Asseio e cheiros


Aqueles que desejam inversão comigo devem observar duas coisas sobre cheiro, não suporto cheiro que não seja o perfume, dessa forma, cadelas que querem dar seu rabo a mim, atentem para o perfume, as colônias e as roupas sem naftalina e a outra coisa é não fumar. Tenho rinite, mas além de não fumar, não beber e isso faz parte do BDSM, mas se deseja ser uma Sissy, por exemplo, e ter uma dona para servir de empregada doméstica ou secretário pessoal usando seu traje específico, que são os pedidos mais comuns da submissão masculina, lembre-se que estará na condição de servidão sujeita a surras memoráveis caso eu não fique satisfeita com os serviços ordenados como prova da sua entrega e posição inferior.
Além da limpeza da casa da dona, ela própria deve se mostrar muito asseada e limpa para poder massagear meus pés, realizar serviços de pedicuro e manicuro de quem eu ordenar, auxiliar no banho, cuidar do cabelo e dos meus sapatos, botas e roupas. Se for uma boa sissy, cozinhar e servir. Uma empregada sissy poderá ter o privilégio de ter o pênis trancado em um dispositivo de castidade para impedir a liberação sexual. A sissy tem que suportar a vida de abstinência e deve se contentar sendo invertido por mim sem a masturbação, pois não suporto o cheiro do prazer do homem, portanto castidade forçada.
Uma CDzinha se contenta em vestir-se como mulher e a peça fundamental é usar uma calcinha. E essa com certeza é a porta de entrada para o universo da feminização forçada, outra prática que adoro seguida do bi forced ou para quem não conhece, servir a um mestre que posso convidar para a cena. O primeiro passo na formação de uma CD é o uso cada vez mais frequente de assessórios femininos no dia a dia, inicialmente o uso de calcinhas e soutiens e/ou camisolas para dormir.
Outros artigos de roupa íntima de mulheres, tais como meias, saltos altos, corpetes, saias, vestidos, são muito utilizados. Bem como perucas e maquiagem e claro que isso não interfere na sua orientação sexual, mas para mim será minha cadela, somente minha e eu seu macho, não abro mão da fidelidade.

Diferentes estilos e resultados do tipo de treinamento implementado por mim, darão meu prazer sem se importar com o seu prazer que será unicamente me servir e ser currado pela dona. Dependendo do objetivo no jogo eu posso iniciar a sissificação (forçado ou voluntario) e ensinar esse homem aprender a agir de forma graciosa e feminina, prestando serviços de empregada doméstica, secretária ou puta, entre outras. Esses jogos são combinados com a tortura do pênis e das bolas (CBT), bem como o uso de dispositivos de castidade masculino (Cinto de castidade).

Por Senhora do Castelo Plus

Os preparos para a inversão.


