Senhora do Castelo Plus. Texto conclusivo.

Uma entrega real, sem limites existe?
Sim e eu poderia citar pelo menos 3 entregas somente no Brasil, que já dura mais de 20 anos e que é meu sonho de consumo. Seria uma entrega TEP (Total entrega de poder)? Sim, mas algo muito mais que isso, quero que seja uma escrava real. Mas existe? No meu castelo existe, nas normas do BDSM existe e tudo consensual de ambas as partes. 
Parece loucura o que vou escrever, mas está baseada na tríade “Sanidade, Segurança e Consensualidade”, norma básica das práticas não convencionais consensuais e jamais pode ser ignorada ou negligenciada. Eu não escondo que minha preferência é a inversão e, portanto, o melhor parceiro (a) seria um homem onde desde pequeno já sente necessidades eróticas em servir uma mulher dominadora como eu e que adore ser vestido com roupas femininas e se comporte como mulher, mas como minha escrava exclusivamente. Eu quero uma TEP realmente, mas eu busco algo mais radical, submeter-se literalmente no sentido da palavra, isto é, entregar-se totalmente a minha vontade e de mais ninguém e ficar à mercê de do que eu mandar fazer, mesmo que para isso seja humilhado, degradado, usado sem me preocupar com a sua própria satisfação pessoal, mas a minha primeiro. Uma entrega como escravo real e assim sentir-se vivo por estar servindo e se tudo isso acabar, que vá embora para sempre e nunca mais nos veremos.
Porque estou tomando essa decisão? Porque tenho uma vida profissional que não me permite mais me expor como Senhora do Castelo, mas somente Senhora de uma pessoa como descrevi apenas. Portanto eu selecionarei aqueles que atendam a esse propósito.

Senhora do Castelo Plus

Sissy submissa X CDzinhas.

Existem homens que desde pequenos sentem necessidades eróticas em servir uma mulher dominadora, mas vestindo roupas femininas e se portando como mulher. Buscam algo mais radical, submeter-se literalmente no sentido da palavra, isto é, entregar-se totalmente a vontade de outra mulher e ficar à mercê das vontades e desejos de sua dona como uma escrava, sem prensar mais na sua integridade física, mantendo o psicológico estável somente nessa situação de entrega e escravidão desejando ser humilhado, degradado, realmente usado de todas as formas que sua dona obtiver sua própria satisfação pessoal, esperando somente o reconhecimento da pessoa a quem serve e com isso dar um sentido a sua vida.
Essa pessoa tem esse prazer incompreendido por ele mesmo, mas a busca de uma Mulher dominadora dará a compreensão, caso exista alguém que aceite esse desejo. Para ele o desejo é se entregar como escrava real e assim sentir-se vivo enquanto está servindo e se tudo isso levar a inversão e o prazer de ambos, será a razão de viver.
Geralmente é ou foi casada como todo mundo com uma mulher, mas ao falar de seu desejo de se transvestir é rechaçado, incompreendido e até enxotado de casa, senão coisa pior, mandado a um psiquiatra, completamente ignorado pela esposa, que não compreende seus desejos. Muito comuns relatos de que desde criança se vestia com roupas de mulher e isso ficou guardado até a vida adulta. Sua essência, seu desejo era servir como submissa a uma dona com personalidade dominante, uma dominadora, mas com a condição de ser uma crossdresser. Para se sentir totalmente realizado é necessário que esteja na condição feminina, usar roupas e adereços femininos, portanto uma mulher submissa.
A entrega a uma senhora dona absoluta do seu ser é totalmente espontânea e consensual, quase real e por mais que sofra ou seja humilhado está preso principalmente na própria realização. Quando ele se veste como uma mulher de forma perfeita sente-se seguro de si e por incrível que pareça em sua real posição de escravo ele se sente livre.
Mas falta alguém que a ame e respeite esse desejo de se entregar para alguém verdadeiramente dominante numa relação 24/7, usar hormônios, depilar-se, usar roupas femininas e peruca, pronto para sofrimento, humilhação, degradação e realizar em contrapartida o desejo da dona, sem pensar em mais nada, somente sua dona máxima.
É exatamente isso que um “submisso de alma” ganha na entrega a alguém dominadora, sair da vida baunilha tranquilamente regida por direitos iguais, baseado no que aprendemos nesta sociedade hipócrita, pode ter certeza que o sofrimento desta pessoa será mil vezes maior.
Esse desejo vem de dentro como vimos e precisa ser respeitado como tal e mais ainda, precisa que a outra pessoa, no caso uma dominadora real, sem fantasias ou sem despotismo ou ainda, sem abusar da boa vontade do submisso, o faça se sentir viva e plenamente posse, essa é uma via de mão única, sentir-se integrada a nossa sociedade BDSM e para isso temos as regras e normas que a faz sentir-se segura, pois do outro lado, quando menos se espera, ambos, seja a submissa ou seja quem domina já estão numa dependência mútua e o amor surgirá, em outras palavras, ambos serão escravos da relação, estarão escravizados a este estilo de vida, onde um manda e outro obedece, um humilha e o outro abaixa a cabeça e aceita sua condição de ser posse.
Por mais que o submisso sofra e seja humilhado ele está preso à esta vida sem opção e se pudesse sair, fugir, ele não faria porque ele nasceu para servir e se vestir como uma mulher e ele tem consciência disso e não há nada nem ninguém que vai mudar essa ideia, porque é assim que ele se sente realizado e sente seguro e por incrível que pareça em sua real posição de escravidão ele se sente livre.
Não há coisa melhor na vida do que termos a liberdade de sermos quem somos. Não há nada de mais gratificante no universo em sabermos que existe alguém que nos ama exatamente por sermos quem somos, que além de respeitar nossa essência. Um (a) submisso (a) alma quer se entregar para alguém de essência verdadeiramente dominante.
Escravidão real existe sim consensualmente nos moldes das regras do BDSM e é um caminho sem volta. Não é um mar de rosas, é tudo muito duro e pesado para ambos os lados, pois o ser dominante tem a responsabilidade de cuidar do bem-estar de sua peça, as emoções do submisso passa por emoções muito intensas, mas quando faz parte da essência da pessoa escravizada é libertador.

