadismo, demos tapas na cara, chutes em seus traseiros quando demoravam com o pedido, foi uma noite e tanto e depois de saciadas, Senhora Lia e eu mandamos deitar no chão para receber a nossa urina, nos aliviamos e rimos.
Preparamos uma noite diferente para cada dia da semana, além de manterem tudo em mais perfeita ordem, ao nos servir.

 Por Senhora do Castelo.

Uma nova Rainha, mas agora de verdade.


A partir de agora, terão que se curvar muito mais aos meus pés, não para beijá-los, nem para adorá-los, mas para sentirem onde é o seu lugar, pois antes eu não falava tudo que eu desejava e sentia, agora penso e é diferente, não que eu não pensava, mas não tinha o poder que tenho hoje, um poder que só foi possível por conhecimentos adquiridos com professores, acadêmicos e escravos com cérebro. Dominação não é um joguinho, uma cena, algo criado pela imaginação dos submissos, mas sim, a subjugação real e verdadeira, sem fantasias, sem ilusões, mas entrega de ambas as partes. Tudo precisa mudar, jamais eu ficar sem saciar meus desejos. Os que acham que a Domme tem que ter tesão e as Gps serem pagas, isso é idiotice, as Dommes são tudo e merecem tudo, tesão gozar e dinheiro, muito mais que Gps.
Uma tirana tiraria tudo deles, sem se preocupar com as necessidades do submisso. O que eu mereço por ser Rainha? O que você merece? Você merece submeter-se a mim, dar o que eu quero, ser a minha vontade, ser meu a meus pés... isso basta para você, não para mim
Eu pensei tempo demais nos outros e o que eu sou agora? Não sou santa, muito pelo contrário, mas também não sou satânica, sou dona de mim mesma e de submissos que ainda rastejam na minha sombra.
Agora não tenho mais esse olhar piedoso e pasmem, quanto mais sádica, quanto mais ignoro, mais eles se entregam, mais eles se dão.
Eu mereço vida de rainha!
E o que isso significa? Mereço o que há de melhor no mundo, escravos trabalhando para dar tudo que preciso e eles podem buscar.
Nunca fui feet e sou abordada por fetichistas que desejam meus suculentos pés. O que posso falar para podolatras que querem beijar seus pés? Deem-me carro, casa, chácara, roupas e joias caras para lamber meus pés, ou então vasem, ferrem-se.
Não tenho dó dos menos afortunados, embora eu não tenha posses, não é problema meu os menos afortunados que me adoram e se me adoram é porque eu tenho valor, mas quero vantagem financeira, presentes, viagens e principalmente um depósito mensal.
Uma profissional cobra em média 500 reais no mínimo por uma hora e eu que sou uma Rainha real? Tenho que me valorizar, tenho que afirmar para mim mesma que eu tenho um valor melhor que uma profissional e quem vai contestar a porta da rua está aberta.
Quero sapatos, assessórios, roupas, joias, depósitos em dinheiro dos que me adoram de verdade, pois de fracassados e mão de vaca quero distância.
Pobres de espíritos fracassados, pedintes, os que me incomodam no chat devem ler bem meus textos e não tentem me rotular, pois não encontrarão algo específico e para ser bem franca, só quero alguém para satisfaz minhas necessidades. Sou narcisista mesmo, o mundo gira ao meu redor.
Ninguém mais vai me sugar, abusar ou saciar seus fetiches sem que viva para saciar meus desejos e necessidades.
Quero mais que isso, dominar sim, adorar-me é outra coisa e servir-me é essencial.
Sim, cansei de ser Rainha dos menos afortunados.
Seja bem-vindo a mudança.

Por Senhora do Castelo 4.0


Duas dominadoras e um masoquista.