Muitas cadelas querendo ser invertidas, perguntam como devem se apresentar e se preparar para tal situação, digamos, o antes e o depois da inversão, mas esse antes não é somente os minutos que antecedem a curra em seu rabo. O todo importa? Beleza, idade, condição financeira?
Claro, seria hipocrisia dizer que não, mas vamos lá, existem diferenças do que é beleza no caso de quem deseja se submeter a uma rainha sádica inversora como eu e já postei várias vezes sobre as condições da inversão, pois temos um modo especial de conduzir um encontro e o preparo, temos roupas adequadas para mim, meu strap on preferivelmente de silicone e com todos os complementos, camisinha, cremes hidratantes e vaselina, mas a cadela tem que estar aparentemente atraente com seu rabo balançando para sua dominadora, com posturas e falas submissas, de obediência e aparente medo, pois lembrem-se que sou sádica e não abro mão de torturas nos genitais, mamilos e massagens eróticas no seu rabo.
Eu não preciso ficar gritando, dando ordens baixinho é melhor ainda e com material suficiente para amarrar meu cão, ou melhor, cadela a meus pés.
Idade traz consigo a maturidade, o discernimento, as experiências e tem-se que separar joio do trigo, avaliar a dedicação da entrega submissa e ao se entregar para alguém tem que estar realmente comprometido, levar a sério o momento de inverter um homem à condição de mulherzinha, coisa que a maioria diz que ser tão fundamental e que os fazem sentir-se vivos.
Exige-se determinados padrões para tal prática, modelos para se vestir e não estamos falando de corpos malhados, mas higienizados e preferivelmente depilados, totalmente impecável e imaculado para ser currado e isso incentiva a minha imaginação de desejar currar, mas esse rabo não basta estar depilado e lavado por fora, tem que estar lavado internamente por enema ou chuca.
Na vida real eu encontro pessoas das mais diversas profissões, rendas e padrões sociais adeptas desse universo da inversão e a idade varia,vai dos 18 aos 60 anos.Muitas acima dos 40 reprimiram suas chances,acreditam somente numa entrega real e eu sou uma das que posso dizer que tenho 99% de acertos aos que passaram pelo meu strap on,
dessa forma, os cuidados iniciais é com você e eu garanto os cuidados posteriores com discrição, entendimento, conforto e muita dor, pois sem dor, sem ganho, esse sempre foi meu lema.

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Quero escravos reais


Quando se fala que o BDSM é um jogo, eu digo que não jogo, pratico, que não represento, sou de fato uma sádica inversora e se não existem masoquistas reais e verdadeiros, que estejam no jogo somente para fingir, se aproveitar da minha experiência e ter prazer por apenas um capricho, podem esquecer de meu Castelo, pois estou numa posição muito superior a esse BDSM que vejo hoje no Brasil.
Quem vier a mim estará numa posição 100% submissa, em tempo integral (TEP), 24 horas nos 7 dias da semana e, caso precise manter seu lado baunilha no trabalho, somente aí terá liberdade, por outro lado eu possuo condições de dominar sua mente, seu corpo e isso não é possível negociar, mas sim analisar, pois é regra do BDSM. Sou aristotélica, absolutamente prática e, portanto, real, mas existem dois problemas: O primeiro é que eu também tenho uma vida baunilha que precisa ser preservada, colocar o desejo do submisso em prática sem que eu e ele sejamos expostos, ser sádica, desferir 100 chicotadas quando necessário, limitando a exposição. O segundo se refere a localização de meu Castelo, meu reino, que situa no interior paulista, portanto, barreiras geográficas não oferecem condições totais para que eu reine noutro lugar, nesse sentido, para estarem aos meus pés, os candidatos se deslocam, que se rastejem até meu castelo, implorem por atenção e clemência, tudo dependerá de seu bom comportamento e aptidão para inversão, de preferência uma CDzinha prefeita ou Sissy, melhor ainda.
Agora dentro da prática em si, caso essas duas condições acima sejam ultrapassadas, as coisas acontecem de fato e são reais. No caso do espancamento tenho instrumentos de várias modalidades (chicotes, chibatas, padle, cane, etc) próprias para seres humanos, embora eu os trate como cadelas e mantenha o cinto de castidade. Na inversão, os instrumentos destinados ao BDSM, plug, enema, strap on etc. Isso é real, não venham achando que abrirei concessões, eu deixo marcas, não hematomas, mas quem passou por minha dominação sempre volta, leiam o artigo Cativeiro psicológico, enfim, ninguém em sã consciência se submete a tais castigos simplesmente para um fetiche de inversão ou feminização, pois isso não é teatro. Do lado da dominação, os homens preferem ser tratados como serviçais e geralmente buscam servir de fato, mesmo como secretários, mordomos, mas principalmente empregada doméstica, tem prazer em se vestir como empregadinha ou mulherzinha e realizam de fato o serviço de limpeza da casa, passam roupas de sua dona, cozinham e por aí vai. Claro que é real.
Eu garanto ter a destreza para lidar com essa realidade, conduzir para que se transformem, a partir daí é o que chamamos de doutrinação, que integra disciplina e castigos, também faz parte desse ritual, simplesmente serem usados como pet, e finalmente os que curtem bondage, terminarão imobilizados ao meu dispor, mas eu decido quando currar e quanto tempo durar meu desejo de inverter.
Portanto o BDSM é real nas práticas, o sofrimento causa dor real, a submissão deve ser real, pois eu exijo satisfação e obediência ao que eu ordenar. Do mais, tudo é negociável e o prazer é real.