Por Senhora do Castelo (Baseado em texto do Sacher)

A entrega para inversão no meu Castelo



Quando eu me dedico a ser uma Senhora do Castelo para inverter, quero serviço completo, não faço por menos, não quero cadelas, mas sim ladys, serão tratadas como submissas, é claro, como minhas cadelas para eu inverter e currar, mas tem que ser feminizadas, no mínimo mais que isso, vai depender da idade, pois se vai ser minha putinha, quero que pense em ser hormonizada, mas sei dos riscos e das limitações, a entrega máxima é ser totalmente minha mulher, com peitos e tudo mais, perucas, vestidos, salto alto, mas além disso maquiagem, esmalte nas unhas, enfim, ser Plus requer algum sacrifício e custos, eu tenho grande experiência na feminização, forçada ou não, e dependendo da idade e da entrega, depilação, claro, pois exijo elas limpinhas, lisinhas para serem curradas por mim, vão gastar, se for fazer comigo, entre 1000 a 2000 reais, e se já forem Sissy melhor ainda por isso, virão com seu guarda-roupa completo e não terão gastos excedentes. Enfim, se pretendem ser minhas, se querem a inversão, terão que ser plus também, depiladinhas maquiadas, vestidinhas com lingeries e tudo completo, eu disse completo, minhas menininhas para meu calabouço.
Por Senhora do Castelo 4.0 Plus