Por incrível que pareça, eu estou me redescobrindo ao interagir com outros dominadores, tenho três relatos com Dom Erik o que causou frisson para o bem ou para o mal. Uns adoraram, outros se assustaram com os valores envolvidos em dinheiro ou por ser um Dom, mas escravo é escravo, o que pensam que são? Escravo tem que se sentir dominado, humilhado e totalmente submisso ao desejo de sua dona, mas quando existem limites em sessões com homens, saibam que por falta de uma, tenho duas amigas dominadoras cheias de vontade de torturar por prazer.
A vantagem de ser dominado pela Senhora Lia é que ela mora com seu submisso e, portanto, se for uma dominação juntamente com o seu escravo, pode ser na casa dela que fica a 5 horas do centro da capital, se for entre mim e a Sra. Lia, terá que ser da mesma forma que nos relatos com Dom Erik, ficamos num Apart Hotel e depois devemos ser levadas para um Motel ou se o submisso tiver uma casa para o encontro, ele paga somente as passagens e o Hotel, em média 250 reais cada uma no apart (1000 reais) e 200 para passagens mais alimentação (500 reais).
Em um fim de semana no ano passado dominamos um masoquista que dei o nome de Nina Castelo que tem a altura de 1,80m. Viaja o mundo todo, agora mesmo veio da Suécia e semana que vem vai à China, fala 3 idiomas, alemão, inglês e francês e com toda essa bagagem ele adora humilhação e privações de sentidos. Todos que me conhecem sabem que minha especialidade é feminização e inversão, mas dessa vez foi bem diferente.
Nina convidou a nós duas para visitá-lo em sua casa na véspera do feriado de natal eu aproveitei e falei: - Escravo escroto, venha nos pegar no apart hotel, que foi reservado por ele antecipadamente para mim e Sra. Lia. - Leve-nos a sua casa imediatamente como nosso chofer e saiba que a partir de agora, será dominado por duas Rainhas. Ao chegarmos ao apartamento, vimos uma casinha de cachorro minúscula, que pertencia a sua ex-dona, era em um terraço e nossa imaginação começou a criar várias cenas.
Fui logo mandando assim que chegamos perto da porta de entrada: Deite-se como carpete, as donas precisam limpar as solas dos sapatos. Ele se deitou na frente da porta e nós duas esfregamos com força nossos pés sobre seu corpo. Já era noite e mandamo-lo tirar nossos sapatos e servir-nos tudo que desejássemos, além de ligar todos os aparelhos tecnológicos que estavam disponíveis e depois de saciarmos o que havia por lá, Sra. Lia deu uma ordem com voz enérgica: - Vá para seu lugar, cachorro pulguento, vai ficar dentro da casinha até eu mandar sair, beberá água e comida como um cão, tire a roupa e durma aí fora pelado...
Naquela noite dormimos como rainhas e ao acordar, abrimos a porta do terraço e ele já estava ajoelhado, postado como um cão sarnento e gritamos dando ordens, cada uma a seu modo, o mandando servir o café, beijar nossos pés, chutava-o para que ele se sentisse atordoado. Quando estávamos ambas sentadas bebendo e comendo o que ele havia nos servido, mandamo-lo ficar debaixo da mesa e comer os restos mastigados do que jogávamos no chão.
Enquanto comia e se rastejava debaixo de nossos pés, ríamos e humilhava-o. Ao mesmo tempo mandava falar como foi sua noite. Ele relatou que ao acordar não sentia mais as pernas. Eu ironizei dizendo que agora colocaríamos câmera na casinha do gás e ele ficaria com uma coleira de eletrochoque depois do nosso café.
Para essa noite a coisa seria muito mais pesada, pois teria que agradar duas donas e para tanto, ele ficaria dentro do armário com dois eletrochoques, um acionado pela Sra. Lia e outro por mim. Colocamos uma coleira para Sra. Lia e no saco para mim, cada um com o controle para dar os choques, caso ele não obedecesse ao que mandávamos fazer, latir, coçar, elogiar, enfim.... Assistimos sua agonia à noite toda e não o deixamos dormir, dando-lhe choques para que ficasse acordado, ele dormiria somente quando as duas dominadoras permitissem e se eu dormisse, a Senhora Lia levaria ele ao banheiro para cenas de scat, prática muita apreciada por ela.  Depois, molhado com urina, e tendo comido o chocolate da Senhora Lia, de vez em quando implorava por água para não desidratar, mas a maior parte seria urina mesmo...
Finalmente o “gran finale” uma hora cusparada, tapas e humilhações intercalado de horas na casinha, preso como um cão na coleira levando choques e muito, mas muito açoite.
Seguramente ele aguentou todas as torturas e apanhou como um escravo bebendo água e urina, dormindo somente na casinha banhado em urina e fezes.
Como não poderia deixar de ser, depois de açoitado e servido a Senhora Lia, com mais torturas e humilhações pesadas, foi invertido e jogado na casinha de novo.