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Cativeiro Psicológico




Esse termo é muito pouco utilizado no BDSM e seria mais ou menos o equivalente ao termo paixão no mundo baunilha. Dentro da filosofia da antiguidade já se fazia a distinção entre amor, dentro da obra O Banquete de Platão, que se refere a um desejo do outro, racionalizado, pensado, filosófico por assim dizer. Paixão vem da palavra Pathos, que no mundo moderno deu origem a palavra patologia e dentro dos escritos de Platão existe um relato onde Sócrates retira Alcebíades perdidamente largado pela paixão nos braços de suas amantes dizendo que há razões do conhecimento e do pensamento para que ele tenha tal comportamento e atue dessa maneira, já Platão analisa filosoficamente e diz que Alcebíades é um agente akrático, isto é, dominado pela fraqueza da vontade onde a paixão domina seu comportamento descabido, impetuoso e apaixonado.


Ambos condenam o comportamento desregrado de Alcebíades porque priorizam o espírito, aqui entendido como razão, em relação ao corpo, aqui obviamente o tesão, a excitação sexual.
O agente akrático (incontinência) é aquele que tem a vontade quebrada por uma paixão, embora Sócrates enfatiza que quando mudamos de comportamento não é por uma paixão, mas por uma outra razão , isto é, por um conhecimento que fará sentido para ele, Platão explica que a pessoa vem vivendo em uma direção, uma determinação, um objetivo de vida, tendo um comportamento exemplar e de repente surge uma paixão que interrompe seu comportamento e sua vontade perde sua determinação, ele vinha caminhando em uma direção para fazer o que é certo e cede diante de uma paixão, e para Platão, discordando de Sócrates, não há nada que explique isso como disse seu mestre, mas que simplesmente ele é fraco em suas determinações, então essa pessoa que muda tudo na sua vida por uma paixão tem fraqueza da vontade, enquanto Sócrates fala que o que se tem é uma mudança de percepção, de pensamento de conhecimento e jamais fraqueza da vontade.
Quem me conhece sabe que eu gosto muito de Nietzsche que tem um conceito central na sua filosofia chamado de vontade de poder ou vontade de potência, principalmente no seu livro Humano Demasiadamente Humano, livro que influenciou definitivamente Sigmund Freud porque ele fala de uma força psíquica, um desejo de dominação sobre os homens, tanto beneficiando quanto ferindo-os, e depois essa força interna que nos motiva em direção ao outro, possuir o outro foi renomeado por Freud como Libido e por nós como tesão mesmo. Dessa forma Nietzsche coloca Platão como o filósofo dos fracos porque ele vê a paixão como fraqueza da vontade e, portanto, ele prefere ver que todos nós temos condições psicológicas, forças internas e desejos que nos faz desejar o forte. Enfim, nós somos quem decidimos nossa moral, comportamentos e desejos sem nos preocupar com o que os outros vão julgar, que aí é outra história.
No meu mundo eu domino dentro do BDSM, pois fora tenho que batalhar contra as barreiras da nossa sociedade que não aceita esse estilo de vida. Não me apaixono, não sou entregue a rompantes por ninguém, claro que uma perda vai me fazer sofrer, não sou de ferro, mas paixão mesmo eu não tenho, amor sim, mas o amor filosófico, o amor pensado, por isso que tenho sempre interrogatórios e entrevistas antes de me envolver como dona e com isso é que eu chego no que eu  denomino de cativeiro psicológico, pois quem  passa pelo meu cativeiro real, sob meus pés, é currado e invertido por mim fica a minha mercê mesmo depois que encerra nossa relação ou cena, todos voltam um dia dizendo, sai, namorei, casei, ou servi outras dominadoras mas a Senhora nunca saiu do meu pensamento. Tem um caso muito emblemático de um submisso que viveu comigo me servindo na minha casa como escravo total 24/7 e depois rompemos e 3 anos depois está implorando para voltarmos a viver o que vivemos, outros com uma única sessão ficam aprisionados a mim psicologicamente.
Eu poderia dizer que todos que se apaixonaram de fato por mim estão no cativeiro psicológico, pois fazem declarações e demonstrações de amor. Eles mesmos afirmam que viver nesse cativeiro psicológico é a melhor coisa de suas vidas e existência, porque tiveram a coragem de mudar o rumo de suas vidas racionalmente como disse Sócrates.