Modelo Ideal para contrato de escravidão com a Senhora do Castelo




O escravo tem o dever de conhecer a liturgia para com sua dona, respeito, tratamento de respeito em todos os momentos e lugares e comportamento dentro das regras do BDSM vigente no Brasil, com práticas sãs, seguras e consensuais, o dever e compromisso já discutido em negociações de servi-la como submisso ou serviçal. A dona pode exigir, além do que já está firmado como padrões de comportamentos, a entrega a sua dona por completo como seu submisso de corpo e alma. Doar-se, abrir mão dos seus direitos como um cidadão livre e bens materiais para ficar aos pés da nova dona e mudar essa condição se colocando nas mãos dela e respeitando todas as decisões posteriores depois do contrato assinado. A partir de hoje, todas as suas vontades e do seu querer dependerá das necessidades da sua dona. Pensar em mim em primeiro lugar em tudo que fará na sua vida e colocar sua dona acima de todos seus anseios. Esse contrato é para que todos saibam que você será para sua dona uma posse, objeto ou um brinquedo de uso pleno e absoluto visando a satisfação da dona.
Segue-se o que foi acordado anteriormente nas negociações verbalmente e de comum acordo, agora por escrito as normas que deverão ser seguidas pelo escravo:
1. Como escravo, deve contribuir com serviços designados pela dona, se apresentar no horário comercial no lugar indicado para prestar tal serviço.
2. Deve respeito a sua Senhora e ficará à disposição para servi-la como ela desejar tendo como obrigação principal dar-lhe prazer erótico e prazer servil como se preconiza no BDSM.
3. Ficar sempre atento a todas as regras do BDSM e seguir literalmente a liturgia estabelecida, onde ele se coloca na posição inferior a sua Dona. Dar atenção a todos os amigos que sua dona obrigar e desejar que o submisso sirva.
4.  Todas as despesas decorrentes das sessões, viagens ou visitas em que sua dona e seu escravo tiverem, fica por responsabilidade do escravo, inclusive gastos com os preparativos para tais eventos, como vestuário específico ou artigos necessários para tortura do servo ou, embelezamento da dona.
5.  O escravo tem o compromisso de se apresentar na presença de sua Rainha para que ela possa desumanizá-lo (role play) ou despersonalizá-lo (humilhação verbal ou de outra natureza) a seu bel prazer.
6. Está previsto punições sem prazer, somente com a possibilidade de sair da relação e nunca mais servir a dona, caso o servo desrespeite qualquer ato firmado nesse contrato.
7. O Escravo permite que esse contrato seja publicado e fixado nas páginas pessoais da Rainha como forma de compromisso e exposição da sua atual situação
8. O Escravo obrigatoriamente usará a coleira virtual, sendo que ao se apresentar nas redes sociais será obrigado a identificar em seu nome que pertence a sua dona e Rainha.
9. Somente a rainha tem o direito de destinar as funções e obrigações do escravo, dessa forma, ele terá que dar satisfação de todos os seus atos, senhas de bancos, redes sociais e tudo que for privativo.
10. Assinado de livre e espontânea vontade de ambas as partes e como testemunha as pessoas que irão curtir essa publicação.


Feminização e Sissy no BDSM



Existe uma demanda de homens que tem o fetiche de se vestirem de mulher e se entregar a uma mulher cruel e tirânica como submissos e essa convergência de interesses desemboca inevitavelmente na inversão, colocada por muitas dominadoras que entrevistei como sendo o clímax da entrega de um homem ser invertido por elas e do lado de quem curte, o prazer máximo de ser dominado, mas chegar a esse ponto é muito esforço de ambas as partes e portanto irei enfatizar nesse artigo apenas o lado do submisso homem que deseja se entregar como escravo real a uma dominadora mulher.
Existe uma diferença entre feminização em si e Sissy. Um homem que gosta de usar calcinhas de mulher, pode buscar algo mais nesse fetiche ao completar usando uma peruca, vestido de mulheres e sapatos femininos e até maquiagem. Já li entrevista de homens que iniciam sua transformação na feminização em lojas brechó e depois vai se aprimorando.
Uma Sissy é algo muito diferente, pois o homem que se pretende ser Sissy tem na sua mente o desejo de ser “submissa” a alguém, ser usada e buscam a perfeição na vestimenta feminina, como se fosse uma boneca. Na maioria dos relatos de sissys no Brasil é claro que esses homens são masoquistas e preferem que suas donas os transformem naquilo que elas tem em mente, já que são mulheres e sabem mais de como deve se vestir, maquiar ou comportar-se. Dessa forma, já fica evidente que a tarefa é muito mais árdua para o submisso, pois ele vai ter que se submeter ao que a dona determinar que use e faça. Obviamente nada que se faça não foi negociado anteriormente entre ambos, isto é, tudo é consensual, mas tem situações inesperadas ou imprevistas e ai vale o bom senso.
Ser uma Sissy envolve algo evidente que será passível de ser público, isto é, uma Sissy criada pela dona ficará a seu dispor, na sua casa ou na dela e pessoas ligadas ou não ao BDSM irá ver a relação, seja como uma empregada doméstica ou serviçal, é muito estranho na nossa sociedade ver um homem vestido de mulher servindo outra mulher, mas essa é para muitos o desejo e a demonstração máxima do poder de sua dona, exibir sua obra a outros, notadamente o exibicionismo faz parte dessa prática.
Dessa forma podemos ver a diferença entre uma feminização ou Cross Dressing em inglês de uma Sissy, entendendo que a feminização é fruto do desejo de alguém e ele próprio irá se transformar e nem sempre é necessário se submeter, mas a Sissy é a transformação de uma pessoa masoquista em uma boneca pelas mãos e desejo de sua dona. Algo a se salientar é que se tornar Sissy não é uma punição, mas o desejo de ambos e que a dor, ser púnica fisicamente está mais ligado na prática da disciplina e treinamento do que no prazer, na erotização da dor dos masoquistas, embora na situação de D/s ser punida pela dona com motivos reais é uma forma de prazer e demonstração do poder da dona e humilhação do submisso Sissy.
Posto toda teoria acima, temos que colocar pontos básicos da prática. Para ser Sissy não basta usar calcinha e sutiã e um vestido. Como as mulheres tem curvas, se faz necessário usar uma cinta modeladora e ao usarem já é um momento de puro prazer. Quanto a mama, ou a falta dela, existe grupos que podem ajudar a comprar tais próteses, principalmente grupos como “Amigas do peito” que fornecem próteses mamárias para mulheres que foram mastectomizadas devido a câncer de mama. Ai vem a peruca, sapatos e acessórios que inicialmente compra-se me brechós até que a dona vai formando como desejar sua sissy. Uniformes de empregadas, tipo French Maid é facilmente encontradas em Sex Shop.
Como vimos, diferente da maioria das práticas BDSM, essa tem um custo elevado. Dependendo do desejo da dona, se é uma peruca fantasia de carnaval ou se é algo mais requintado, se são sapatos femininos ou se é um salto alto, cada coisa que se monta vai ter um preço e um prazer imenso para ambos, já que esse tipo de relação se pretende ser algo mais permanente e duradouro.

