Restabelecendo o poder do Castelo.



Para quem aguardava minhas novidades aqui no meu blog, no meu castelo, onde reino e sempre reinarei, estou de volta com muitas novidades e mais amadurecida, com uma visão mais clara do que sou e quero.
Para quem não tem contato com a real Senhora do Castelo, lamba os beiços, pois faço o que quero, sumo quando preciso e somente alguns privilegiados podem me acompanhar no meu domínio como inversora sádica e beber do meu poder, mijo e saciar a sede do estalar do meu chicote, e claro, do meu falo, Isso mesmo, ser invertido como uma cadela a meus pés e ainda pedir mais. Agora é implorar por mais um pouquinho da Senhora do Castelo, pois como sou dinâmica e faço muitas coisas ao mesmo tempo, sobra pouco para escravos e seres inferiores e o que é bom saber é que ainda assim, com migalhas estão aqui, prontinhos para me servir e suplicar por um mínimo de atenção.
Estou saindo de uma relação 24/7 real e prazerosa mais forte do que entrei, mais sádica do que imaginava e mais desejosa de humilhar, torturar e exigir do que nunca e não vou relatar nada para masturbadores de plantão, apenas para inúteis que ainda servem para lamber a sola das minhas botas.
Não aguentei... mandei embora depois de um mês de servidão e humilhações, mesmo que ainda suplicava em manter-se a meu dispor, ser minha puta, empregada e cadela no cio pelo meu strap-on, mas não soube saciar as verdadeiras necessidades de uma rainha que sou.
Foram 15 dias de pura tortura e treinamento e mais 15 de completa entrega e desumanização consentida, mas.... me deu muito trabalho... se tornou muito dependente. Não falava uma palavra em português e nos comunicávamos apenas como eu sempre sonhei, com latidos, lambidas como uma verdadeira cadela, mas cão de verdade não fala, late e é isso que me deu o desejo de experimentar, o fato de eu não dominar uma língua e colocar as rédeas e torna-lo um nada, porém, eu não quero mais e portanto, levou um chute na bunda, assada de tanto levar..., sabem o que?
Quero agora ser mais poderosa, que digam na minha língua, que me idolatram me tornando bilíngue, que sirvam para alguma coisa, eu exijo que supram algumas necessidades para o que sou, como sou e porque sou.
Eu sou uma mulher que chegou a maturidade reconhecendo sua força e seu poder, mas sinto necessidade de dominar o inglês e portanto meu escravo, minha coisa que uso deverá propiciar o que eu mereço, auxiliar na aquisição da nova língua, portanto, não é somente sendo usado como empregada, faxineira, currada e chicoteada que eu vou crescer, devo aprender, portanto é mais um dever do escravo.
Eu não me importo com os sentimentos de ninguém, porque eu nasci para ser servida, idolatrada e não prometo nada em troca, além da inversão, da curra, das humilhações e treinamento, porque quem precisa de mim são os fracos, aqueles que não tem um sentido na vida além de dar suas bundas para um ser tão poderoso que os fazem gozar em dar, em se submeter, entregando a mim o que ainda existe de humanidade miserável que são suas vidas
Sou exemplo da força da natureza e a dedicação, seriedade e fidelidade a quem acompanha esse blog mostra a minha real determinação, faço o que ninguém faz, faço por algo que sou e não porque quero agradar alguém e, portanto, é no mínimo exigido a contrapartida, o retorno. Se eu realizo o desejo de serem minhas cadelas, exijo que me tornem mais sabia e culta.
Cheguei a uma idade que nada mais me importa, somente meu bem-estar e realização e, portanto, sei que realizo o que seres que estão na classificação de vermes esperam.
Sou perversa, ponto. Sou insana? Creio que não. A perversão existente e mim funciona como se fosse uma vacina contra a insanidade. Digo sim ao princípio do meu prazer e estou a serviço do insaciável desejo de poder, de dominar e de ferir, escravizar como nunca
Sei que tenho um apetite insaciável por bundas nuas e cuidadas, sou pessoalmente uma pessoa equilibrada e fortalecida com um séquito de infelizes rastejando por um fiapo de minha atenção. Pois bem, trabalhei muito para chegar aqui e quero subir ao topo. Me aceito perversa. Amo ser perversa.
Quero realizar todas minhas fantasias e para isso tenho minhas exigências. Vocês terão a reponsabilidade de me servir e fazer com que eu possa mais.
O que motiva meus desejos, sentimentos e comportamentos não são delírios, simplesmente prazer. Se querem entrar no meu reino, implorem, rastejem, façam eu desejar currar e rasgar sua rebeldia. Tornem-se merecedores do meu poder, da minha urina e do meu chicote forte e doloroso, pois é assim a vida... Sem esquecer é claro, do meu grande e volumoso dildo.
A meus pés