Por Senhora do Castelo Plus

Rainha Imaculada


Eu escuto cada coisa e leio tantas outras que me impelem a deixar algumas coisas bem claras em relação a sexo. No meu castelo só existe uma forma de sexo e de entrega, a inversão, sendo eu o macho alfa, uma inversora sádica e estou pronta para tal, já fiz muita coisa que somente com permissão dos envolvidos eu poderia colocar aqui.
Sempre falo que meus relacionamentos são sérios, passa de um ano e invariavelmente meus escravos se apaixonam por mim, paixão doentia, amor delicado, sempre adoram e desejam voltar depois que os chuto das gaiolas. O ditado de quanto mais são chutados, mais gostam é verdade, não estou sozinha nunca, mas não esperem piedade, não esperem carinho ou nada que seja perto da baunilha e não brinquem comigo, pois eu sou de veneta e faço o que quero, não o que pedem, mas meus instintos sádicos podem fazer coisas que os tornarão irreversíveis.
Estou sempre bem assessorada, seja com psicólogos, seja com advogados e tem coisas que desejo, mas não posso, quero, mas não aguentam, como muitos desejam serem castrados como porcos. Sei que é imbecilidade, mas não mecham muito com minha imaginação sádica. Adoraria que fosse consensual eu poder extirpar as bolas desses submissos que não passam de cadelas, para deixar de ter ereção. Já vi muita castração de cães, basta cortar o saco na parte superior, enfiar os dedos e puxar bola por bola e depois de limpar em volta, cortar o cordão espermático e jogar os testículos para os ratos comerem.
Que maravilha e têm muitos que ficam me atiçando, eu falo que é contra a lei, eles oferecem condições, querem fazer contratos, ah se eu pudesse eu colocaria deitados numa mesa e a sangue frio, sem anestesia eu arrancaria as bolas uma a uma, sendo que antes de cortar eu apertaria como se esmagasse um tomate podre em minhas mãos e ouviria os gritos de desespero da dor horrível sendo  eu quem causou a dor e a castração do pobre infeliz, assim eles teriam que me servir como fêmeas, darem seu único buraco para eu penetrar meu strap on e jamais ouviria coisas que odeio, ereção de escravo, sexo com a Domme, não mais e ainda com a voz fina, de mulherzinha e eu pisaria na sua masculinidade como sua dona absoluta, e seria somente dando seu rabo que eu saciaria seu desejo.
Sei que estou viajando com propostas que enchem minha caixa de e-mail, mas não preciso delirar muito, pois tem os desesperados, que como não posso arrancar suas bolas com minhas próprias mãos, posso pisar com botas nesses sacos murchos, esmagando pelo crush e ouvindo gritos de pavor e desespero, às vezes eu vejo gotas de sangue saindo pelos pênis desprezíveis e inúteis, que servem apenas para urinar.  
Quem viu minha última postagem viu como eu trato esses pintos moles, eu coloco no cinto de castidade mais radical possível, com um cateter uretral e ficam 15, 20 dias preso e aí sim, quando eu retiro o cateter para limpeza, eu vejo que esses pintos já não servem para nada, murchinho e nanico que até sangra na hora de enfiar o cateter novamente, mas enquanto tiverem ereção, vão para a castidade forçada, foda-se, comigo é assim, trancados e eu com a chave, ponto final.