Por Senhora do Castelo.

Alguns esclarecimentos fundamentais.


Muitas pessoas leem meu blog que fala sobre tudo, mas principalmente meu crescimento dentro do BDSM com a ajuda de colaboradores e fundamentalmente pela faculdade que estou terminando. Justamente por essa última fonte de saber é que os embates nos chats ficam mais calorosos, porque eu agrego acadêmicos e pretendentes em se submeter que já tem formação acadêmica e aí que a coisa pega.
O blog é para todos, sejam curiosos, simpatizantes, mas principalmente candidatos a minha senzala, mas aparecem pessoas que questionam ou para me ajudar ou até maliciosamente sem falar a real intenção, ou porque querem algum esclarecimento ou até por inveja. Entram no meu blog ou facebook e ao ler meus textos explicativos ficam questionando minhas colocações e não percebem que existe duas imagens da mesma pessoa, e é necessário que eu esclareça algumas coisas para não perder tempo em discussões vazias, então vamos tentar ser bastante objetivos nesse post.
Pelo fato de a todo momento estar aprofundando meus conhecimentos, faço questão de postar o que me desperta interesse e crescimento pessoal na minha prática no BDSM, mas também como profissional depois de formada, na prática de uma clínica de psicologia.
Dessa forma, quando eu faço uma afirmação aqui no blog, tem fundamento científico e referência acadêmica,  mas dentro do meu estilo de vida BDSM eu tenho uma postura pessoal e aqui nesse campo eu sou soberana, não fico discutindo tais teorias, uso-as como forma de aprimorar, se são literalmente o que a academia fala ou não, o que importa é se dão ou não resultados com meus escravos, tudo está bem separado, sou uma acadêmica em psicologia na sala de aula e não no Blog e nos chats e tenho minhas obrigações com meus mestres.
Quando alguém está falando com a Senhora do Castelo é diferente. Sou uma dominadora experiente que exige normas de seus submissos e, portanto, sou eu quem determina a verdade respeitando as regras da boa convivência do BDSM, prática já solidificada em todos os meios sociais.
Se eu desejo a liturgia, com esse ou aquele ser, que se faça. Se vou abrir uma exceção, sou eu quem decido, quero que fique claro, que os que não se enquadrarem nesse preceito, sumam da minha vida. A liturgia impõe regras certas para a melhor convivência, inclusive sempre coloco as condições para estar nesse site falando comigo. Nunca vi separação entre outro tipo de posição num relacionamento D/s que não seja eu mandando e o outro se submetendo, eu falando as verdades e o outro baixando a cabeça subjugado, é assim que eu sou e pronto.
Estou fazendo esse post porque muitos vêm com arrogância discutir sobre minhas posições, minhas afirmações e minhas verdades. Vejam bem, se eu sou uma mulher superior e acredito nisso e tenho escravos reais, é porque essa é a verdade, entenderam?
Não preciso ninguém se impondo como dono da verdade com intenção de me ensinar isso ou aquilo, quando referi que quero escravos para me ajudar nas tarefas acadêmicas, sou eu quem vai determinar o que eu quero ouvir ou saber, eu, somente eu. Egocentrismo? Entenda como desejar, pois, para mim é poder, dominação e superioridade.
Não estou certa de tudo, mas sei julgar o que quero e desejo. Não estou nem aí se você precisa de conselhos ou ensinamentos dados por mim, pois para a Senhora do Castelo só necessito submissos que passarão a conhecer a versão de Senhora do Castelo 4.0.
Nas minhas últimas postagens com Dom Erik, muitos ficaram com pena dos escravos, mas não sabem que nada do que foi relatado gerou tanto prazer para todos envolvidos e que partiram deles fazerem o que fizeram.
Outros questionaram os mimos e os custos dos encontros, mas não perceberam ou não querem ver que agora envolve mais uma Domme ou um Dom e que os relatos envolviam viagens, diárias e passagens. Somente uma diária de 220 reais, já se soma 660 reais nos três dias. Fora o custo do motel, comida e vejam bem, quem se presta a se submeter a uma Senhora com a minha experiência, 2000 reais é o mínimo, quem prefere se submeter de forma a contribuir mensalmente não terá todo prazer que posso dar. Sofram escravos, vocês gostam mesmo...