Senhora do Castelo 4.0 Plus
https://leopoldoverne.wixsite.com/meusite-1/single-post/2017/11/09/Feminiza%C3%A7%C3%A3o-e-Sissy-no-BDSM

Hormonização na feminização e BDSM


A hormonização é o ponto mais radical e perigoso para a saúde do escravo e, portanto, deve ser acompanhada por profissional qualificado.
Uso a feminização, que se baseia na “montagem” do submisso para cenas de variadas formas, dependendo da fantasia em que ele será usado para inversão, só monto como putinha para enrabar, nesse sentido, pode incluir pintura das unhas, maquiagem, peruca, lingeries ou mesmo vestidos e saltos.
Em relação a Sissy, eu tenho as três modalidades, empregada doméstica com avental ou mesmo roupas velhas e rasgadas, maquiagem e peruca. Pode ser dama de companhia da Domme, cuida das coisas pessoais e pode cuidar dos cabelos e unhas, mas para tal, ela tem que ter curso de manicuro, pedicuro e cabeleireira. Tenho também Sissy slut, monto-a como uma puta. Essa se hormoniza, se arruma e vai para o ponto para atender clientes que procuram esse tipo de serviço.
Sempre reforço a atenção para a questão da saúde, do mais quero que ela tenha formas femininas, diminuição dos pelos, voz efeminada, mais fina, formas mais arredondadas, peitinhos de verdade, pois eles crescem e eu “mamo demais. ”
Essa prática que deve ser acompanhada por endocrinologistas e pode tanto servir para transexuais como para cisgêneros. Trataremos aqui somente esse último tipo.
Uma das consequências após o início do tratamento é a depressão, pois os hormônios alteram o estado psicológico além das alterações corporais. Quanto aos hormônios temos que destacar que para cada faixa etária existe um tipo de medicamento. Além disso existe a questão do tempo de uso, pois até 4 meses pode ser reversível, além desse tempo são quase irreversíveis as transformações corporais. O fato é que para haver modificações físicas serão necessários dois anos, e finaliza em cinco anos.
Lembrando que a utilização dos hormônios é para a vida toda e pode gerar problemas hepáticos e lesões hepáticas graves ou até irreversíveis. A melhor idade para iniciar a hormonização é entre 18 e 28 anos. A maioria utiliza os hormônios injetáveis associado a um hormônio oral diário ou em gel, evitando mudanças hormonais drásticas.

Por Senhora do Castelo 4.0 Plus.

Feminização no BDSM



Minhas últimas postagens da versão Plus da Senhora do Castelo ressuscitaram de forma inesperada meu blog. Duvidas, pedidos, entrega e principalmente como é isso?
Eu já postei inúmeros relatos sobre isso, mas ainda muitos têm dúvidas e é impossível responder tudo por aqui, já que cada um tem uma fantasia dentro da sua vivência ou desejo.
Muitos me perguntam se isso é algo forçado ou condição para a entrega. Depende. Normalmente quem vai praticar a inversão, a feminização é desejada. Os que tem resistência a esse tipo de fetiche, eu incentivo ou até obrigo e tudo tem limites e safe-word, mas quem segue para a feminização sempre me agradece beijando meus pés e marcando o novo encontro.

