Minha relação com minhas cadelas.


Esse post tem a finalidade de esclarecer algumas coisas que me incomodam, por não conceber a ideia de faltar com a ética, no sentido, de preservar quem convive comigo. Sempre recebo em privado ou até no aberto pessoas que pedem, imploram e até exigem que eu poste no blog ou em privado como são meus relacionamentos, descreva o dia a dia de escravos que viveram comigo por 2 ou mais anos, como é o tipo de relação na minha casa e por aí vai. Isso eu não farei a não ser que tal escravo deseje que nossa relação seja exposta. Já tive alguns relacionamentos em que tive o prazer de relatar, mas que depois que rompemos, como já não fazia mais parte da minha vida, eu decidi excluir todas as a postagens, quem leu pode sentir como foi, mas não é relevante manter uma coisa que já passou.
O filósofo pré-socrático Heráclito já falava que nenhum momento é semelhante ao que passou e ao que virá, vivemos uma verdade no presente e essa verdade é única e válida naquele momento, portanto, não é mais verdade e não é relevante.
Por falar em filosofia eu lembrei-me de Sartre que diz que nossa vida é um projeto, que devemos ter uma vida autêntica e criar esse percurso, vivê-lo intensamente correndo os riscos das nossas opções. Eu sou sádica inversora, eu tenho uma vivência longa e garanto que não se trata sempre do que relato, isto é, que vamos num quarto íntimo, o sujeito sempre depilado e perfumado, eu o torturo, chuto suas bolas, chicoteio ao seu limite, visto-o como minha putinha e o enrabo com vontade... aí novamente e no dia seguinte também, e repetidamente a mesma coisa como um eterno retorno... Não, pessoal, isso é o que eu faço, mas vivenciar essa cena tem tantas nuances que tornam uma cena dessas diferente a cada encontro, parodiando o livro, existe 50 tons de cinza numa relação assim, isto é, existe um leque de diversidade que torna cada momento único.
Nietzsche é o filósofo de cabeceira, mas estou longe de entender tudo que ele escreveu em sua curta passagem na Terra, mas niilismo, um conceito complexo com 4 tipos que ele aborda, serve para descrever o que penso de cada encontro, niil (nada), para esse filósofo, se desejamos encontrar nossa verdade devemos nos despir de todos nossos conceitos já embolorados, preconceitos e verdades que imputaram em nossas cabeças, o que é certo ou errado, nada disso deve iniciar nossa construção de verdade. Zere o que sabe como sua verdade, livre-se dos dogmas da religião e sociedade, parta do seu interior e descubra o que lhe dá prazer e vontade de viver uma vida autêntica e se for se vestir como uma mulher, que seja, se for dar seu rabo com tortura, melhor ainda, e meu sonho de consumo é ter alguém com tudo isso e desejar seu meu eternamente, ir além do homem e eu ser seu homem na casa.
Para os que desejam ter uma ideia de como vem sendo minha vida como sádica inversora é bom ler o que ainda não deletei, o que ainda faz sentido para mim e para sentir um gostinho de ser torturado, mijado e invertido com um grande strap on em seu rabo por uma sádica como eu, tem vários artigos no blog desde 2015, os anteriores foram deletados e para saciarem a sua vontade de ver cenas, eu tenho 26 cadelas que permitiram postarem suas fotos em ação e portanto a imagem fala por si só, não preciso descrevê-las.Segue a lista.
Por Senhora do Castelo Plus.
joão castelo, Escrava lu, melissa castelo, nina-SC,  nicole 1,  thabatha leehma, nicole 3, bruna cd, lucas_SP, nanda_RP, marcelo_RP, cadela_SP, naty_SP, natysub, carol sissy, cadela_MG, biba, ninasub, alexiasub, nicolesub, nanysub, melissasub, carolsub, encontros.

