Os tipos de entregas que eu quero:





É muito importante que todos saibam quem é a Senhora do Castelo, para quando eu desejar falar por chat ou watts app eu não tenha que explicar quem sou e como eu sou, e principalmente o que é BDSM. É muito comum entrarem no meu blog para me conhecer, saber o que eu gosto e o que eu busco, e assim as pessoas iniciam com apresentações e pedidos que não cabem a uma dominadora sádica com experiência de quase duas décadas e ainda precisar corrigir as falas e convites.

Tanto na vida cotidiana, quanto como dominadora eu sou autoritária, controladora, adestradora e quem me conhece diz sempre a mesma coisa, que sou líder nata.

No BDSM não poderia ser diferente e nem consigo me descrever de outra forma, senão como uma dominadora e que fique bem claro, sádica sem o contexto sexual, pois é o estilo de vida que escolhi, conheci e me aperfeiçoei.

Costumo dizer que nasci assim, mesmo quando criança eu logo tomava a frente e nas brincadeiras já obrigava minhas primas a ficarem de joelhos, o que eu gostava era dar castigos e quando elas sofriam e choravam eu gritava:  - E ENGULAM O CHORO E FIQUEM CALADAS, PORQUE EU É QUEM MANDO E SE NÃO ME OBEDECEREM, VÃO APANHAR MUITO, ENTENDERAM?

Adoro até hj e a vida para mim só tem graça se estou no comando de tudo, e quando eu encontrei o BDSM há mais ou menos 20 anos me senti nele como a sádica que sou e até hj o vivo como estilo de vida.

Gosto de definir o BDSM que vivemos hj, por isso eu espero que pesquisem tudo que puderem antes de me abordarem tentando me seduzir, já existem tantos links, grupos e até Wikipédia sobre o que é, como é, e as práticas do BDSM que não vou ficar aqui dando aula, mas para facilitar para os iniciantes, alguns termos vcs tem que saber, pois são os que me atraem e pratico. Me sinto totalmente capacitada para dominar realmente, porém,  me cansa ter que ficar perguntando o que vc quer fazer, que praticas gostaria ou tem experiência e principalmente que tipo de relação deseja ter, enfim, como quer se entregar, é por isso vou colocar os tipos de dominação que eu quero, pois quem quer alguma coisa é a Senhora do Castelo. Vc deve se entregar para realizar as minhas vontades, mas sobre duvidas básicas, sobre limites, negociações e safe-Word devem ser discutidas na medida da escolha das práticas que vou descrever agora, por isso leia, se defina e ao me abordar, já venha com o que escolher.

·         TPE (Total Power Exchange): Não há limites ou safe-word e o bottom abre mão de qq vontade ou poder de fazer escolhas em todas as esferas de sua vida. O que vale é a confiança mútua. A hierarquia e exercício do poder é total. Não há contrato, apenas se consolida após confiança mútua inabalável.

·         PPE - Partial Power Exchange – Separação das vidas D/s da vida social, mas as relações onde a hierarquia e exercício do poder estendem-se além dos plays, cenas ou sessões, mas não é total. É comum para subs que possuem suas vidas social ou profissional independentes e sem influências da vida como escravo e essas duas mais:

·         SSS - São Seguro e sensual – não há consensualidade e sim sensualidade, no sentido de uma relação baseada no prazer mútuo, no respeito, no bom senso, no conhecimento profundo dos parceiros, na responsabilidade do dominante almejando um resultado prazeroso para ambos.

·         RISSCK – Fetiche (Kinky) consensual, Seguro (Safe) e são (Sane) com riscos informados. Seria o SSC com análise de risco detalhada.


Senhora do Castelo Nietzschiana.