Senhora do Castelo, mais indulgente que nunca



Senhora do Castelo Nietzschiana parte 2


Na sua obra a “Genealogia da Moral” Nietzsche distingue aqueles que são doutrinados como os fracos e os miseráveis dos que são fortes e poderosos, capazes de dominar suas próprias vidas e a dos outros. Isso remete ao pensamento de Sócrates e Platão, no qual todos os valores que são “superiores” na vida material e concreta, mas estão no mundo fora dessa vida.
Para Nietzsche temos apenas uma vida, essa que vivemos e quem é capaz de ser o bom, de dominar e manter o poder é quem vai se sair bem e manter seus próprios interesses, ser pertencente a uma classe dominante, mantendo assim a classe dominada a seus caprichos com valores criados por quem detém o poder sobre o homem, fazendo que acreditem que é poderosa e dona da verdade.  Os escravos, como ele falava, deveriam fazer o bem para servir aos desejos de quem detém o poder, de quem domina e, portanto, o Senhor ou Senhora. Dessa forma existem dois tipos de homens, os fracos, cuja virtude é típica de escravos: abnegação, auto-sacrifício, colocar a vida a serviço dos outros porque não desejam lutar, dominar, exercer algum tipo de poder e preferem servir em troca do conforto e satisfação. O outro tipo são os fortes, com os quais eu me identifico completamente, os que dominam e são superiores, não porque nasceram assim, mas se tornaram dominadores. O forte, o dominador experimenta a vida com maior intensidade e profundidade do que a humanidade comum e cria seus próprios valores e suas regras com rigor intelectual, honestidade consigo mesmo e vivem o real, não o ideal ou o imaginário, mas sim a prática, a experiência, ao invés de mero conforto de ficar somente no plano das idéias. Ele procura servos, não se conforma com pouco, pelo contrário, ele vai conquistando e dominando, inclusive na questão sexual, ele possui o outro para si completamente. Isso pode ser interpretado de forma fetichista, pois temos os homens que nasceram para servir uma mulher como eu sou, sádica, dominadora e inversora.
Portanto, não posso negar que sou nietzschiana ao extremo, pois sou forte, poderosa e não me engano ao curvar um homem aos meus pés.
Senhora do Castelo

Traçando objetivos imediatos.