Agradecimentos




Hoje eu quero dedicar esse post somente para as pessoas que contribuíram para que eu voltasse com carga total a me dedicar a esse blog na versão Plus.
Em primeiro lugar estão vocês que estão lendo, que estão curtindo, compartilhando e retribuindo em E-mails:



“A cada post consigo absorver (nem que seja um pouquinho) algum aprendizado. É minha fonte de realidade nesse mundo BDSM. Sempre que leio me animo a continuar. Muito bom, muito bom mesmo! Obrigado! ”          
“Esse blog é uma enciclopédia do mundo real do BDSM...A sra.me ensina a cada postagem que é possível viver de acordo com nossa real natureza. Estou muito feliz pelas atualizações semanais do seu blog”.
“Excelente texto como sempre. Muito conteúdo. Sempre passo para ver o blog. A propósito, amei a foto em seu blog. Em breve criarei outro Facebook, sdds. Bjusss da sua eterna Mel”.
“Sra és uma baita SRA, merece todas vontades satisfeitas, estar ao lado da sra é algo memorável”!
"Sra. Não sei se tem o conhecimento, mas esse blog é “talvez”; o único do Brasil inteiro onde há uma Domme real, com instintos reais que posta um pouco do seu dia a dia. O que quero dizer é blogs e Tumblr de dominadoras der verdade estão em extinção... Fico grato por poder acompanhar seu blog mesmo sendo muito rara suas postagens! ”
“Não deu para conter uns pingos de lágrimas ao olhar duas dessas foto....Sra és maravilhosa, que texto maravilhoso.”
“Prezada Rainha, há muito tempo não visitava seu perfil, mas desde o início, mesmo à distância, um desejo imenso brotou em mim em estar diante de ti. Não escondo que o medo me entorpece. A maneira como escreve, a forma como se dirige aos homens, com tanta superioridade e firmeza.... Nos últimos anos, algo muito forte brotou em mim: o desejo de ser uma mulher, sem deixar meu gênero masculino. Me transformar para a Senhora e viver isso. Deixar de lado minha fisionomia de homem e adotar a de uma mulher. Mudar minhas roupas, sentir a delicadeza da seda de lingeries em minha pele, a aspereza das meias de nylon, sentir o cansaço de passar o dia sobre salto alto.... Aí leio que a Senhora condiciona seus escravos a tomarem hormônios. É o suprassumo para mim e agora não penso em outra coisa. ”
“Parabéns pelo conhecimento de filosofia e os conceitos de vontade de poder em Nietzschee o uso do conceito “Übermensch”, muito mal traduzido por super-homem e a aplicação no BDSM. ”
Em segundo, eu desejo agradecer minhas fiéis amiga Domme, a Rainha Vitória, que sabe inverter como ninguém e sua especialidade maior é transformar macho em puta usada e abusada por ela, além da feminização, é claro.
Finalmente eu não poderia deixar de citar um amigo, mais que amigo, um mentor, orientador e que ainda não é meu escravo, embora se trate de um masoquista com mais de 30 anos de experiência, faz com que eu não me desanime e sempre indica temas, livros, filmes e artigos científicos que me ajuda muito a elaborar textos que fazem com que agrade além de meus leitores no BDSM, curiosos e acadêmicos. Meu muito obrigada ao Fernando.

Aftercare na inversão e BDSM.