Devido  minha ausência na internet e Blog, recebi inúmeros pedidos para retomar minha vida como a Senhora do Castelo e com muita relutância, abri mão de algumas horas da minha vida como profissional para atender os pedidos, inclusive de amigas e amigos que necessitam da presença dela, que nem de longe eu imaginava que desejava reatar tal contato, mas se eu era sádica e extremamente exigente como a versão 4.0, agora serei muito mais e como seguidora do filósofo Nietzsche, seguirei a risca sua filosofia de vida, mas para além do bem e do mal, serei má.
Minha essência e desejo serão os mesmos, inverter dominando, sempre eu ser superior, alpha ativa 100% com entrega total e irrestrita para que sejam escravizados, como já conhecem meu estilo e que tais cadelas sejam somente objetos, já que tem a prerrogativa de serem considerados pela Senhora do Castelo como seres úteis, porém, não merecedores de meus sentimentos.
Quando surgir algo que está fora dos meus propósitos, tenha certeza que deverão fugir, pois eu os descartarei como papel de bala no lixo, não confundam a minha missão na terra.... escravizar almas.
Estou de volta, Senhora do Castelo.


Os preparos para a inversão.


Muitas cadelas querendo ser invertidas, perguntam como devem se apresentar e se preparar para tal situação, digamos, o antes e o depois da inversão, mas esse antes não é somente os minutos que antecedem a curra em seu rabo. O todo importa? Beleza, idade, condição financeira?
Claro, seria hipocrisia dizer que não, mas vamos lá, existem diferenças do que é beleza no caso de quem deseja se submeter a uma rainha sádica inversora como eu e já postei várias vezes sobre as condições da inversão, pois temos um modo especial de conduzir um encontro e o preparo, temos roupas adequadas para mim, meu strap on preferivelmente de silicone e com todos os complementos, camisinha, cremes hidratantes e vaselina, mas a cadela tem que estar aparentemente atraente com seu rabo balançando para sua dominadora, com posturas e falas submissas, de obediência e aparente medo, pois lembrem-se que sou sádica e não abro mão de torturas nos genitais, mamilos e massagens eróticas no seu rabo.
Eu não preciso ficar gritando, dando ordens baixinho é melhor ainda e com material suficiente para amarrar meu cão, ou melhor, cadela a meus pés.
Idade traz consigo a maturidade, o discernimento, as experiências e tem-se que separar joio do trigo, avaliar a dedicação da entrega submissa e ao se entregar para alguém tem que estar realmente comprometido, levar a sério o momento de inverter um homem à condição de mulherzinha, coisa que a maioria diz que ser tão fundamental e que os fazem sentir-se vivos.
Exige-se determinados padrões para tal prática, modelos para se vestir e não estamos falando de corpos malhados, mas higienizados e preferivelmente depilados, totalmente impecável e imaculado para ser currado e isso incentiva a minha imaginação de desejar currar, mas esse rabo não basta estar depilado e lavado por fora, tem que estar lavado internamente por enema ou chuca.
Na vida real eu encontro pessoas das mais diversas profissões, rendas e padrões sociais adeptas desse universo da inversão e a idade varia,vai dos 18 aos 60 anos.Muitas acima dos 40 reprimiram suas chances,acreditam somente numa entrega real e eu sou uma das que posso dizer que tenho 99% de acertos aos que passaram pelo meu strap on,
dessa forma, os cuidados iniciais é com você e eu garanto os cuidados posteriores com discrição, entendimento, conforto e muita dor, pois sem dor, sem ganho, esse sempre foi meu lema.

Senhora do Castelo Plus


Cativeiro Psicológico




Esse termo é muito pouco utilizado no BDSM e seria mais ou menos o equivalente ao termo paixão no mundo baunilha. Dentro da filosofia da antiguidade já se fazia a distinção entre amor, dentro da obra O Banquete de Platão, que se refere a um desejo do outro, racionalizado, pensado, filosófico por assim dizer. Paixão vem da palavra Pathos, que no mundo moderno deu origem a palavra patologia e dentro dos escritos de Platão existe um relato onde Sócrates retira Alcebíades perdidamente largado pela paixão nos braços de suas amantes dizendo que há razões do conhecimento e do pensamento para que ele tenha tal comportamento e atue dessa maneira, já Platão analisa filosoficamente e diz que Alcebíades é um agente akrático, isto é, dominado pela fraqueza da vontade onde a paixão domina seu comportamento descabido, impetuoso e apaixonado.