Por Senhora do Castelo

Dia do trabalho com Dom Erik

Depois de falar aos meus súditos sobre os encontros que tive com um Dom de Verdade, falar o que fizemos e lerem a minha postagem da nova dominadora, da versão e exigências para serem  meus escravos, Nicole fez uma proposta de retribuir esses dois encontros fazendo uma surpresa ao Dom Erik, voltando para Diadema em visita, mas agora, eu, a Suprema Dona de uma sissy sendo subjugada e degradada por mim sendo emprestada para o Dom deixando que ele usasse e abusasse da minha cadela como fosse do seu agrado.
Gostei da ideia, escolhi dentro da minha senzala um escravo de 1,80 metros com formação acadêmica, com experiência em viagem pelo mundo e facilidade com outras línguas. Esse não é efeminado como os demais sendo compatível com o gosto de Dom Erik, pois ele gosta mesmo é de destruir a masculinidade de escravos heteros com humilhações, degradações e provocações em relação a penetração anal, já que ele não transa com escravos, o negócio dele é degradação, lamber seus pés, sexo oral, usar como tapete, mesa de centro, suporte de papel higiênico e privada para chuva dourada.
Minhas atuais regras para quem deseja me servir são bem claras, não viajo mais dividindo despesas, a pessoa vem a mim ou me leva em grande estilo até ela, para manter uma relação à distância comigo é necessário pagar um valor mensal, nada de  conversa mole, isso é um estilo de vida, não tenho mais tempo para quem não se entregar como eu necessito e eu tenho minha vida pessoal inerente a vida BDSM, dessa forma, quero escravos que me ajudem em meus trabalhos acadêmicos, pesquisas, doações de livros, mas não descarto mimos, presentes e sem ser hipócrita eu preciso de dinheiro como qualquer um, mas isso tem que vir de dentro do submisso. Sou uma Rainha ou estou aqui brincado? Um escravo que não atender tais requisitos é totalmente descartável e somente utilizável quando derem o que me convém, pouco importa se vai ser dominado no auge do tesão, pois eu sou quem sou, superior e ativa, nunca escondi nada, nunca menti e agora menos ainda, sendo bem direta para os menos inteligentes, eu estou recrutando submissos úteis que me oferecem vantagens, sejam acadêmicas, viagens, presentes, serviços domésticos e certamente inversão.
Creio que pelo relato, verão que não estou de brincadeira.
O escravo escolhido que batizei de Nicolas aceitou todas as condições para passarmos três dias em Diadema no feriadão do dia do trabalho 1º de maio e ele veio com seu carro próprio, másculo e frio, com a condição de não ser penetrado e do mais, faça o que eu desejar inclusive emprestar para Dom Erik. Fomos para o Hotel Trade Hotel na R. São Pedro, 135 – Centro de Diadema - SP, com diária de 140 reais o dia com café da manhã e Wi-fi gratuito. Chegamos no sábado e partiríamos na segunda, o dia do trabalho.
Assim que chegamos, ordenei que ele ligasse para o Dom Erik em seu celular e que obedecesse cada ordem, inclusive a voz imponente e máscula do Dom excitou de certa forma, pois o escravo respondeu trêmulo. Depois de relaxarmos, Dom Erik avisou que nos esperava e fomos para o Motel “Summer” na Av. Piraporinha, 22 - Planalto, São Bernardo do Campo com todos os serviços gratuitos Wi-Fi, Café da manhã, Ar condicionado e Banheira quente. Suítes temáticas muito confortáveis e limpas, local tranquilo e discreto.