Outra questão é o como fazer? Que roupas? Que maquiagem? Se eu sou perfeccionista, eu exijo o que é a melhor forma da pessoa se sentir minha menininha, com salto alto, lingerie completo, calcinha, sutiã, vestidinhos e peruca, tudo com delicadeza e qualidade, posições, gritos, trejeitos, caras e bocas, senão, punição a base do chicote. Serão invertidos, seja como for.
Para as cadelas que não tem experiência nessa prática, mas deseja, deverá seguir todas as minhas normas e regras, não abro mão de que serão minhas cadelas, minhas escravas e eu possa currar, humilhar e se precisar surrar, porque sou sádica, para os que merecerem, tomarão minha urina.
Finalmente, servir-me perante outro sádico, servir um dom juntamente comigo, isso ocorrerá apenas com um ou outro, e somente os que merecerem.
Não pensem que virão ao meu calabouço para um desfile de miss ou de boneca, ou que aqui é uma escola para sissys ou travestis, nada disso e não tenho nada contra, mas eu sou uma sádica e serei seu macho alpha na hora de currar seu rabo, portanto só admito escravos, não serei boazinha ou sua instrutora, mas sim sua dona e portanto, quem não leu o texto “Senhora do Castelo versão 4.0”, é bom se informar, pois agora eu tenho um Plus a mais.

Por Senhora do Castelo 

Senhora do Castelo 4.0 Plus.



Muitos escravos que leram meu último post sobre o que vem para o ano novo, estão divididos, uns querendo aprender como serem minhas cobaias, outros já reconhecem meu novo estilo e estão disputando uma vaga na minha senzala, que já mantenho há duas décadas, e nela venho transformando macho em cadela para meu bel prazer, pois escravo bom para mim é aquele que eu faço inversão, sendo eu o macho alpha,  e tem mais uma parcela que desejam serem, além de invertidos por mim, deixarem outros machos convidados meus para desfrutar da putinha que está aos meus pés no momento, mas quem comanda sou eu.
Perguntada sobre qual o prazer que sinto invertendo, simples, libero o macho aprisionado em meu corpo. Porque eu quero feminização agora? Para desempenhar com maestria a função de minha fêmea, comer o rabo da minha fêmea vestida de fêmea como deve ser, vestidinho, maquiagem e salto alto, porque eu mereço e a quero totalmente passiva, a boa moça que  vou  transformar, penetrar, com strapon, com a língua e com os dedos, claro que depois será surrado ao meu gosto, porque sou sádica ao extremo, nem pensem que vão se livrar da dominadora e se pedirem água, receberá o meu xixi. Isso sim é a verdadeira inversão de papéis. Portanto, aos que não estão acostumados ou precisam de auxílio na “montagem de seus papéis” eu darei esse Plus em ajudá-los, mas depois será minha cadela.
Senhora do Castelo 4.0 Plus

Preparando para o ano novo


Que bom poder voltar a postar no meu blog, certamente porque minha caixa de e-mail vive cheia e a esmagadora maioria implora para que eu continue publicando, mas já aviso que sempre existem mudanças.
A cada ano tem uma versão da Senhora do Castelo, devido a riqueza de conhecimentos adquiridos, por não ficar sempre batendo na mesma tecla e por necessitar de coisas novas no meu castelo.
Esse fim de ano o presente de papai Noel chega no mês de Novembro, pois já vou adiantar meu novo perfil. No ano passado eu vivi a versão 4.0 da Senhora do Castelo e quem não conhece, tem um post explicando. Esse ano será mais radical. Eu sou considerada a grande dominadora que faz inversão e reconhecida por isso, tanto que até escravas do sexo feminino me procuram, tudo bem, sem preconceito embora eu não curta mulheres, mas já que sou inversora, quero mais, muito mais dos meus escravos, principalmente as cadelas que me servem, quero serviço completo, isto é, quero que apresentem-se como uma verdadeira Sissy ou senão, que se entreguem por completo para que eu as torne totalmente minha mulher. Isso mesmo, nessa nova fase da minha vida como dominadora eu quero ser, além da maior inversora no BDSM, uma dominadora disciplinadora que curte feminizar meus submissos.
Finalmente, deixo claro que na dominação eu serei muito mais exigente, dura e crítica e até me proponho a ajudar na transformação de um macho a uma linda pequena mulherzinha, com maquiagem, vestido e salto alto, não farei por menos.
Essa postagem é só para avisar que estou de volta com força total e a partir de hoje iniciarei semanalmente postagens sobre o que desejo e espero das minhas cadelinhas, tudo o mais se mantém, sou sádica, sou dominadora e ainda estou na versão 4.0, mas agora será Senhora do Castelo 4.0 Plus.
Aos meus pés.