Ambos condenam o comportamento desregrado de Alcebíades porque priorizam o espírito, aqui entendido como razão, em relação ao corpo, aqui obviamente o tesão, a excitação sexual.
O agente akrático (incontinência) é aquele que tem a vontade quebrada por uma paixão, embora Sócrates enfatiza que quando mudamos de comportamento não é por uma paixão, mas por uma outra razão , isto é, por um conhecimento que fará sentido para ele, Platão explica que a pessoa vem vivendo em uma direção, uma determinação, um objetivo de vida, tendo um comportamento exemplar e de repente surge uma paixão que interrompe seu comportamento e sua vontade perde sua determinação, ele vinha caminhando em uma direção para fazer o que é certo e cede diante de uma paixão, e para Platão, discordando de Sócrates, não há nada que explique isso como disse seu mestre, mas que simplesmente ele é fraco em suas determinações, então essa pessoa que muda tudo na sua vida por uma paixão tem fraqueza da vontade, enquanto Sócrates fala que o que se tem é uma mudança de percepção, de pensamento de conhecimento e jamais fraqueza da vontade.
Quem me conhece sabe que eu gosto muito de Nietzsche que tem um conceito central na sua filosofia chamado de vontade de poder ou vontade de potência, principalmente no seu livro Humano Demasiadamente Humano, livro que influenciou definitivamente Sigmund Freud porque ele fala de uma força psíquica, um desejo de dominação sobre os homens, tanto beneficiando quanto ferindo-os, e depois essa força interna que nos motiva em direção ao outro, possuir o outro foi renomeado por Freud como Libido e por nós como tesão mesmo. Dessa forma Nietzsche coloca Platão como o filósofo dos fracos porque ele vê a paixão como fraqueza da vontade e, portanto, ele prefere ver que todos nós temos condições psicológicas, forças internas e desejos que nos faz desejar o forte. Enfim, nós somos quem decidimos nossa moral, comportamentos e desejos sem nos preocupar com o que os outros vão julgar, que aí é outra história.
No meu mundo eu domino dentro do BDSM, pois fora tenho que batalhar contra as barreiras da nossa sociedade que não aceita esse estilo de vida. Não me apaixono, não sou entregue a rompantes por ninguém, claro que uma perda vai me fazer sofrer, não sou de ferro, mas paixão mesmo eu não tenho, amor sim, mas o amor filosófico, o amor pensado, por isso que tenho sempre interrogatórios e entrevistas antes de me envolver como dona e com isso é que eu chego no que eu  denomino de cativeiro psicológico, pois quem  passa pelo meu cativeiro real, sob meus pés, é currado e invertido por mim fica a minha mercê mesmo depois que encerra nossa relação ou cena, todos voltam um dia dizendo, sai, namorei, casei, ou servi outras dominadoras mas a Senhora nunca saiu do meu pensamento. Tem um caso muito emblemático de um submisso que viveu comigo me servindo na minha casa como escravo total 24/7 e depois rompemos e 3 anos depois está implorando para voltarmos a viver o que vivemos, outros com uma única sessão ficam aprisionados a mim psicologicamente.
Eu poderia dizer que todos que se apaixonaram de fato por mim estão no cativeiro psicológico, pois fazem declarações e demonstrações de amor. Eles mesmos afirmam que viver nesse cativeiro psicológico é a melhor coisa de suas vidas e existência, porque tiveram a coragem de mudar o rumo de suas vidas racionalmente como disse Sócrates.