Atualmente estou em uma condição muito complexa, pois através desse blog tenho exposto minhas ideias, e os que me procuram ficam confusos, portanto, vou ser mais original e objetiva.
Uma das coisas de que tenho orgulho é ouvir as incontáveis declarações de como eu ajudei muito os que se encontravam presos em suas fantasias e conseguiram ver em mim algo prático, objetivo e que atendesse suas necessidades fetichistas, porém, sempre com a narrativa de que normalmente esbarram no que pode, deve e não é viável.
Todos os contatos que tenho mantido têm alguma chance real comigo, alguns com mala pronta se apresentam na minha casa, viajam por horas e ficam de três a 30 dias como minha cadela real, mas devido a muitos desejos e expectativas saem completamente confusas, outras vezes pedem para que eu as aceite como minhas de fato e ao negar esse privilégio entram em depressão, entre outras coisas, portanto esperam que eu diga como evitar esse tipo de conflito.
Os que me procuram buscam em mim a realização de um modo de vida que atenda seus desejos de serem degradados, humilhados, mijados, tratados como mulher.
Embora sejam emotivamente instáveis, todos querem respostas para seu real problema/dificuldade, sendo que eu explico mil vezes que isso não é doença, nem algo degradado de fato, mas uma fantasia totalmente realizável dentro de um contexto que se chama BDSM, como conviver com isso ao confrontar a realidade, o socialmente aceito?
A resposta é simples: não há receita de bolo, sou o que sou, faço o que faço, não penso se é certo ou errado para a sociedade, apenas vivo com sigilo e bom senso. Desejo viver momentos assim, satisfazer as minhas e as fantasias de quem me procura, os desejos não satisfeitos ainda no real.
Socialmente ainda não é aceito e, portanto, aconselho a manter a vida privada separada das vivencias dentro do BDSM, porém, que façam isso real, se tornando minha prisioneira, puta, cadela, menina, bebê, invertida em um clima mais próximo possível da realidade em que vive, buscando a satisfação.
Por isso eu quero, não ser a resposta para as dúvidas que tenham, nem ser a tábua de salvação, mas quero masoquistas assumidos com relacionamento pontual (um dia, por exemplo) ou fixo e prolongado, sem que sofram com esses conflitos, servindo-me como minha empregada, secretária, amante invertida, sendo degradada por dias,  meses ou por uma vida toda, mas sem complicações que possam trazer sofrimento, e claro, sem fingimento. Entrega real a mim. Eu sei que não me encaixo no socialmente aceito e respeito os que são como eu, sem criticar os demais. O que não tolero são falsas entregas.
Os que me procuram normalmente desejam o que eu desejo, com características dessa personalidade mais ligada a feminização, inversão e submissão total, tudo com algo em comum com meu estilo de vida e sinto que me respeitam, enquanto intelectual e enquanto dominadora dentro do BDSM.
Sobre mim só posso dizer que são mais de 21 anos repletos de sentimentos nunca vividos. Pode ser tudo real? Pode, sou forte, corajosa, preciso disso, sou o que sou, tantos sentimentos, descobertas, crescimento, conhecimento, sou a Senhora do Castelo, dominadora de mentes e almas submissas, inversora 100% ativa e que tem o desejo de comer rabos com gosto e tesão, tenho certeza que nunca encontrarão alguém como eu, e que supere minhas técnicas. Se você que está lendo isso, se enquadra na minha descrição, implore para que eu permita que tenha acesso a minha vida real.
Só posso garantir que sob meu comando sua entrega será simples e de fato, sem perguntas sobre teorias ou aceitação social ou vá procurar outra pessoa, e boa sorte em encontrar alguém que saiba dominar e colocar uma cadela em seu devido lugar.
A meus pés Senhora do Castelo.

O que é a ética dentro do BDSM?