Eu trago um tema muito importante para os praticantes de BDSM, se refere aos cuidados do Top com seu botton depois de uma cena pesada, embora o enfoque seja o Spank, serve muito bem para inversão: Aftercare.
Quem nunca foi invertido por mim não pode imaginar como é ser dominado por uma sádica. Quem já participou de uma sessão como minha cadela sabe que tenho preocupação dobrada com os cuidados antes do encontro, seja com a do escravo, depilação, a lavagem intestinal, limpeza corporal. Já que uma hora será amarrada, ou duramente surrada por uma série de instrumentos de muita tortura ou ainda por dominação psicológica e finalmente será currada e usada por sua dona, com torturas físicas e psicológicas e não faz idéia de como eu me preparo também, instrumentos higienizados, camisinha lubrificada e claro, vestida adequadamente. Mas depois de tudo penso em como ficou a cabeça ou a mente do escravo depois da cena, o esgotamento mental, os pensamentos e sensações de prazer, misturados a exaustão que podem ser negativos, carregadas de culpas ou arrependimentos, caso não esteja pronto para o que houve e isso tudo é percebido por mim e eu dou um suporte para que nada seja abandonado depois da cena.
Dessa forma temos uma prática fundamental chamada de aftercare, termo em inglês que significa o acompanhamento emocional essencial após uma sessão pesada. Aftercare refere-se especificamente a atenção dada pelo parceiro que domina ao seu escravo após a cena que vivenciou, seja uma experiência muito intensa mentalmente ou fisicamente, porque eu não escondo que eu castigo e torturo o couro da cadela antes da inversão para mostrar quem manda e onde é o lugar do meu escravo, debaixo de meus pés, surrado pelo meu chicote, mijado pelo líquido precioso, que muitas vezes é a única bebida que vale a pena ele tomar, minha urina, mas sei que pode levá-lo a uma situação onde o estado psicológico fica muito vulnerável e portanto isso não é bom para nenhum de nós, embora seja cadela, submisso e escravo, já sabe que é um ser inferior e deseja justamente isso, ser cuspido, degradado, humilhado e xingado e depois de surrado ser enrabado, mas infelizmente, até gente graúda, intelectuais ou meninos cheios de marra ainda precisam de uma mulher muito experiente que utiliza várias técnicas ou palavras ofensivas para poder dobrar de 4 diante de uma mulher poderosa e essa sou eu. Depois vem o conforto deles e até presentes para seu algoz, caindo aos meus pés e beijando como se fosse a última cereja do bolo.
Cada pessoa reage de uma forma e nem sempre uma negociação tão precisa como a minha consegue prever as reações negativas depois da curra e, portanto, cada pessoa requer uma compreensão além dos limites referidos, pois depende muito da sua experiência anterior, pois ser invertido não é um jogo, é real, o strap on vai entrar fundo no rabo do escravo, sem dó nem piedade e o que eu posso propor é minha atenção depois do fato. Sei que pode haver diferentes dificuldades caso a caso e não precisa ser psicóloga ou terapeuta para dar a atenção básica, mas sim ser consciente do que eu faço, para tanto peço para expressar tudo durante as negociações e que coloque os limites e quanto ele pode suportar.
Não existe a  possibilidade de manipulação psicológica ou algo
ligado a má intenção. Caso ele esteja num conflito ou dúvida, não fazemos e pronto. Por outro lado não faço mais pechincha, ou podem se entregar conforme minhas regras e ,portanto, é fundamental que leiam minhas últimas opostagens ou saim com o rabinho entre as pernas e o desejo de serem dominados, feminizados torturados e tendo um prazer enorme (também o strap on é enorme) e proporcione que eu entre em Domme-space, ultrapassando seus limites e garanto que será extremamente prazeroso. Portanto, só existem duas opções, a certa é pedir descupas, reconhecer que não está preparado para mim, e os que desejarem conversar sobre isso eu darei atenção, conforto e demonstrarei que estou disposta a recompensar essa entrega seguindo  a ética e regras do BDSM,  jamais irei aproveitar da fragilidade ou o estado de vulnerabilidade em que se encontra. Por isso eu faço questão de usar o aftercare com segurança ao mesmo tempo que darei conforto e carinho, introduzir o dildo em seu rabo para dar prazer e se o escravo se entregar para que isso se repita, amará verdadeiramente, ira fazer de tudo para realizar todas as minhas fantasias e desejos, o que é uma prova da entrega.