Nicolas conhecia Dom Erik pelo facebook e ao chegarmos no motel, Dom Erik exigiu que ele se vestisse como um serviçal, colocasse avental e tudo mais, novamente usou a tortura dos mamilos com a presilha. Mandou se ajoelhar e depois rastejar atrás de nós. Dirigimos ao sofá como ignorando totalmente o escravo. Sentamos como dois namorados, Nicolas posicionou-se de joelhos diante de Dom Erik e ajoelhou diante de nós. A nossa mercê. - Retire nossos calçados e beije nossos pés, massageie-os. Você não é nada para nós, vai servir como um reles serviçal. Abra a boca, vou cuspir e isso é o mais próximo que vai ficar da minha boca. Se sentir sede, vou gozar na sua boca. Nicolas nem se mexia, Dom Erik deu um baita tapa em seu rosto, depois com os pés desnudos começou a dar tapas com os pés e finalmente empurrou e cercou o calcanhar em suas bolas. Não satisfeito, subiu sobre o corpo de Nicolas, que estava deitado desajeitado da forma que caiu, sofreu muitas humilhações verbais, seguidas por chutes e finalmente pediu para que eu me levantasse e o apoiasse. Ainda como se Nicolas fosse seu tapete, Dom Erik começou a retirar sua calça e cueca e falava:
            Você tem consciência de qual patético você é? Ai deitado sob meus pés, você é bizarro, mas eu farei você se sentir muito menos do que já é, você será minha privada ou o objeto que eu desejar, humilharei ao máximo e isso me dará muito prazer, será uma massa de moldar nas minhas mãos...
Continuou falando tanto que nem lembro tantas humilhações para relatar aqui, ao mesmo tempo foi retirando seu caralho e mirando na boca, começou a urinar na sua cara dizendo:
- É isso que você gosta? Ser urinado por um macho na sua cara? Beba tudo, não permita que a urina chegue até nós. Senhora do Castelo, esse seu escravo é imprestável, imagino que queira pegar o chicote e o esfolar. Escravo, enquanto sua Dona pega o chicote para te punir, vá lavar essa cara de mijo, volte aqui de joelhos e limpe meu pau com sua língua e prepare-se que agora vai saber o que é sofrer.
Ficaria um post extremamente longo se eu detalhasse o que veio depois, mas ele tomou nossa urina, fizemos tiro ao alvo de cuspe na boca dele, ele foi mumificado, permanecendo de boca aberta e fizemos tiro com comida mastigada no almoço, mumificado ainda, se tornou um saco de pancadas, chutes e trample e isso foi só o começo, do mais vai ficar para sua imaginação. Finalmente ele fez o que sempre desejou... gostou tanto que pediu uma nova sessão, eu disse que ele precisa retribuir com alguns presentes porque recebeu prazer e essa experiência marcará sua vida para sempre. Da mesma forma que o escravo de Dom Erik, meu escravo deu 2000 reais como mimo e beijou as mãos de Dom Erik.
Bom, isso é minha nova vida, eu fiz questão de dar atenção aos atos de Dom Erik para com meu escravo, me eximi de colocar o que eu fiz, mas quem me conhece sabe que faltou a inversão, do mais, fizemos tudo que outros relatos já descreveram.