Porque eu coloco no BDSM? Oras, porque cada subcultura tem sua ética e moral. É muito importante que saibam que sou ética o suficiente para manter meu estilo de vida dentro dessa mesma ética, mas antes eu quero ressaltar que, devido a inúmeros pedidos e minha necessidade, eu decidi reabrir minha senzala.
Sim, cadelas, escravos ou sissy, agora terão a chance de conhecer de fato como é ser dominado, invertido e currado por uma mulher impiedosa, cruel e sábia. Rastejará a porta de minha senzala implorando aos meus pés para que eu permita e que aceite escravos avulsos, pois seres inferiores, mesmo com capacidades intelectuais à altura de sua dona, ou que tenha até mais condições materiais que eu, não são capazes de satisfazerem suas fantasias senão sob ordens e um chicote bem amaciado no couro de outros servos e currados por strap on de tamanho família, isto é, enorme.
Cadelas ou masoquistas, vadias de verdade, que aguentam dar o rabo, apanhar e me satisfazer, terão a chance de provar seu valor, mesmo que eu deixe marcas em seu corpo, porque eu não tenho freio no meu sadismo. Eu respeito seus limites, mas é fundamental que me respeite como sua dona e use minha coleira, por exemplo. BDSM implica em regras feitas por um grupo de pessoas que tem os mesmos ideais em comum, fantasias similares e, normalmente estamos nos relacionando nas redes sociais e possivelmente nas nossas casas e por isso a tal da ética.
Eu pessoalmente não sou profissional do BDSM, não cobro por sessões, mas como Rainha quero presentes, mimos, embora uma rainha em seu reino viva dos súditos e portanto não é incomum que tenha algum regalo, mesmo os que desejam dar em dinheiro o que não conseguiu suprir em presentes como botas, sapatos, acessórios, porque eu não vivo de brisa e uma rainha de verdade tem que ser de fato e portanto, não acho isso fora da ética exigir ser mimada.
Respeitar as fantasias diferentes da sua, não fazer críticas, entender preferências estranhas as minhas, como por exemplo ser dominado por mais de uma dominadora, enfim, ter comportamentos que não firam a dignidade de terceiros é ético, eu pessoalmente não aceito podolatras, deve ser respeitado meu limite, não faço sexo de forma tradicional, somente adoro rabos bem limpinhos, raspadinhos e currar até o meu gozo. Isso é ético.
Ter respeito pelos pilares do BDSM, como a Safeword e o SSC, mas sabemos que avançando na relação, os desejos se tonam mais e mais necessários e se nunca e jamais negligenciarmos o consensual, podemos sim modificar os outros dois pilares, pois convenhamos, nem tudo é são ou sadio, beber minha urina não é sadio, ser minha vadia não é são, mas para mim é tudo que eu quero. Honrar a palavra diante de acordos com minhas cadelas, respeitar nossos contratos, ter uma postura de Senhora diante dos seres que imploram serem desumanizados, digna de quem tem a responsabilidade de comandar e conduzir pessoas que lhe entregam sua submissão em troca da confiança é ético.
Não cair na tentação de aproveitar-se financeiramente de minha posição de Senhora e abusar nos pedidos e exigências, mas também dosar a situação de entrega do escravo ao aceitar uma entrega numa cena ao estilo TPE, tipo escravo 24/7, submisso nos tempos livres do trabalho acordado e negociado anteriormente e a responsabilidade de prover sua dona com as necessidades e condições que a cena exige. Eu preciso de motoristas, secretários e livros, muito livros, por ser uma necessidade humana, ser culta, ser sábia, isso não é nem presente, é algo básico e fundamental.
O ponto central de qualquer relação ética, e aqui não somente o BDSM, qualquer ser humano que vai para uma relação à dois deve ser responsável o suficiente para que cuide do bem estar antes e depois de qualquer tipo de relação, mas aqui são minhas regras, meu estilo e meu castelo que se pretende realizar práticas de BDSM e nesse em especial reforço que sou sádica, 100% ativa e inversora e ainda assim, mesmo com uma relação fixa com minha cadela busco relação avulsa de escravos, que podem me servir como motorista, secretário, empregada diarista e para isso existe a relação EPE.
Essa é a ética, respeitar e ser respeitada. Tudo que faço são de décadas de experiência e estudo, vivência em comunidade, sessões com uma ou mais dominadoras e sempre requisitada, deixo claro que somente abri minha senzala novamente para poder atender aos submissos que não estão encontrando respostas para suas necessidades de serem menininhas submissas para servirem uma dona real e ética. Pois agora eu acho que fui clara o suficiente e não precisarei ficar teclando exaustivamente on line para que me sirvam, eu é que quero ser servida
Aos meus pés,
Senhora do Castelo.

Escravo 24/7



 Creio que o sonho de todo submisso de alma é encontrar uma mulher que realize seu desejos mais íntimos, o tome como escravo e coloque-o numa real posição escravocrata de fantasia, deixe-o em castidade e o torne a empregadinha da casa da Senhora do Castelo, com deveres e respeito com sua dona esperando a recompensa que é ser invertido, como uma putinha e ou uma cadela. Pois bem, uma das questões que existe é o medo de não aguentar. Freud vê esse tipo de fantasia como uma cicatriz narcísica mal resolvida do complexo do Édipo. Um sujeito que ama a mãe e a deseja sente culpa e precisa ser punido e isso retorna como sintoma na idade adulta. Sobre a inversão também Freud explica que sua identificação seria com a mãe e, portanto, ele sente necessidade quase que compulsiva que o tornem uma menininha para uma mulher fria, despótica, perversa e sensualmente sádica, mas voltando a questão: Podemos fazer um contrato de escravidão sem ferir a tríade são, seguro e consensual? Está previsto punições legais quanto a isso? Parece loucura o que vou escrever, mas a resposta é que podemos sim sair da tríade que está baseada nas práticas aceitas pela sociedade BDSM internacionalmente. A tríade “Sanidade, Segurança e Consensualidade” é considerada uma norma básica das práticas não convencionais consensuais e jamais pode ser ignorada ou negligenciada.