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Minhas cadelas estupradas consensualmente




Existe um desejo e pode-se dizer que estatisticamente há uma porcentagem elevada de homens que aspiram praticar sexo anal, e resistem em darem suas bundas, e por isso são frustrados, restando apenas uma pequena porcentagem de homens que buscam serem invertidos e desejam Dommes para essa prática. A grande maioria está acima de 30 anos e tiveram de alguma forma um relacionamento baunilha no início. Outra pequena porcentagem entrou no BDSM porque são masoquistas. A grande maioria das “Dommes” faz questão de sexo, o que não é meu caso.
Eu sou sádica inversora e quando tenho o prazer de dominar com minhas amigas, outras dominadoras inversoras, uma das opções de prática é o “Rape Play”, que pela definição é a prática do "estupro simulado". Já que uma das questões importantes no Rape Play é o fator surpresa, é chamado de rapto ou seqüestro, mas claro que isso se dá já em um quarto de hotel ou na casa da “vítima”.
Notadamente, essa prática exige alto custo para simular uma cena como essa, dada a complexidade logística para dar veracidade a cena, isto é, ser violentado sexualmente por duas ou três dominadoras sádicas com grau de comprometimento e confiança nos terceiros que irão auxiliar na imobilização, curra e violência consentida, visando o prazer de todos. Se entendermos que no BDSM tudo deve ser consensual, o rape play deixa aberto a possibilidade de que a cena do estupro seria uma prática fora da curva e como princípio a pessoa deu consentimento de ser seqüestrada, raptada e estuprada.
Daí em diante é pura improvisação e as coisas podem sair do desejo de cada dominadora. Seria o desejo de se entregar a uma dominadora sádica e falar, pode usar e abusar com todas as torturas, o que acontecer depois é de minha responsabilidade.Nesse caso as coisas que não são seguras podem ser praticadas, embora quem conhece o meu trabalho e experiência, sabe que eu analiso todos os riscos antes e a pessoa apenas assume a responsabilidade sobre os custos.
Pois não há riscos, mas tem mais um detalhe fundamental, não poderá haver a possibilidade do uso da safe Word, já que é uma relação sexual forçada “com seu consentimento” CCC - Comprometido, Compassivo e Consensual, não entra o perdão, serão invertidos até saciarem as Rainhas de forma segura e consensual e preza a compaixão de cada uma, sendo que nós nos comprometemos em seguir o que foi acordado sem deslizes.
Dessa forma seja o estuprador, seja a vítima terão que ter muito sangue frio e concentração absoluta na hora do estupro e claro, muito tesão, pois entramos falando de inversão sexual, strap on do calibre que nós acharmos mais adequado e não é jogo, é real. Para preparar uma cena dessas com uma ou mais pessoas pode levar algumas semanas, adequar um local, as cordas e mordaças, além do que o envolvido na cena tem que ser bom no que faz no BDSM, pois seria uma frustração se ele falhar no dia, portanto, exijo de ante mão o compromisso e o pagamento da cena antecipadamente. Dependerá muito dos envolvidos e quantos serão ao todo. Se tudo correr bem, teremos bondage, um pouco de spank e muito prazer, mas repito, dentro do BDSM é uma prática que segue o são seguro e consensual.

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Ou tudo ou nada. Novos esclarecimentos


Nessa postagem eu serei direta e objetiva, pois as pessoas que querem se entregar a mim como meus escravos, cadelas, sissies ou entrega com submissão total, estão confundindo o modo que permito cadelas na minha senzala.
Uma entrega tem que ter responsabilidade, não posso conviver com uma relação onde o cara é casado e eu tenho que tomar cuidadinhos para não marcar, não deixar pistas para que suas esposas não percebam.
O pior é que a maioria dos que me procuram estão nessa situação, portanto, terão que pagar o ônus da entrega, pois tudo tem que ser diferente, lugar especial, tenho que prepará-lo na hora e no dia marcado, bem, isso tem custo alto que serei obrigada a exigir, já que vai se entregar do modo que desejo, que pague as despesas ou não me escrevam mais, não me torrem a paciência ou não deixem a caixa de mensagens cheia de lixo. 
Por outro lado, os que são desimpedidos eu deixei claro minha experiência onde a entrega só pode ser do tipo TEP, isto é, uma entrega total de poder a mim. Creio que ninguém em sã consciência vai se entregar a uma inversora sádica e falar: "Senhora, sou seu e faça absolutamente tudo sem limites que eu jamais vou impedir com uma desobediência" embora o conceito de TEP seja esse mesmo e seu desejo grita por dominação total, sem limites, obviamente daremos início as negociações.
Eu respeitarei o que eu chamo de limites pétreos, isto é, desse ponto não se pode passar de forma alguma e no decorrer da relação acabam por se descobrir em uma relação TEP. Ai sim, se entregou totalmente, é escravo e fim de papo, a única forma de evitar a ação que eu desejo, e todos sabem que eu adoro enrabar uma bela bunda, será romper a relação.
Entrega total é para ser real, por isso entrega total. Veja direito essa condição, se saírem, eu deixo claro o meu limite, que é:  NÃO DAR UMA SEGUNDA CHANCE, e sem implorar ou chorar, saiu é o fim. Claro que a dona não vai prejudicar fisicamente sua peça, lembre-se, zelar, cuidar, manter o equilíbrio e a tríade SSC é meu dever do Top, mas o dever de quem se entrega é cumprir da forma mais radical no que diz respeito a troca de poderes. O que é meu só é meu.