Por Senhora do Castelo Plus

Rainha Imaculada


Eu escuto cada coisa e leio tantas outras que me impelem a deixar algumas coisas bem claras em relação a sexo. No meu castelo só existe uma forma de sexo e de entrega, a inversão, sendo eu o macho alfa, uma inversora sádica e estou pronta para tal, já fiz muita coisa que somente com permissão dos envolvidos eu poderia colocar aqui.
Sempre falo que meus relacionamentos são sérios, passa de um ano e invariavelmente meus escravos se apaixonam por mim, paixão doentia, amor delicado, sempre adoram e desejam voltar depois que os chuto das gaiolas. O ditado de quanto mais são chutados, mais gostam é verdade, não estou sozinha nunca, mas não esperem piedade, não esperem carinho ou nada que seja perto da baunilha e não brinquem comigo, pois eu sou de veneta e faço o que quero, não o que pedem, mas meus instintos sádicos podem fazer coisas que os tornarão irreversíveis.
Estou sempre bem assessorada, seja com psicólogos, seja com advogados e tem coisas que desejo, mas não posso, quero, mas não aguentam, como muitos desejam serem castrados como porcos. Sei que é imbecilidade, mas não mecham muito com minha imaginação sádica. Adoraria que fosse consensual eu poder extirpar as bolas desses submissos que não passam de cadelas, para deixar de ter ereção. Já vi muita castração de cães, basta cortar o saco na parte superior, enfiar os dedos e puxar bola por bola e depois de limpar em volta, cortar o cordão espermático e jogar os testículos para os ratos comerem.
Que maravilha e têm muitos que ficam me atiçando, eu falo que é contra a lei, eles oferecem condições, querem fazer contratos, ah se eu pudesse eu colocaria deitados numa mesa e a sangue frio, sem anestesia eu arrancaria as bolas uma a uma, sendo que antes de cortar eu apertaria como se esmagasse um tomate podre em minhas mãos e ouviria os gritos de desespero da dor horrível sendo  eu quem causou a dor e a castração do pobre infeliz, assim eles teriam que me servir como fêmeas, darem seu único buraco para eu penetrar meu strap on e jamais ouviria coisas que odeio, ereção de escravo, sexo com a Domme, não mais e ainda com a voz fina, de mulherzinha e eu pisaria na sua masculinidade como sua dona absoluta, e seria somente dando seu rabo que eu saciaria seu desejo.
Sei que estou viajando com propostas que enchem minha caixa de e-mail, mas não preciso delirar muito, pois tem os desesperados, que como não posso arrancar suas bolas com minhas próprias mãos, posso pisar com botas nesses sacos murchos, esmagando pelo crush e ouvindo gritos de pavor e desespero, às vezes eu vejo gotas de sangue saindo pelos pênis desprezíveis e inúteis, que servem apenas para urinar.  
Quem viu minha última postagem viu como eu trato esses pintos moles, eu coloco no cinto de castidade mais radical possível, com um cateter uretral e ficam 15, 20 dias preso e aí sim, quando eu retiro o cateter para limpeza, eu vejo que esses pintos já não servem para nada, murchinho e nanico que até sangra na hora de enfiar o cateter novamente, mas enquanto tiverem ereção, vão para a castidade forçada, foda-se, comigo é assim, trancados e eu com a chave, ponto final.

Finalmente eu devo elogiar os que já vêem se castrados quimicamente, esses são meus preferidos, já tomam hormônio feminino, são, portanto, sissys hormonizadas, voz de mulherzinha e peitinhos que serão torturados, bundas macias e lisinhas para serem invertidos. Então esses são seus preferidos? Sim, pois já vêem castrados, com pintos inertes e prontos para eu usar sem ter que me preocupar com órgãos que deveriam ser arrancados de fábrica, já que a lei não permite que eu faça o que me imploram com o rabo abanando.
Creio que eu fui clara com aqueles que não sabem o que é sexo ou prazer para uma inversora sádica, ou preciso desenhar?

Senhora do Castelo Plus

Um buque de Rosas ou galhos com espinhos?