Muitos submissos falam que desejam entregar a vida e a morte na mão da sua dona, pois a paixão toma conta do seu desejo em relação a uma mulher, ao sexo e tudo mais, ser castrado, dominado e invertido, tudo isso passa por sua imaginação e o BDSM é a resposta para isso. A ideia é perseguida por quem não concretizou suas fantasias, e para alguns autores, fantasia apenas seria um fenômeno. Para que a fantasia passe a ser real, é necessário ter coragem, além da vontade, mais que isso, tem que ter determinação e se entregar realmente a quem confie.
Ser escravo é se doar, deixar a condição humana nas mãos de seu algoz, que pode desejar escarificar sua pele com ferro quente, deixando-lhe marcas.
A Fenomenologia é um ramo da psicologia em que trabalha o existencialismo e foca não no passado, mas no presente e fez uma importante e inovadora leitura das práticas BDSM, criticando o fato de não se levar em consideração as inumeráveis variações de estrutura psíquica de cada um, sendo que os seres humanos em sua estrutura psíquica evolui e os conceitos de certo e errado mudam a cada geração. Essa tríade SSC se tornou uma limitação no sentido de se expandir as possibilidades de dominação e também de quem quer sempre mais na submissão.
Nos relacionamentos amorosos entre um sádico e um masoquista no qual ambos são adultos, conscientes do que estão fazendo e querendo realizar um sonho, encontra na Fenomenologia uma resposta satisfatória. O existencialismo vê justamente o fenômeno da coisa em si, se eu quero dominar de forma integral um homem e se eu tenho um ser em potência para ser dominado e moldado, eu terei respaldo nessa ciência, porque o importante é ser algo, vir a ser algo e não ficar preso num passado com morais e ética questionáveis hoje em dia. Somos singulares, nunca poderíamos no enquadrar no SSC. Daí surgiu uma nova possibilidade. Ficar preso nas regras e normas é cercear a liberdade de vivermos de acordo com nossos desejos e Nietzsche já apontava isso no século XIX, ser demasiadamente humano é abandonar nossos instintos. Imoral? Não do ponto de vista filosófico contemporâneo, pois o próprio Michael Foucault já falava que nossa sociedade tem como princípio ético vigiar e punir sem um fim libertário, por isso, se você que está acreditando em todas as proposições que coloco fundamentadas na ciência e filosofia, entregue-se verdadeiramente como meu escravo e como uma sádica sábia, uma absolutista despótica, saberei fazer um contrato social nas condições de Hobbes: Entregue sua liberdade para mim e eu te darei a propriedade privada de ser meu escravo em um cativeiro de prazer. Muitos submissos falam que desejam se entregar a vida e a morte na mão do seu dono, pois a paixão toma conta.
Deixe que o fenômeno passe a ser real, que venha a escarificação, marcas ou não a ferro quente sem anestesia, mas seja uma vivência autêntica como diz Sartre, definitiva, desejante dessa forma de vida no cativeiro, práticas mais radicais que buscam um novo tipo de relação BDSM, mas agora com a necessidade de se acreditar que eu vou colocar você aos meus pés de 4 com a disciplina necessária que você seja o que veio ao mundo ser, um escravo, uma cadela, minha putinha e um objeto que eu possa moldar ao meu prazer, dar minha urina como bebida e meu chicote como carinho e realizará nossos desejos mais escondidos mediante um acordo e preparo dentro da nova ética e moral vigente, sem  que comprometa sua vida real na sociedade ou que prejudique sua saúde física ou mental.

Aos meus pés Senhora do Castelo.