Finalmente eu devo elogiar os que já vêem se castrados quimicamente, esses são meus preferidos, já tomam hormônio feminino, são, portanto, sissys hormonizadas, voz de mulherzinha e peitinhos que serão torturados, bundas macias e lisinhas para serem invertidos. Então esses são seus preferidos? Sim, pois já vêem castrados, com pintos inertes e prontos para eu usar sem ter que me preocupar com órgãos que deveriam ser arrancados de fábrica, já que a lei não permite que eu faça o que me imploram com o rabo abanando.
Creio que eu fui clara com aqueles que não sabem o que é sexo ou prazer para uma inversora sádica, ou preciso desenhar?

Senhora do Castelo Plus

Um buque de Rosas ou galhos com espinhos?


Tem muitas mulheres que adoram ganhar um buque de rosas, mas outras preferem os espinhos. Essa frase eu li num livro sobre BDSM de Wilma Azevedo. Eu fiz questão de colocá-la como inicio da minha postagem porque existe muitos homens que me perguntam sobre eu ser romântica e amorosa com meus submissos ou se eu gosto de presentes a moda antiga, como caixa de bombom, por exemplo.
Eu prefiro que me dêem instrumentos de tortura ao invés de bombom, além de engordar, os instrumentos serão mais úteis para minhas práticas e sobre romantismo, esqueçam porque eu nunca fui romântica no sentido do termo, sou sádica, gosto de humilhar, cuspir, pisar nos meus escravos, falar segura de mim e dar ordens, não tenho gosto nem tempo para romantismo.
Muitas promessas de pretendentes ficam imaginando cenas com banhos espumantes a lá Hollywood, ou forrar o caminho onde passarão meus pés com pétalas de rosas vermelhas. Tem Domme que até goza com essas coisas, mas vamos ser francos, né? Eu quero escravos para serem chicoteados e com seus membros sexuais devidamente pisados pelos meus pés. Não sou feet, não quero gente adorando meus pés, mas sim se humilhando ajoelhados de quatro diante deles e implorando para que eu pare com a dor infligida em seus corpos frágeis e inicie a inversão.
Outra coisa que todos estão enganados é o termo romantismo, a ação de beijar as mãos das Dommes como forma de esmero e cortesia. Essa prática que vem da corte do rei Luiz XV é chamada de etiqueta e é uma forma do Homem macho da época cortejar a mulher por ela ser frágil e inferior, isso sim, no meu caso mãos é para segurar um bom chicote, esbofetear uma cara chorona ou agarrar uma bunda para eu currar.
Romantismo é uma escola literária de poetas nacionalistas perdedores que buscavam, através de sua arte, lutar contra a aristocracia e chegar ao poder. Até hoje se refere a músicas melosas, poesias cheias de sofrimento e comportamento no meu entender ridículo que não me agrada.
Amor é a última coisa que devo esclarecer. Muitos falam que sou fria, que não demonstro amor, que sou insensível. Depende do ponto de vista. O amor que casais baunilhas cultivam, de ser meiga, de falar mansinho, de olhar profundamente nos olhos e dizer palavras carinhosas somente quando eu terminei uma sessão muito pesada e preciso dar o aftercare pelo fato do meu escravo estar em frangalhos, porque no dia a dia esperem somente críticas, ordens e muito sadismo e é assim que eu cheguei onde estou, com minha senzala prestigiada e meu blog bombando de elogios e pedidos.
Até com meus colaboradores, minhas amigas Dommes eu sou assim e nem com meus ex-maridos eu tive esse romantismo baunilha, não será agora que eu mudarei. Sou sádica, quero causar a dor nos corpos manipulados por mim, amaciados para que eu curre com vontade e que seu espírito e mente saibam que eu estou no comando, portanto, invés de flores, eu desejo muitos instrumentos de tortura, ou beijar minha mão, fique de 4 e se quer romantismo e palavras doces, vá assistir novela.