Por Senhora do Castelo

Dia do enforcado com Dom Erik.


Meu segundo e último encontro com Dom Erik foi em 21 de abril, feriado de Tiradentes e totalmente diferente, pois era um sub dele que é médico e não curte tanta violência, mas sim humilhações. Ele em um médico que mora e trabalha na cidade de São Bernardo do Campo, “Grande ABC” de São Paulo e o convite foi no sentido de passarmos um dia dominando o sub e toda recepção foi bancada pelo escravo.
Para mim foi reservado os três dias do feriadão no Astron Saint Moritz Apart Hotel no centro da cidade por 228 reais a diária com café da manhã incluso, passagens de ônibus até São Paulo translado por taxi entre rodoviária e o apart hotel tudo reservado e pago. Também foi depositado R$1500,00 em minha conta corrente.
Ao chegar no hotel tomei um banho e o café da manhã, e após relaxar e desfazer as malas, fui avisada que havia um homem a minha procura para me levar de carro. Desci e vi um simpático homem de uns 40 anos de idade, muito bem vestido e beijou minha mão e disse que o carro dele estava à minha espera, e que carro, um Audi A4 com todo conforto possível e ele me levou a um motel chamado de Kamis e escolheu um quarto de 168 reais completo com Wi-Fi, Café da manhã, Ar condicionado e Banheira quente. Descemos e lá estava o Dom Erik em seu laptop teclando com outros.
Fez a recepção básica, ofereceu bebida ou café, escolhi o segundo, ele mesmo serviu e mandou o seu escravo direto para o banheiro, fazer uma “chuca”, voltar nu com os objetos que ele combinou e nós dois sentamos no sofá para conversarmos sobre a viagem, banalidades e como eu havia sentido a última sessão e confessei que achei pesada ao extremo.
Seu escravo voltou com uma sacolinha e se ajoelhou a sua frente. Dom Erik retirou da sacolinha presilhas de mamilos ligados por uma correntinha e aplicou nos mamilos do escravo, depois colocou pesos para formar um pendulo, ordenou que retirasse nossos sapatos, cheirasse nossos pés, depois as meias e se posicionasse como objeto para descanso de pés e ficou humilhando o rapaz:
- Ele agora está a nossa disposição e desejos, os mais inéditos que vier a sua mente, desde felação, até chuvas, o que desejar. Lamba nossos pés, disse ele em voz enérgica.
Continuamos a conversa depois eu fui ao laptop pegar algumas mensagens e seu escravo ficou aos meus pés beijando e massageando enquanto eu digitava e frequentemente pisava onde eu podia nele, para deixá-lo sem graça mesmo
Dom Erik fazia pequenas torturas também, xingava-o um monte e humilhava dizendo: Seu veadinho, lá fora é o Doutor, aqui dentro é o cão que lambe meus pés. Abra a sua boca para engolir meu cuspe. Rasteje entre nós, seu verme e agora tire minha calça e cueca que quero almoçar com minha amiga.
Depois de humilhações verbais e físicas, Dom Erik pegou um gengibre em forma de Butt Plug e disse: - Agora vai se preparar para receber o que você gosta em seu rabo, por enquanto sofrerá para depois ter prazer. Falando com cinismo, colocou o gengibre todinho e o escravo urrou de dor.
Dom Erik disse para  eu dar um chute nas bolas dele e logo que acertei em cheio, ele engoliu o grito e Dom Erik falou: - Seu merda, que vergonha na frente da minha amiga, como ousas gritar como uma mulherzinha fresca? Vai pagar caro por isso, lembre-me que depois eu escolherei sua punição e para tanto, sirva a mesa e para não ouvir um pio, entre debaixo da mesa e engula meu pênis e fique chupando enquanto eu como.
Assim foi nosso almoço, ele pelado debaixo da mesa aos nossos pés, chupando o caralho de Dom Erik humilhado e sempre sendo chutado por nós, que ríamos e comentava o qual ridículo era esse médico, ao comando e submissão de um casal de dominadores sádicos e sem se excitar.
Depois de comermos a sobremesa, ele mandou seu escravo desfazer a mesa e deitar de bruços e disse: Senhora do Castelo, fique à vontade para colocar seu strapon e enrabar esse verme até a exaustão e se ele não te agradar, estarei com meu cinto pronto para dar um corretivo.
Depois Dom Erik e eu fomos levados pelo escravo para curtir um lugar à beira mar próximo a cidade chamado Riacho Grande onde seu escravo pagou todas as coisinhas que vi e queria comprar e fui tratada como uma rainha com um servo a todo momento. Passei mais dois dias em companhia de Dom Erik, sempre escravizando e humilhando seu escravo na minha frente. Não vi sentido falar mais detalhes, porque vimos que dominação a dois é muito complexa pois cada qual tem seus horários, moradia e distância difícil de marcar um encontro como foi esse. Seu escravo foi muito servil e dedicado, fez questão de me ofertar 2000 reais como um mimo e voltei para minha vida com muitas saudades desses encontros.

Por Senhora do Castelo.