Meus objetivos com esse Blog




Depois de muito refletir e depois de ter uma nova vivência no mundo acadêmico, eu sou outra pessoa, mas a essência é a mesma, uma sádica inversora 100% ativa.
Relutei em reabrir o Blog porque já esperava o mesmo de sempre, homens reprimidos com desejos, promessas e ofertas tão inventivas que nem dá pra acreditar em nada do que escrevem no meu e-mail pessoal.
Hoje eu tenho vida dupla, ou tripla se preferir separar minha família, filhos em especial do BDSM, mas certamente eu tenho clareza do que sou e quero, do que desejo e posso viver com homens que realmente estarão passando por minha avaliação preliminar, sem falsas promessas ou desejos pessoais, porque quem deseja aqui sou eu.
Sou feliz porque eu atendo aos sonhos de muitos homens que possuem uma mulher dentro de si e precisam da contrapartida para realizar totalmente suas fantasias como mulher de uma inversora sádica.
Conheço as dificuldades de terem experimentado com suas esposas ou ex-esposas serem mulheres, serem enrabadas sem ter satisfação pela inexperiência das suas parceiras ou pretensas dominadoras que se fazem de sádicas, mas na verdade nem sabem empunhar um chicote.
Pois bem a partir de agora não quero mais promessas, pois sei que você que está nesse blog quer desfrutar do seu lado feminino, de ser possuída com tesão, ser enrabada e rebaixada a uma cadela no cio, ser dominada até as últimas consequências por quem gosta e sabe fazer isso com um chicote cortante nas mãos, tenha em mente que para isso terá que dar sangue para sua dona, gana em ser o que eu desejar, se doar por completo para mim sem restrições.
Portanto, indo direto ao ponto, somente pessoas com desejos submissos, desejos de ser minha vadia, minha putinha ou cadela se preferir serão aceitas ou eu retornarei o contato, já que o que eu exijo é dominar, subjugar, reduzir a condição de objeto, um brinquedo nas minhas mãos, sob meus pés, ou melhor, minhas botas e meu strap on no seu rabo, quando e onde eu desejar.
Chega de conversa fiada ou de declarações inúteis, chega de desabafos ou promessas vans. Se tem culhão de ser minha empregada, meu capacho e lamber minhas botas será bem vida, será minha empregada doméstica como escrava e minha vadia cadela na cama a noite e portanto, exijo convicção e determinação, prove que merece ser minha e eu te avaliarei e estará sob meu jugo, disciplina e desejos absolutos, tem que ser real, portanto, apresente-se por completo e seja homem para ser minha mulher, caso eu goste muito, teremos algo mais permanente.
Aos meus pés, quero suas entregas.
Senhora do Castelo

Os tipos de entregas que eu quero:





É muito importante que todos saibam quem é a Senhora do Castelo, para quando eu desejar falar por chat ou watts app eu não tenha que explicar quem sou e como eu sou, e principalmente o que é BDSM. É muito comum entrarem no meu blog para me conhecer, saber o que eu gosto e o que eu busco, e assim as pessoas iniciam com apresentações e pedidos que não cabem a uma dominadora sádica com experiência de quase duas décadas e ainda precisar corrigir as falas e convites.

Tanto na vida cotidiana, quanto como dominadora eu sou autoritária, controladora, adestradora e quem me conhece diz sempre a mesma coisa, que sou líder nata.

No BDSM não poderia ser diferente e nem consigo me descrever de outra forma, senão como uma dominadora e que fique bem claro, sádica sem o contexto sexual, pois é o estilo de vida que escolhi, conheci e me aperfeiçoei.

Costumo dizer que nasci assim, mesmo quando criança eu logo tomava a frente e nas brincadeiras já obrigava minhas primas a ficarem de joelhos, o que eu gostava era dar castigos e quando elas sofriam e choravam eu gritava:  - E ENGULAM O CHORO E FIQUEM CALADAS, PORQUE EU É QUEM MANDO E SE NÃO ME OBEDECEREM, VÃO APANHAR MUITO, ENTENDERAM?

Adoro até hj e a vida para mim só tem graça se estou no comando de tudo, e quando eu encontrei o BDSM há mais ou menos 20 anos me senti nele como a sádica que sou e até hj o vivo como estilo de vida.

Gosto de definir o BDSM que vivemos hj, por isso eu espero que pesquisem tudo que puderem antes de me abordarem tentando me seduzir, já existem tantos links, grupos e até Wikipédia sobre o que é, como é, e as práticas do BDSM que não vou ficar aqui dando aula, mas para facilitar para os iniciantes, alguns termos vcs tem que saber, pois são os que me atraem e pratico. Me sinto totalmente capacitada para dominar realmente, porém,  me cansa ter que ficar perguntando o que vc quer fazer, que praticas gostaria ou tem experiência e principalmente que tipo de relação deseja ter, enfim, como quer se entregar, é por isso vou colocar os tipos de dominação que eu quero, pois quem quer alguma coisa é a Senhora do Castelo. Vc deve se entregar para realizar as minhas vontades, mas sobre duvidas básicas, sobre limites, negociações e safe-Word devem ser discutidas na medida da escolha das práticas que vou descrever agora, por isso leia, se defina e ao me abordar, já venha com o que escolher.

·         TPE (Total Power Exchange): Não há limites ou safe-word e o bottom abre mão de qq vontade ou poder de fazer escolhas em todas as esferas de sua vida. O que vale é a confiança mútua. A hierarquia e exercício do poder é total. Não há contrato, apenas se consolida após confiança mútua inabalável.