Senhora do Castelo Plus.

Minha relação com minhas cadelas.


Esse post tem a finalidade de esclarecer algumas coisas que me incomodam, por não conceber a ideia de faltar com a ética, no sentido, de preservar quem convive comigo. Sempre recebo em privado ou até no aberto pessoas que pedem, imploram e até exigem que eu poste no blog ou em privado como são meus relacionamentos, descreva o dia a dia de escravos que viveram comigo por 2 ou mais anos, como é o tipo de relação na minha casa e por aí vai. Isso eu não farei a não ser que tal escravo deseje que nossa relação seja exposta. Já tive alguns relacionamentos em que tive o prazer de relatar, mas que depois que rompemos, como já não fazia mais parte da minha vida, eu decidi excluir todas as a postagens, quem leu pode sentir como foi, mas não é relevante manter uma coisa que já passou.
O filósofo pré-socrático Heráclito já falava que nenhum momento é semelhante ao que passou e ao que virá, vivemos uma verdade no presente e essa verdade é única e válida naquele momento, portanto, não é mais verdade e não é relevante.
Por falar em filosofia eu lembrei-me de Sartre que diz que nossa vida é um projeto, que devemos ter uma vida autêntica e criar esse percurso, vivê-lo intensamente correndo os riscos das nossas opções. Eu sou sádica inversora, eu tenho uma vivência longa e garanto que não se trata sempre do que relato, isto é, que vamos num quarto íntimo, o sujeito sempre depilado e perfumado, eu o torturo, chuto suas bolas, chicoteio ao seu limite, visto-o como minha putinha e o enrabo com vontade... aí novamente e no dia seguinte também, e repetidamente a mesma coisa como um eterno retorno... Não, pessoal, isso é o que eu faço, mas vivenciar essa cena tem tantas nuances que tornam uma cena dessas diferente a cada encontro, parodiando o livro, existe 50 tons de cinza numa relação assim, isto é, existe um leque de diversidade que torna cada momento único.
Nietzsche é o filósofo de cabeceira, mas estou longe de entender tudo que ele escreveu em sua curta passagem na Terra, mas niilismo, um conceito complexo com 4 tipos que ele aborda, serve para descrever o que penso de cada encontro, niil (nada), para esse filósofo, se desejamos encontrar nossa verdade devemos nos despir de todos nossos conceitos já embolorados, preconceitos e verdades que imputaram em nossas cabeças, o que é certo ou errado, nada disso deve iniciar nossa construção de verdade. Zere o que sabe como sua verdade, livre-se dos dogmas da religião e sociedade, parta do seu interior e descubra o que lhe dá prazer e vontade de viver uma vida autêntica e se for se vestir como uma mulher, que seja, se for dar seu rabo com tortura, melhor ainda, e meu sonho de consumo é ter alguém com tudo isso e desejar seu meu eternamente, ir além do homem e eu ser seu homem na casa.
Para os que desejam ter uma ideia de como vem sendo minha vida como sádica inversora é bom ler o que ainda não deletei, o que ainda faz sentido para mim e para sentir um gostinho de ser torturado, mijado e invertido com um grande strap on em seu rabo por uma sádica como eu, tem vários artigos no blog desde 2015, os anteriores foram deletados e para saciarem a sua vontade de ver cenas, eu tenho 26 cadelas que permitiram postarem suas fotos em ação e portanto a imagem fala por si só, não preciso descrevê-las.Segue a lista.
Por Senhora do Castelo Plus.
joão castelo, Escrava lu, melissa castelo, nina-SC,  nicole 1,  thabatha leehma, nicole 3, bruna cd, lucas_SP, nanda_RP, marcelo_RP, cadela_SP, naty_SP, natysub, carol sissy, cadela_MG, biba, ninasub, alexiasub, nicolesub, nanysub, melissasub, carolsub, encontros.