Por Senhora do Castelo.

Descarrego



Parece-me  que estão tentando entender uma Senhora sádica com experiência e com gana de sacrificar cadelas que se mostram rebeldes, isso já passou do limite tolerável, eu sei quem sou, e sei como colocar uma coleira, seus vermes, dessa forma, qualquer candidato a rastejar a meus pés, mendigar minha atenção, desejar ser currado severamente por uma inversora com sede de dominar, deve estar apto a ficar de 4 perante mim, eu não vivo de brisa, nem de teoria, eu tenho escravos e candidatos,  portanto não sou eu quem devo me adaptar a suas vontades e críticas, meus animais são vocês que têm que latir muito para poder vir de rastejando implorar minha atenção, sentir o estalar do meu chicote e implorar para darem-se por completo a mim, sua dona e senhora do castelo, portanto, saibam que tudo tem um preço e disso eu não abro mão para ninguém, não sou rica, mas sou poderosa, não tenho posses, mas tenho um macho em mim que dobro qualquer ser inferior que ainda pensa que pode ser homem tenho uma necessidade, de domina-los, de traze-los de 4 para me servir,  currar,  inverter e para isso exijo o mínimo de respeito  a minhas leis ou as sigam ou sigam em frente com outras adestradoras com paciência, pois a minha já terminou.
Por senhora do castelo


Cadelas são cadelas.



Todos sabem que minha prática preferida é a inversão e vira e meche aparecem mulheres implorando para que eu as aceite como escravas. Eu não tenho nada contra, pois em minha concepção, escravos, cadelas ou sub-humanos tem o mesmo tratamento, uso como capacho em que eu piso, cuspo e prendo no canil. Homens são minha preferência, pois a inversão é a prática da humilhação em tornar um macho em uma mulherzinha nas minhas mãos, para serem currados, chicoteados e usados quando, onde e quanto tempo eu desejar.
Quando me perguntam se minha prática não entra a desumanização eu respondo prontamente um grande não, imagine desumanizar uma pessoa e tratá-la como animal? Como um objeto? Nada disso, pois animal a gente cuida, dá carinho e alimento e jamais maltrata, mas meus escravos eu tenho um prazer sádico insaciável de fazê-los sofrerem, de pisar forte e ouvir seus gemidos, de castigá-los, pendurados numa torre enquanto eu durmo e se for acordada por algum desses seres que usam minha coleira, coitados, pois sofrerão a fúria da sua dona empunhando meu chicote e por isso o medo os fazem ficarem quietinhos velando o sono da sua rainha.
Por isso e nesse sentido, eu não chamo de desumanização, já que animal é muito bem tratado e minhas cadelas são literalmente lacerados pelas minhas mãos, xingados até chorarem ou humilhados comendo ração da minha boca enquanto eu tenho uma refeição como deusa tranquilamente. Quem viu um vídeo onde eu realizo um play com um casal de cadelas, viram eu brincando de forma pueril jogando a bolinha para buscarem se arrastando como vermes  chão aos meus pés, mas não viram quando eu os amarrei de mãos unidas para o alto e com meu chicote de várias tiras de couro, comeu suas peles e para humilhar mais eu obrigava a contar cada lambada que eu metia em seus corpos cansados de gatinhar de 4, a posição que jamais deveriam sair. Para meu encanto, quando eu relato essas torturas aparecem mais e mais sub-raças desejando a minha mão pesada nas suas caras e imploram para serem torturados como esse casal de cães sarnentos. Claro que eles dormem no chão gelado e duro enquanto eu descanso meus braços de tanto spank e meu corpo de tanto currar, que prazer.
Como perceberam, a mais nova aquisição do meu canil é fêmea e poderiam falar que não é inversão e que existe algo estranho por ser uma mulher. Não é inversão, realmente, seria pegging com uso de strapon e do mais nada, não vejo a questão de ser mulher ou homem na minha dominação ter alguma conotação de homossexualidade, nem de desumanização, pois quando estão subjugados são meramente seres servis para que eu os use como eu desejar, são escravos sem direitos além do que já foi acordado. Eu sou sádica, sou inversora e mesmo sendo uma mulher, o sadismo fala mais alto e o desejo de tornar uma massa de moldar nas minhas mãos vem além do sexo masculino ou feminino, portanto, não tem nenhuma conotação de lesbianismo, não que eu tenha algo contra, mas é bom frisar que eu não mudei minhas preferências, se é inversão, eu tenho que usar, sim usar mesmo e esse é o termo, usar homens, porque eu os humilho ao ponto de torná-los uma linda mulherzinha que vem beijar meu cacete e lamber minhas mãos como cadelas, mas esse desafio de dominar uma fêmea mostrou a minha disponibilidade de verter no meu chicote alguém do meu sexo e, ai sim, desumanizar, humilhar e ser convertida a um animal comendo nas minhas mãos.