·         PPE - Partial Power Exchange – Separação das vidas D/s da vida social, mas as relações onde a hierarquia e exercício do poder estendem-se além dos plays, cenas ou sessões, mas não é total. É comum para subs que possuem suas vidas social ou profissional independentes e sem influências da vida como escravo e essas duas mais:

·         SSS - São Seguro e sensual – não há consensualidade e sim sensualidade, no sentido de uma relação baseada no prazer mútuo, no respeito, no bom senso, no conhecimento profundo dos parceiros, na responsabilidade do dominante almejando um resultado prazeroso para ambos.

·         RISSCK – Fetiche (Kinky) consensual, Seguro (Safe) e são (Sane) com riscos informados. Seria o SSC com análise de risco detalhada.


Senhora do Castelo Nietzschiana.



Devido  minha ausência na internet e Blog, recebi inúmeros pedidos para retomar minha vida como a Senhora do Castelo e com muita relutância, abri mão de algumas horas da minha vida como profissional para atender os pedidos, inclusive de amigas e amigos que necessitam da presença dela, que nem de longe eu imaginava que desejava reatar tal contato, mas se eu era sádica e extremamente exigente como a versão 4.0, agora serei muito mais e como seguidora do filósofo Nietzsche, seguirei a risca sua filosofia de vida, mas para além do bem e do mal, serei má.
Minha essência e desejo serão os mesmos, inverter dominando, sempre eu ser superior, alpha ativa 100% com entrega total e irrestrita para que sejam escravizados, como já conhecem meu estilo e que tais cadelas sejam somente objetos, já que tem a prerrogativa de serem considerados pela Senhora do Castelo como seres úteis, porém, não merecedores de meus sentimentos.
Quando surgir algo que está fora dos meus propósitos, tenha certeza que deverão fugir, pois eu os descartarei como papel de bala no lixo, não confundam a minha missão na terra.... escravizar almas.
Estou de volta, Senhora do Castelo.


Os preparos para a inversão.


Muitas cadelas querendo ser invertidas, perguntam como devem se apresentar e se preparar para tal situação, digamos, o antes e o depois da inversão, mas esse antes não é somente os minutos que antecedem a curra em seu rabo. O todo importa? Beleza, idade, condição financeira?
Claro, seria hipocrisia dizer que não, mas vamos lá, existem diferenças do que é beleza no caso de quem deseja se submeter a uma rainha sádica inversora como eu e já postei várias vezes sobre as condições da inversão, pois temos um modo especial de conduzir um encontro e o preparo, temos roupas adequadas para mim, meu strap on preferivelmente de silicone e com todos os complementos, camisinha, cremes hidratantes e vaselina, mas a cadela tem que estar aparentemente atraente com seu rabo balançando para sua dominadora, com posturas e falas submissas, de obediência e aparente medo, pois lembrem-se que sou sádica e não abro mão de torturas nos genitais, mamilos e massagens eróticas no seu rabo.
Eu não preciso ficar gritando, dando ordens baixinho é melhor ainda e com material suficiente para amarrar meu cão, ou melhor, cadela a meus pés.
Idade traz consigo a maturidade, o discernimento, as experiências e tem-se que separar joio do trigo, avaliar a dedicação da entrega submissa e ao se entregar para alguém tem que estar realmente comprometido, levar a sério o momento de inverter um homem à condição de mulherzinha, coisa que a maioria diz que ser tão fundamental e que os fazem sentir-se vivos.
Exige-se determinados padrões para tal prática, modelos para se vestir e não estamos falando de corpos malhados, mas higienizados e preferivelmente depilados, totalmente impecável e imaculado para ser currado e isso incentiva a minha imaginação de desejar currar, mas esse rabo não basta estar depilado e lavado por fora, tem que estar lavado internamente por enema ou chuca.
Na vida real eu encontro pessoas das mais diversas profissões, rendas e padrões sociais adeptas desse universo da inversão e a idade varia,vai dos 18 aos 60 anos.Muitas acima dos 40 reprimiram suas chances,acreditam somente numa entrega real e eu sou uma das que posso dizer que tenho 99% de acertos aos que passaram pelo meu strap on,
dessa forma, os cuidados iniciais é com você e eu garanto os cuidados posteriores com discrição, entendimento, conforto e muita dor, pois sem dor, sem ganho, esse sempre foi meu lema.