Senhora do Castelo versão 4.0


O mês de abril foi de suma importância para meu crescimento intelectual e principalmente como prática de BDSM, porque eu pude conhecer um Dom, que já está no nível que eu gostaria de estar. Vou tentar sintetizar esses fins de semanas prolongados e minha experiência com ele, mas é claro que será apenas um aperitivo.
Sempre ouvi falar do SoMos (movimento SM da época) e ele veio desse grupo, isso significa que desde a década de 80 Dom Erik já pratica o BDSM, mas sua experiência vai muito além da minha por sua formação, ele já é psicólogo desde 85 e trabalha com musicoterapia e se enquadra no que chamamos de bissexual e Switcher, quer dizer, teve experiência dos dois lados do chicote, mas com uma significativa diferença, ele só se submetia (passado, porque se considera aposentado da submissão) à Dommes e totalmente sádico com os homens, mas muito sádico e ele vivia me convidando para termos sessões juntos e eu nunca tinha tempo e finalmente nesses feriados pudemos realizar nossa experiência.
Dom Erik já tem seus escravos cativos sendo todos homens, mas se recusa a fazer penetrações em escravos, ele acha que escravo é para servir, jamais se sujeitaria a transar com eles e daí a importância da minha presença na cena para ele, não que ele se importasse com seus escravos satisfazerem seus desejos de serem currados, mas ele queria ver isso ao vivo e mandou um de seus escravos reservar dois quartos num hotel em Diadema, Cidade do Grande ABC onde ele vive sozinho, já que não tem escravos fixos e atravessando a avenida desse Hotel têm dois motéis que seriam para nossas vivências.
O fato de ele ser musico terapeuta facilita demais a dominação verbal com seus submissos, já que é um estilo dinâmico e não somente ficar sentado ouvindo seus pacientes.
Cheguei ao tal Hotel já reservado por um de seus escravos, fui recebida com todos os prestígios que jamais imaginava, com pompa e cortesia jamais vista. Fui informada que havia um sujeito para me recepcionar e levar para o Motel. Um homem belo e forte vestido com roupas casuais se apresentou como suberik e beijando minha mão, abriu a porta do carro e chegamos do outro lado da rua num lindo Motel.
Dom Erik é um homem imponente de meia idade e 1,70m, voz grossa, usa barba e é bem peludo, estava na porta do quarto de pé, fez sinal para eu ficar no carro. Seu escravo abriu a porta do carro e deitou-se no chão como um capacho para que eu dissesse e pisasse em seu corpo. Dom Erik veio em minha direção e beijou minhas mãos enquanto o pobre ficava lá deitando sendo pisado por mim, que estava de salto alto, depois Dom Erik falou com voz autoritária para ele entrar no quarto se rastejando.
Ambos dominadores entraram e sentaram num sofá observando o “sub” humilhado chegar até nós. Ele pediu permissão para beijar meus sapatos e assim o fez, mas Dom Erik ordenou que lambesse a sola: - Você é apenas escravo, disse ele, não tem privilégios; tire toda sua roupa e ajude a Senhora do Castelo a se vestir adequadamente.
Feitas essas considerações, a sessão foi algo que realmente eu me identifiquei, humilhações verbais, rituais de submissão, adoração e massagens nos nossos pés, pony play, dog play, chuvas douradas e prateadas com uma risada sarcástica do Mestre o tempo todo, mas assistindo a violência com que Dom Erik falava com o coitado, socos com punho fechado em seu estômago, tapas e chicotadas como nunca presenciei, fator que fazia o pobre gemer e tremer.
Depois que Dom Erik pediu para que seu escravo o despisse, o Mestre andou como cavaleiro nas costas do coitado que ao mesmo tempo levava chicotadas, humilhações e somente aí que percebi que o pau do Dom ficou ereto.
Depois de tanto sofrimento, que não daria para descrever nesse texto, o infeliz caiu arriado no chão, exausto e sem fôlego sendo ainda pisoteado, xingado severamente, chicoteado por nós dois.
Finalmente, sem mais forças físicas, implorou para um pouco de fôlego, coisa que Dom Erik foi para cima com tal violência que eu achei que seria um passo para sair do “São Seguro e Consensual”, mas na verdade Dom Erik prendeu a cabeça do servo entre suas pernas, deixando eu saco sobre a cabeça e se masturbando pediu para que eu invertesse o sujeito até meu gozo e gozamos juntos, menos o submisso. Enquanto fui para a banheira relaxar, o escravo lambeu o membro suculento do mestre e implorou para beijar seus pés.
Esse relato foi apenas um aperitivo para que todos saibam que agora eu pretendo mudar a versão da Senhora do Castelo. Se for para dominar alguém, será dessa forma para mais, sendo que para me servir somente terá que estar tecnologicamente equipado com WhatsApp, ser exclusivo meu, manter as contribuições mensais combinadas, pois os que não se enquadrarem serão excluídos e bloqueados.
Não vou mais aturar escravos que façam menos que isso, que apenas pagam minha passagem para me deslocar daqui para onde queiram, mas sim que me deem todas as condições para que eu possa dominar onde eu desejar e quando eu puder, seja com minhas duas amigas dominadoras Senhora Lia e Senhora Vitória ou se possível nós três juntamente com Dom Erik, ou simplesmente ser dominado por mim com um Dom com todo seu sadismo, pois sei que isso é o sonho de muitos. Portanto, agora a versão da Senhora do Castelo é 4.0.