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O tipo de entrega que estou aceitando agora.






Para os que querem se entregar como escravo no meu Castelo, eu faço questão que tenham em mente o tipo de entrega de poder que dará a mim, uma Sádica inversora que irá quebrar o macho que será minha cadela. Nas negociações eu tenho a intenção que a entrega seja do tipo TEP (Total entrega de poder) não há possibilidade de impor limites ou safe-word, pois como o nome já diz o candidato a ser meu escravo que é inferior, estará dando a total entrega de poder nas minhas mãos para ficar sob meus pés e na mira do meu Strapon, serei sua Dona e é algo que ele terá que assumir, já que será inteiramente minha posse. 
Esse tipo de entrega é a mais comum e a mais desejada pelas Sissys e CDzinhas que vem enchendo minha caixa de mensagens, implorando com seus rabinhos a serem invertidas, de camisola ou como eu desejar e geralmente eu desejo, até casados reprimem esse desejo enorme de serem vestidas como minha mulherzinha e acenando com seu rabinho esperando serem invertidas com um strap on digno da sua submissão.
Aos que pretendem morar junto, serem minhas escravas faxineiras, cozinheiras ou assistente, esqueçam porque para mim só estou aceitando escravas diaristas e não pense vocês que não existem, pois tenho que dispensar muitas por dia. Creio que essa fantasia de me querer, ser minha definitivamente e viver na minha senzala faz parte do imaginário das bonecas e implorando que eu as mantenha num regime de quase escravidão do submisso ao meu desejo em tempo integral. Para esse tipo de entrega sem limites, sem palavra de segurança só existe uma saída para terminar seu sofrimento, que por sinal eles adoram, mas só paro de usá-las somente com o término da relação nesse regime.
Por outro lado, as diaristas, como eu chamo, terão que colocar de pronto todos os seus limites, respeitados obviamente depois de aceitos por mim e deverão passar a serem doutrinados livremente no sentido de ampliar as minhas possibilidades de transformar machos em cadelas CDzinhas. Dessa forma é quase impossível ficar falando “eu quero isso, quero aquilo senhora” a toda hora, pois, não são vocês quem escolhem, mas somente eu e na hora que eu desejar e precisar e convir ou quando eu mandar, pois escravo (a) abre mão de qualquer vontade ou poder de fazer escolhas em todas as esferas da vida. Nesse caso, como não posso ter o controle dos meus desejos a qualquer hora, prepondera a confiança mútua e eu respeitarei as suas possibilidades. A hierarquia e exercício do poder é total, tanto que você estará à mercê da sua dona, seja para ser emprestado para outro top, seja para conviver com outros na fila de espera, ou não deverão mais ser possuídos de quatro.
Finalmente, espero que os que conhecem a prática enema ou lavagem intestinal saibam que é algo imperativo, que estejam limpos, perfumados, que estejam devidamente depilados, pois se preciso for, eu os depilarei com cera quente e sofrerão mais do que aguentam.
A próxima postagem será uma continuação do que exijo na versão Plus dos meus candidatos. Nesse fim de ano, muitos estão de férias e estou recebendo convites e alguns inusitados, escravos que querem servir minhas amigas dominadoras, já tenho viagem marcada com mais duas que dominaremos um ser inferior apenas. Vejam bem, os que se oferecerem a esse tipo de dinâmica que o façam, conscientes e por completo. Seja onde pretendem serem dominados, ou quantas sádicas, pisadas, chicotadas aguentarem, serão invertidos por nós todas e obviamente todas as despesas serão de sua responsabilidade, que fique anotado e depois não venham me falar que o preço é salgado ou mendigar, já que esse tipo de convite parte de você.