Agradecimentos




Hoje eu quero dedicar esse post somente para as pessoas que contribuíram para que eu voltasse com carga total a me dedicar a esse blog na versão Plus.
Em primeiro lugar estão vocês que estão lendo, que estão curtindo, compartilhando e retribuindo em E-mails:



“A cada post consigo absorver (nem que seja um pouquinho) algum aprendizado. É minha fonte de realidade nesse mundo BDSM. Sempre que leio me animo a continuar. Muito bom, muito bom mesmo! Obrigado! ”          
“Esse blog é uma enciclopédia do mundo real do BDSM...A sra.me ensina a cada postagem que é possível viver de acordo com nossa real natureza. Estou muito feliz pelas atualizações semanais do seu blog”.
“Excelente texto como sempre. Muito conteúdo. Sempre passo para ver o blog. A propósito, amei a foto em seu blog. Em breve criarei outro Facebook, sdds. Bjusss da sua eterna Mel”.
“Sra és uma baita SRA, merece todas vontades satisfeitas, estar ao lado da sra é algo memorável”!
"Sra. Não sei se tem o conhecimento, mas esse blog é “talvez”; o único do Brasil inteiro onde há uma Domme real, com instintos reais que posta um pouco do seu dia a dia. O que quero dizer é blogs e Tumblr de dominadoras der verdade estão em extinção... Fico grato por poder acompanhar seu blog mesmo sendo muito rara suas postagens! ”
“Não deu para conter uns pingos de lágrimas ao olhar duas dessas foto....Sra és maravilhosa, que texto maravilhoso.”
“Prezada Rainha, há muito tempo não visitava seu perfil, mas desde o início, mesmo à distância, um desejo imenso brotou em mim em estar diante de ti. Não escondo que o medo me entorpece. A maneira como escreve, a forma como se dirige aos homens, com tanta superioridade e firmeza.... Nos últimos anos, algo muito forte brotou em mim: o desejo de ser uma mulher, sem deixar meu gênero masculino. Me transformar para a Senhora e viver isso. Deixar de lado minha fisionomia de homem e adotar a de uma mulher. Mudar minhas roupas, sentir a delicadeza da seda de lingeries em minha pele, a aspereza das meias de nylon, sentir o cansaço de passar o dia sobre salto alto.... Aí leio que a Senhora condiciona seus escravos a tomarem hormônios. É o suprassumo para mim e agora não penso em outra coisa. ”
“Parabéns pelo conhecimento de filosofia e os conceitos de vontade de poder em Nietzschee o uso do conceito “Übermensch”, muito mal traduzido por super-homem e a aplicação no BDSM. ”
Em segundo, eu desejo agradecer minhas fiéis amiga Domme, a Rainha Vitória, que sabe inverter como ninguém e sua especialidade maior é transformar macho em puta usada e abusada por ela, além da feminização, é claro.
Finalmente eu não poderia deixar de citar um amigo, mais que amigo, um mentor, orientador e que ainda não é meu escravo, embora se trate de um masoquista com mais de 30 anos de experiência, faz com que eu não me desanime e sempre indica temas, livros, filmes e artigos científicos que me ajuda muito a elaborar textos que fazem com que agrade além de meus leitores no BDSM, curiosos e acadêmicos. Meu muito obrigada ao Fernando.

Aftercare na inversão e BDSM.