Senhora do Castelo Plus


Cativeiro Psicológico




Esse termo é muito pouco utilizado no BDSM e seria mais ou menos o equivalente ao termo paixão no mundo baunilha. Dentro da filosofia da antiguidade já se fazia a distinção entre amor, dentro da obra O Banquete de Platão, que se refere a um desejo do outro, racionalizado, pensado, filosófico por assim dizer. Paixão vem da palavra Pathos, que no mundo moderno deu origem a palavra patologia e dentro dos escritos de Platão existe um relato onde Sócrates retira Alcebíades perdidamente largado pela paixão nos braços de suas amantes dizendo que há razões do conhecimento e do pensamento para que ele tenha tal comportamento e atue dessa maneira, já Platão analisa filosoficamente e diz que Alcebíades é um agente akrático, isto é, dominado pela fraqueza da vontade onde a paixão domina seu comportamento descabido, impetuoso e apaixonado.


Ambos condenam o comportamento desregrado de Alcebíades porque priorizam o espírito, aqui entendido como razão, em relação ao corpo, aqui obviamente o tesão, a excitação sexual.
O agente akrático (incontinência) é aquele que tem a vontade quebrada por uma paixão, embora Sócrates enfatiza que quando mudamos de comportamento não é por uma paixão, mas por uma outra razão , isto é, por um conhecimento que fará sentido para ele, Platão explica que a pessoa vem vivendo em uma direção, uma determinação, um objetivo de vida, tendo um comportamento exemplar e de repente surge uma paixão que interrompe seu comportamento e sua vontade perde sua determinação, ele vinha caminhando em uma direção para fazer o que é certo e cede diante de uma paixão, e para Platão, discordando de Sócrates, não há nada que explique isso como disse seu mestre, mas que simplesmente ele é fraco em suas determinações, então essa pessoa que muda tudo na sua vida por uma paixão tem fraqueza da vontade, enquanto Sócrates fala que o que se tem é uma mudança de percepção, de pensamento de conhecimento e jamais fraqueza da vontade.
Quem me conhece sabe que eu gosto muito de Nietzsche que tem um conceito central na sua filosofia chamado de vontade de poder ou vontade de potência, principalmente no seu livro Humano Demasiadamente Humano, livro que influenciou definitivamente Sigmund Freud porque ele fala de uma força psíquica, um desejo de dominação sobre os homens, tanto beneficiando quanto ferindo-os, e depois essa força interna que nos motiva em direção ao outro, possuir o outro foi renomeado por Freud como Libido e por nós como tesão mesmo. Dessa forma Nietzsche coloca Platão como o filósofo dos fracos porque ele vê a paixão como fraqueza da vontade e, portanto, ele prefere ver que todos nós temos condições psicológicas, forças internas e desejos que nos faz desejar o forte. Enfim, nós somos quem decidimos nossa moral, comportamentos e desejos sem nos preocupar com o que os outros vão julgar, que aí é outra história.
No meu mundo eu domino dentro do BDSM, pois fora tenho que batalhar contra as barreiras da nossa sociedade que não aceita esse estilo de vida. Não me apaixono, não sou entregue a rompantes por ninguém, claro que uma perda vai me fazer sofrer, não sou de ferro, mas paixão mesmo eu não tenho, amor sim, mas o amor filosófico, o amor pensado, por isso que tenho sempre interrogatórios e entrevistas antes de me envolver como dona e com isso é que eu chego no que eu  denomino de cativeiro psicológico, pois quem  passa pelo meu cativeiro real, sob meus pés, é currado e invertido por mim fica a minha mercê mesmo depois que encerra nossa relação ou cena, todos voltam um dia dizendo, sai, namorei, casei, ou servi outras dominadoras mas a Senhora nunca saiu do meu pensamento. Tem um caso muito emblemático de um submisso que viveu comigo me servindo na minha casa como escravo total 24/7 e depois rompemos e 3 anos depois está implorando para voltarmos a viver o que vivemos, outros com uma única sessão ficam aprisionados a mim psicologicamente.
Eu poderia dizer que todos que se apaixonaram de fato por mim estão no cativeiro psicológico, pois fazem declarações e demonstrações de amor. Eles mesmos afirmam que viver nesse cativeiro psicológico é a melhor coisa de suas vidas e existência, porque tiveram a coragem de mudar o rumo de suas vidas racionalmente como disse Sócrates.

Por Senhora do Castelo Plus