Por Senhora do Castelo

Desumanização - Despersonalização



Dentro do que chamamos de D/s, que se trata de uma prática basicamente mental, psicológica, a busca do submisso é justamente ser desumanizado pelo Top, portanto, exige muita competência desse Top em colocar seu sub em condições desumanas, mas temos que lembrar que temos três aspectos distintos no que se refere a essa modalidade:
1)        Despersonalização, que consiste em mantê-lo como ser humano, mas num patamar de inferioridade em relação a todos e submisso a apenas um como escravo ou submisso. Dessa forma envolve xingamentos como verme, puta, estrupício, imprestável ele sente tesão em ser nomeado como algo sujo, inferior, inútil, ele se despe de sua personalidade e de seus valores para assumir aquele prazer em ser tratado como um pequeno nada. Essas humilhações verbais podem ser aplicadas nas práticas de Servidão doméstica ou servidão consensual, Castidade forcada do submisso, Humilhação erótica e Servidão sexual.
2)        Desumanização que seria tornar o bottom em algo que não é humano, o mais conhecido é justamente o ponyplay ou o petplay. Nesse caso, o sub é tratado como um animal de estimação, dormindo como um animal, comendo no chão, se comportando como animal de 4 patas ou rastejante e o principal e controverso, não verbalizando como humanos, mas somente emitindo sons do bicho que se converteu e para tanto, deve-se atentar muito com o modo de interromper a cena com algum tipo de sinal substituindo o safe Word, já que se ele falar, perde todo o contexto da desumanização.
        3)        Objetificação que seria transformar o submisso em um objeto inanimado, como um descanso para pés (rest feet), mobília, cinzeiro e o que mais eles gostam de ouvir seus Tops chamarem: Capacho. No site “Cantinho da Eve” ela cita a forniphilia o fetiche de mobília, ou furniture fetish em inglês o bottom passa a ser um objeto que terá utilidade para seu Top, não falam e nem se movem, mas não são providas de vida. Logo, toda a ação da mobília vai consistir no Top montando-a. Coisas muito legais é quando sou um rest feet e a domme fala, não está bom, fique mais baixo, mova-se para o lado, enfim, uma mobília que vai se adequar ao conforto do Top ou também o contrário, mesa de centro, por exemplo, onde eu devo ficar absolutamente imóvel e ela colocará copos, pratos e garrafas para uma refeição, me arrumando, organizando para que eu possa sustentar, segurar, equilibrar...
Por Senhora do Castelo.

Refletindo sobre o prazer da dor.