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A idade importa para mim?


Essa é a pergunta que mais fazem, afinal a aparência física é algo que menos importa para quem deseja ser uma cadela aos meus pés, e quem está acompanhando minhas últimas postagens da versão Plus, sabe que eu sou quem determina como será a aparência e isso vai depender das possibilidades de quem quer ser transformada em uma das minhas cadelas. Vejam que eu falei no plural, pois estou certa de que alguém se entregar e querer exclusividade não faz mais parte dos meus planos, já que existe ciúmes, entraves financeiros, família e sociedade, e todos esses fatores impedem que eu viva apenas com uma sissy.
Sobre investimentos, eu já falei em outras postagens que todo prazer tem um custo, não para me sustentar, já que trabalho, mas para transformar um homem em meu capacho para serem invertidos. Uma cross dressing não sai menos de 1000, uma Sissy mais de 2000 e uma boneca chega facilmente em 5000 reais, portanto o prazer e desejo de cada um tem seu preço e eu não estou aqui para mendigar, ou pagam ou procurem outra inversora sádica. Não sou dominadora profissional, não vou onde o escravo exige, eu sou a Senhora do Castelo e, portanto, os súditos que venham até mim e paguem o que eu exijo ou não serão dignos.
Sempre faço postagens sobre o que eu quero, pois é isso que importa, e farei cada dia mais textos explicativos do que podem esperar. Hoje é sobre a idade. Sendo maior de idade, tudo pode acontecer, mas vamos ver minha experiência até que ponto esse fator faz a diferença.
A idade traz consigo maturidade, discernimento e experiências. Uma pessoa de 18 a 30 anos não terá a experiência necessária para minhas práticas de inversão, sendo eu uma sádica. Não posso negar que os padrões idade para um ou outro, pois cada estágio isso é imperativo.
O que me importa é a dedicação e a entrega submissa de quem se propõe a ser apenas minha cadela, seja CD, Sissy ou boneca independente de idade e padrão físico. O que importa é o comprometimento com o que eu faço e gosto que façam e todos sabem que eu levo muito a sério o momento a ser invertido e transvestido. Porém, existem as exceções e limitações que exigem determinado padrão em relação a idade, como já falei, abaixo dos 30, corpos malhados, não fazem minha cabeça, mostram que precisam de muita informação e treinamento.
Na minha experiência eu lido com pessoas das mais diversas profissões, rendas e padrões sociais que são adeptas do universo BDSM e desejam serem minhas mulherzinhas e certamente o final é a inversão. Muitas estão acima dos 40 anos e se reprimiram até então esse desejo e agora vêem sua chance, acreditando que agora poderão se realizar, que há espaço para elas aqui. Existe espaço para todas. Alguém realmente sério como eu vou observar sua personalidade e uma vez estabelecida o desejo, tornar possível de acontecer. Não permita que a idade faça a diferença em sua vida. Idade traz a maturidade e a consciência de saber lidar com a relação. Os mais idosos penso nas doenças próprias dessa fase e do mais, eu quero mais é foder esses rabos de forma gostosa e prazerosa.