Por Senhora do Castelo.

A teoria da cicatriz da célula narcísica no BDSM



Muitos me perguntam a gênese do masoquismo e na visão de Freud isso vem quando a criança está na faixa de idade de 3 anos, pois ele está com sua mãe, sendo alimentado, cuidado e amado por completo como se fosse uma coisa só, um corpo só, uma célula narcísica, enfim, ele está na boa, certo? Tem tudo a sua mão, todos a seus pés, concordam?
O que poderia quebrar essa harmonia?
Ela começar a receber os não da vida.
Ela começar a perceber que o mundo não gira em torno dela e que sua mãe tem um dono: O pai. Temos o Complexo de Édipo.
Uns resolvem esse dilema, mas outros não aceitam essa perda e se recusam a aceitar a presença do pai. Ele sabe que é um relacionamento incestuoso e errado, que a mãe não é dele, mas vai fazer de tudo para chamar a atenção da mãe, chantagem emocional, ele finge estar doente, por exemplo.
Ele se torna escravo da mãe para tê-la como sua amante ou ele fica à mercê da mãe.
Para Freud tudo isso fica na Memória e depois de adulto ele quer repetir essa vivência, mas de forma a tentar cicatrizar a ferida narcísica do passado, busca punição pelos seus atos, sente prazer em sofrer e busca a imagem da mãe através de uma dominadora.
Para ele, servir como escravo é totalmente prazeroso e quanto mais ele for humilhado, mais servir e ser punido, mais ele vai encontrar a paz de espírito.
Por Senhora do Castelo.

Ego, Egoísmo e Sadomasoquismo.


Inegavelmente Freud foi quem mais estudou o BDSM, na época era chamado de sadomasoquismo por se pensar como uma perversão sexual. Hoje temos uma denominação mais adequada, falamos variantes sexuais.
Todos já ouviram falar de Ego, na tradução do alemão significa “Eu” e daí surgir o termo egoísmo, por se tratar do “Eu” e tudo voltado para esse “Eu”, enfim, todos nós temos um Ego, mas porque uns são dominadores outros são submissos e outros baunilha? Porque esse Ego é influenciado, submisso a outras duas estruturas que forma nossa psique que seria toda nossa carga instintiva animal denominada de Id (busca de sobrevivência, fome, agressividade, sexo, sono, etc) e toda cultura acumulada pela civilização transmitida para nós pelas instituições sociais chamado de Superego (família, igreja, política, escola etc).
Todos ao se irritar com alguém quer agredir ou matar, mas pelas convenções sociais isso é inibido e a pessoa é contida e toma uma postura melhor que não fere a civilização. Dessa forma o superego tem uma função de socialização, o fato é que cada indivíduo tem uma receptividade diferente em relação as “castrações” que o superego faz e outras como eu, não permite uma influência tão grande e, portanto, meus instintos falam mais alto que minhas forças punitivas.
Uma pessoa com o superego extremamente grande vive se punindo, se sentindo culpado por tudo e por todos, com medo de fazer o que deseja e precisa que alguém de a aprovação. Uma pessoa com tal superego extremamente severo tem a tendência a ser submisso ao extremo e até depender de alguém autoritária para viver e até se liberar no que diz respeito a sexualidade, isto quer dizer que tem grande possibilidade de se tornar um masoquista, desejar ser punido por uma dominadora severa sem que tenha culpa alguma, de servir e obedecer e somente dar prazer a outra pessoa de tanto que seus instintos foram tolhidos pelo superego.
Dessa forma quem é dominadora, egocêntrica e até egoísta é a pessoa perfeita para esses tipos de gente e até figura fundamental.

Por Senhora do Castelo.