Antes de iniciar meu tour de férias, gostaria de trazer um diálogo entre mim e meu professor que fez indicação do livro Objeto do Prazer do Professor Dr. Osvaldo Rodrigues Jr.
Existe um capítulo sobre sadomasoquismo e esse é o foco de minhas pesquisas teóricas e certamente nada me surpreendeu, além de trazer uma reflexão das minhas aulas teóricas confrontadas com a minha vida prática de mais de 20 anos com meus submissos e, portanto, vamos lá...
Nesse texto, temos a presença de um psicanalista que é um dos que mais pesquisou o sadomasoquismo, não se fala em BDSM, mas está totalmente implícito, nas falas do autor (Rodrigues Jr) nas suas considerações finais e o que me chama para esse debate é o fato do psicanalista Stoller questionar que não existe “instinto de sofrer”, que isso é anti-natural, que não existir uma pulsão sadomasoquista como Freud já abordou exaustivamente em seus textos.
Stoller diz que o indivíduo tem incapacidade de se livrar do trauma infantil que viveu, revivendo-o concretamente, seguindo o pensamento psicanalítico de seu autor de referência Sigmund Freud, já falamos diversas vezes sobre isso aqui nesse blog. Uma questão universal para o homem de buscar entender a razão lógica de alguém se entregar aos prazeres do sadomasoquismo e já debatemos muito quando postei textos da teoria comportamentalista (Behaviorismo) e que a melhor explicação ainda é a de Freud. Dessa forma eu prestei muita atenção nessa colocação, já que ele é freudiano e de certa forma ele está indo contrário ao que o mestre falou e escreveu. Acredito que ainda precisam de muitos mais estudos e mais aprofundamento sobre o assunto para eu poder considerar o que ele disse, já é sabido que o sadomasoquismo ainda faz parte do cid 10 de doenças psiquiátricas no DSM 4, manual dos EUA, embora isso me espanta, porque fica uma visão negativa do BDSM, mesmo com um site que busca retirar nossa prática no ReviseF64.
A questão desse capítulo é entender a origem do BDSM, não só na visão de Stoller, mas do Professor Oswaldo Rodrigue Jr. Como surgiu o BDSM?
O livro todo tem teor informativo, onde ele fala do contexto histórico de práticas sexuais em geral, aborda uma visão psicanalítica, retoma a questão da repressão, da punição por se deixar levar por tais instintos/pulsões como queira chamar, o Dr. Oswaldo busca desmistificar uma visão patológica ou como desvio sexual de todas as formas, tenta dizer ao público e profissionais até onde uma prática está dentro da normalidade e o que é patológico, buscando embasamento cientifico ao longo da história e  por pesquisas de campo, porém,  ele conta sobre as variações sexuais ou desvios, bem como os objetos do prazer. Tudo que está no capítulo é o que pratico de forma rotineira nessa minha vida depois que eu me reconheci Sádica/Dominadora. Até aí não vi novidade nenhuma. Mas se me escapou alguma coisa foi o fato da definição atual do que é Sadomasoquismo: É uma fantasia? É um desvio? Porque ainda está no DSM4 e no código internacional de doenças?
Começamos com a primeira: ...é uma fantasia? Eu tive mais de 400 homens que se entregaram a mim, seja por um curto período de tempo de uma sessão (mínimo de duas horas) ou por longos períodos (um ano, como por exemplo, bruno castelo) e jamais saíram de seus personagens, aliás alguns mantêm a mesma postura ao falar comigo até hoje, porque seguem a liturgia ou porque o são assim? Pouquíssimos que mantiveram contato comigo nesses anos que domino no real mudaram de postura e a esmagadora maioria ainda mantém contato periodicamente no meu chat desde que os dominei e refiro-me á submissos que dominei há mais de 10 anos atrás, que permanecem submissos, mesmo que não a mim, mas por outras que se casaram ou se entregaram, porque sentem necessidade de serem dominados. Hoje eu não posso responder a essa pergunta objetivamente ou de forma categórica sem respaldo científico e tudo depende de que forma se olha para o bdsm, se o olhar como comércio, produtor de fetiches e a realização, sim é uma fantasia, se olhar como uma alma submissa que tem necessidade de controle, de ser preso, amarrado, espancado, controlado, não pode ser de forma alguma uma fantasia, pois do contrário não se sentem vivos e eu pessoalmente não acredito ser e como eu falei, somente um estudo aprofundado, muita leitura, eu poderia esboçar algum pensamento concreto e objetivo sobre um assunto tão complexo que envolve o lado mais obscuro do ser humano, esse mesmo ser sofre forte repressão desde seu nascimento, precisaria se levar em conta todo o processo histórico de quem o percebe e fala dele, enfim, não sei responder e o livro não me ajudou nisso.
Estou lendo Freud o texto “Totem e tabu”, porque eu acabei de estudar nesse semestre e achei muito importante para minha formação, não sei, as vezes identifico comportamentos dos meus submissos muito semelhantes ao que Freud cita lá.
Então para vocês não terem uma crise de abstinência dos meus posts, fica aqui essa reflexão, mas preciso que debatam, comentem para que eu sinta mais necessidade de postar para vocês, pois senão... chicotes e pisadas.


Por senhora do Castelo 4.0.