Senhora do Castelo Plus


Quero uma Boneca no Castelo

Quando se fala em Sissy, já temos uma idéia do que se refere, homens submissos que se vestem como mulher ou empregada doméstica e servem como escravos a Dommes. Dollificação é o extremo da Sissy, geralmente é quando ela é uma boneca nas minhas mãos. Doll do inglês significa boneca. Essa é uma prática voltada para o BDSM, uma CD totalmente submisso. Quando eu tenho uma boneca nas minhas mãos, eu como dominadora sádica tenho a satisfação e função de vestir meus escravos como bonecas à perfeição. Mais frequentemente, a boneca é manipulada para minha satisfação.
Como toda boneca, o submisso vai agir como tal, boneca não fala normalmente ou se fala, são frases programadas por mim e só se mechem para me servir ou serem invertidas, sim aqui é fundamental que saibam que eu sou inversora e vou inverter a boneca quando eu desejar. Eu é quem vou manipulá-la como se fosse uma marionete.
A busca da perfeição pode levar-me obrigar a buscarem modificações corporais ao extremo com cirurgia plástica, por exemplo, a se submeterem a dietas tão radicais para ficarem magras como tantas bonecas.
No meu Castelo a prática de se vestir como uma boneca humana terá que ser submissa e devem ser tocadas somente por sua dona de forma passiva, ser invertida, caso eu não esteja invertendo, terão que ser usadas para limpeza de casa, objeto de decoração ou ficar congelada onde se está.
Como bonecas podem ser programadas para funções específicas, assim como robôs no sentido de realizarem os serviços desejados ao se apertar um botão ou a falarem frases programadas se cutucadas como por exemplo: “Minha rainha adorada, farei tudo para lhe agradar”.
Da mesma forma que os crosdressing e Sissy, os cuidados para se tornarem bonecas femininas incluem maquiagem, perucas, vestidos, espartilhos, saltos de estilete, meia-calça, vestidos de borracha /vinil / plástico e próteses vão ser indispensáveis para chegar perto de serem bonecas.
Depois das transformações físicas, não podemos deixar de cuidar do lado mental, o processo de evoluir mentalmente numa "boneca viva". Os indivíduos que desejam esse processo serão submetidos aos meus desejos, serão subservientes e terão controle mental para sentirem o poder de uma Domme sádica. Somente meu gozo importará, pois serão meus objetos e subserviência natural, o submisso será “transformada” por força própria ou extrema em uma boneca viva consensualmente, em última instância, a capacidade de se sentir ou se ver como uma boneca, se esforçará continuamente para alcançar os meus objetivos.

Senhora do Castelo Plus

Avaliando novas propostas.



Creio que preciso ser mais objetiva no que pretendo com a versão Plus, pois estou recebendo várias propostas de fetichistas e não de submissos. Fetichista visa realizar um fetiche, por exemplo, ser uma cross dressing e servir QUANDO PUDER A UMA SENHORA... Pessoal eu não estou nesse mundo para quando você pode, quando você quer ou quanto pode pagar para ser uma Sissy real e aos meus pés.
Num pedido de uma Sissy ficou bem claro em suas palavras, pois ela deixou de lado sua vida baunilha, casamento, filhos e se declarou que se entrega de vez para sua futura Dona numa relação TEP (Total entrega do poder) permitindo tudo que ela deseja, absolutamente tudo, senhas das redes sociais, sem limites e sem safe-word e mais, nem a possibilidade de sair da relação é desejado e prometeu que se eu um dia o deixasse ele aceitaria resignado. Isso é o que eu realmente desejo nos pedidos, pois é inaceitável que eu tenha que aceitar as condições e disponibilidade de quem me procura, inclusive me oferecem muito mais do que já falei que custa produzir uma Sissy. Claro que enche os olhos os valores postados, mas eu sei que essa quantia vira pó, e uma entrega real a meu gosto vira ouro.
Quero uma sissy que possa usá-la quando preciso, mostrá-la quando recebo visitas, castiga-la quando precisar disciplinar. O que fazer ou como agir sou eu quem decido, se eu desejar lacerar minha peça eu serei prudente o suficiente para saber cuidar da saúde do que é meu. Esse ano teve um louco que desejava que eu amputasse seus genitais e chegou a oferecer muito dinheiro (10 mil dólares) para eu aceita-lo, já que envolve uma equipe médica para tal ato além dos conhecimentos específicos da cirurgia e depois ele seria somente meu. Na verdade, tudo depende da tríade são, seguro e consensual. Isso não me interessa, somente ele tem interesse nessa birutice. Desses eu quero distância
O que eu quero dizer é que como dona sou eu quem assume toda responsabilidade sobre a Sissy, sendo que o servo se compromete em seguir o que foi acordado sem deslizes. Neste regime, o consentimento explícito da Sissy é total. Claro que não farei o que não é sensato, pois seria crime e eu tenho muito o que viver e inverter com prazer para os dois. Ele simplesmente será submetido ao que eu desejar e consente em não ser necessário perguntar, mesmo às punições, se for o caso. E antes de classificar quem deseja se entregar dessa forma é interessante perceber que as pessoas possuem diferentes níveis de sadismo e necessidades e encontra masoquistas extremos nesse sentido.
Os que passaram pelo meu chicote e Strap on nesse regime não o faz forçado - o faz porque quer e sabendo o que lhe poderia acontecer. Minha tríade diz comprometido, compassivo e Consensual, isso significa que a pessoa não tem direito de me decepcionar.
É um regime extremo? Claro que é. Por isso eu falo que é necessário o consensual. Porque eu tenho plena consciência de que um bom escravo é capaz de tal nível de submissão é impossível com quem conhece do assunto. Mesmo que seja um regime extremo de Dominação e Sadismo extremo é muito desejado pelos meus fãs, serem uma Sissy completa e serem invertidos quando eu desejar e é uma prática totalmente aceitável porque faz parte das doutrinas do BDSM.
Agora, se você não deseja jamais estar submetida dessa maneira tão extrema é simples, busque outra dominadora