Eu trago um tema muito importante para os praticantes de BDSM, se refere aos cuidados do Top com seu botton depois de uma cena pesada, embora o enfoque seja o Spank, serve muito bem para inversão: Aftercare.
Quem nunca foi invertido por mim não pode imaginar como é ser dominado por uma sádica. Quem já participou de uma sessão como minha cadela sabe que tenho preocupação dobrada com os cuidados antes do encontro, seja com a do escravo, depilação, a lavagem intestinal, limpeza corporal. Já que uma hora será amarrada, ou duramente surrada por uma série de instrumentos de muita tortura ou ainda por dominação psicológica e finalmente será currada e usada por sua dona, com torturas físicas e psicológicas e não faz idéia de como eu me preparo também, instrumentos higienizados, camisinha lubrificada e claro, vestida adequadamente. Mas depois de tudo penso em como ficou a cabeça ou a mente do escravo depois da cena, o esgotamento mental, os pensamentos e sensações de prazer, misturados a exaustão que podem ser negativos, carregadas de culpas ou arrependimentos, caso não esteja pronto para o que houve e isso tudo é percebido por mim e eu dou um suporte para que nada seja abandonado depois da cena.
Dessa forma temos uma prática fundamental chamada de aftercare, termo em inglês que significa o acompanhamento emocional essencial após uma sessão pesada. Aftercare refere-se especificamente a atenção dada pelo parceiro que domina ao seu escravo após a cena que vivenciou, seja uma experiência muito intensa mental e/ou fisicamente, porque eu não escondo que eu castigo e torturo o couro da cadela antes da inversão para mostrar quem manda e onde é o lugar do meu escravo, debaixo de meus pés, surrado pelo meu chicote, mijado pelo líquido precioso, que muitas vezes é a única bebida que vale a pena ele tomar, minha urina, mas sei que pode levá-lo a uma situação onde o estado psicológico fica muito vulnerável e portanto isso não é bom para nenhum de nós, embora seja cadela, submisso e escravo, já sabe que é um ser inferior e deseja justamente isso, ser cuspido, degradado, humilhado e xingado e depois de surrado ser enrabado, mas infelizmente, até gente graúda, intelectuais ou meninos cheios de marra ainda precisam de uma mulher muito experiente que utiliza várias técnicas ou palavras ofensivas para poder dobrar de 4 diante de uma mulher poderosa e essa sou eu. Depois vem o conforto deles e até presentes para seu algoz, caindo aos meus pés e beijando como se fosse a última cereja do bolo.
Cada pessoa reage de uma forma e nem sempre uma negociação tão precisa como a minha consegue prever as reações negativas depois da curra e, portanto, cada pessoa requer uma compreensão além dos limites referidos, pois depende muito da sua experiência anterior, pois ser invertido não é um jogo, é real, o strap on vai entrar fundo no rabo do escravo, sem dó nem piedade e o que eu posso propor é minha atenção depois do fato. Sei que pode haver diferentes dificuldades caso a caso e não precisa ser psicóloga ou terapeuta para dar a atenção básica, mas sim ser consciente do que eu faço, para tanto peço para expressar tudo durante as negociações e que coloque os limites e quanto ele pode suportar.
Não existe a  possibilidade de manipulação psicológica ou algo
ligado a má intenção. Caso ele esteja num conflito ou dúvida, não fazemos e pronto. Por outro lado não faço mais pechincha, ou podem se entregar conforme minhas regras e ,portanto, é fundamental que leiam minhas últimas opostagens ou saim com o rabinho entre as pernas e o desejo de serem dominados, feminizados torturados e tendo um prazer enorme (também o strap on é enorme) e proporcione que eu entre em Domme-space, ultrapassando seus limites e garanto que será extremamente prazeroso. Portanto, só existem duas opções, a certa é pedir descupas, reconhecer que não está preparado para mim, e os que desejarem conversar sobre isso eu darei atenção, conforto e demonstrarei que estou disposta a recompensar essa entrega seguindo  a ética e regras do BDSM,  jamais irei aproveitar da fragilidade ou o estado de vulnerabilidade em que se encontra. Por isso eu faço questão de usar o aftercare com segurança ao mesmo tempo que darei conforto e carinho, introduzir o dildo em seu rabo para dar prazer e se o escravo se entregar para que isso se repita, amará verdadeiramente, ira fazer de tudo para realizar todas as minhas fantasias e desejos, o que é uma prova da entrega.

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