Senhora do Castelo Plus

São seguro e sensual no “Meu Castelo”


Uma das coisas que não abro mão é que tudo no BDSM deve ser consensual. Sei que no Brasil temos uma terminologia onde troca o consensual pelo sensual, no sentido de o Top conhecer profundamente sua peça e trabalhar para superar os limites daquele que tem em suas mãos, sendo tudo consensual. Isso é para facilitar a continuidade de uma sessão de tortura ou mais ainda, naqueles que possui sua peça nos moldes 24/7 ou TEP, por exemplo. O fato de ser tudo consensual impede de avançar algo que sente vontade, em que se sabe que o bottom consente e que ele vai querer que faça. Eu quero uma assim e nesses moldes do SSC. Eu tenho uma candidata nesse mês e com ele (a) é algo muito fácil para mim. Ela é uma Sissy completa e a conheço a alguns anos. Ela já é mulher, pois se hormoniza há anos, tem guarda roupa feminino, baby doll, calças femininas, usa regatinhas femininas, calcinha, enfim, posso citar toda sua rotina, pois é minha e adepta
Ela me fez a proposta de ser minha em tempo integral, moramos juntas, vivermos o BDSM no real, ela se diz escrava real como nos meus textos nesse blog e se estamos falando em viver integralmente não existe esse papo de sessão, por exemplo. Quanto as punições, elas têm que ser reais, já que isso estará acordado e, portanto, seria consensual eu puni-la severamente, sem que ela sinta prazer, caso mereça ser castigada por não cumprir sua função de minha escrava...

Ambos ficaram excitados e prazerosos? Sim. Para que ela se sinta escrava, submissa ou apenas uma massa de modelar em minhas mãos, tem que conhecer minha força, meu poder, minha inclinação sádica, ou seria uma brincadeira, um joguinho de sessões atrás de sessões. Nada disso, eu quero que todas que se candidatarem a serem minhas saibam que eu falo sério e só tem uma saída, o rompimento do contrato para sempre. O que vale mesmo é a confiança em quem domina, pois, o submisso dará carta branca para mim. A sensação, o sensual é que guiará o caminho dessa prática, não mais o que foi combinado, não mais os desejos antes da relação, mas a descoberta, a exploração das sensações, da sensibilidade como foco dessa forma, tanto o dominador quanto o submisso nunca vai cair na monotonia, nas velhas e repetidas práticas e usarão sempre a criatividade, o sentir, o descobrir e sem romper a barreira do seguro. 
Por Senhora do Castelo Plus