Tem muitas mulheres que adoram ganhar um buque de rosas, mas outras preferem os espinhos. Essa frase eu li num livro sobre BDSM de Wilma Azevedo. Eu fiz questão de colocá-la como inicio da minha postagem porque existe muitos homens que me perguntam sobre eu ser romântica e amorosa com meus submissos ou se eu gosto de presentes a moda antiga, como caixa de bombom, por exemplo.
Eu prefiro que me dêem instrumentos de tortura ao invés de bombom, além de engordar, os instrumentos serão mais úteis para minhas práticas e sobre romantismo, esqueçam porque eu nunca fui romântica no sentido do termo, sou sádica, gosto de humilhar, cuspir, pisar nos meus escravos, falar segura de mim e dar ordens, não tenho gosto nem tempo para romantismo.
Muitas promessas de pretendentes ficam imaginando cenas com banhos espumantes a lá Hollywood, ou forrar o caminho onde passarão meus pés com pétalas de rosas vermelhas. Tem Domme que até goza com essas coisas, mas vamos ser francos, né? Eu quero escravos para serem chicoteados e com seus membros sexuais devidamente pisados pelos meus pés. Não sou feet, não quero gente adorando meus pés, mas sim se humilhando ajoelhados de quatro diante deles e implorando para que eu pare com a dor infligida em seus corpos frágeis e inicie a inversão.
Outra coisa que todos estão enganados é o termo romantismo, a ação de beijar as mãos das Dommes como forma de esmero e cortesia. Essa prática que vem da corte do rei Luiz XV é chamada de etiqueta e é uma forma do Homem macho da época cortejar a mulher por ela ser frágil e inferior, isso sim, no meu caso mãos é para segurar um bom chicote, esbofetear uma cara chorona ou agarrar uma bunda para eu currar.
Romantismo é uma escola literária de poetas nacionalistas perdedores que buscavam, através de sua arte, lutar contra a aristocracia e chegar ao poder. Até hoje se refere a músicas melosas, poesias cheias de sofrimento e comportamento no meu entender ridículo que não me agrada.
Amor é a última coisa que devo esclarecer. Muitos falam que sou fria, que não demonstro amor, que sou insensível. Depende do ponto de vista. O amor que casais baunilhas cultivam, de ser meiga, de falar mansinho, de olhar profundamente nos olhos e dizer palavras carinhosas somente quando eu terminei uma sessão muito pesada e preciso dar o aftercare pelo fato do meu escravo estar em frangalhos, porque no dia a dia esperem somente críticas, ordens e muito sadismo e é assim que eu cheguei onde estou, com minha senzala prestigiada e meu blog bombando de elogios e pedidos.
Até com meus colaboradores, minhas amigas Dommes eu sou assim e nem com meus ex-maridos eu tive esse romantismo baunilha, não será agora que eu mudarei. Sou sádica, quero causar a dor nos corpos manipulados por mim, amaciados para que eu curre com vontade e que seu espírito e mente saibam que eu estou no comando, portanto, invés de flores, eu desejo muitos instrumentos de tortura, ou beijar minha mão, fique de 4 e se quer romantismo e palavras doces, vá assistir novela.

Senhora do Castelo Plus.

Minha relação com minhas cadelas.


Esse post tem a finalidade de esclarecer algumas coisas que me incomodam, por não conceber a ideia de faltar com a ética, no sentido, de preservar quem convive comigo. Sempre recebo em privado ou até no aberto pessoas que pedem, imploram e até exigem que eu poste no blog ou em privado como são meus relacionamentos, descreva o dia a dia de escravos que viveram comigo por 2 ou mais anos, como é o tipo de relação na minha casa e por aí vai. Isso eu não farei a não ser que tal escravo deseje que nossa relação seja exposta. Já tive alguns relacionamentos em que tive o prazer de relatar, mas que depois que rompemos, como já não fazia mais parte da minha vida, eu decidi excluir todas as as postagens, quem leu pode sentir como foi, mas não é relevante manter uma coisa que já passou.
O filósofo pré-socrático Heráclito já falava que nenhum momento é semelhante ao que passou e ao que virá, vivemos uma verdade no presente e essa verdade é única e válida naquele momento, portanto, não é mais verdade e não é relevante.
Por falar em filosofia eu lembrei-me de Sartre que diz que nossa vida é um projeto, que devemos ter uma vida autêntica e criar esse percurso, vivê-lo intensamente correndo os riscos das nossas opções. Eu sou sádica inversora, eu tenho uma vivência longa e garanto que não se trata sempre do que relato, isto é, que vamos num quarto íntimo, o sujeito sempre depilado e perfumado, eu o torturo, chuto suas bolas, chicoteio ao seu limite, visto-o como minha putinha e o enrabo com vontade... aí novamente e no dia seguinte também, e repetidamente a mesma coisa como um eterno retorno... Não, pessoal, isso é o que eu faço, mas vivenciar essa cena tem tantas nuances que tornam uma cena dessas diferente a cada encontro, parodiando o livro, existe 50 tons de cinza numa relação assim, isto é, existe um leque de diversidade que torna cada momento único.
Nietzsche é o filósofo de cabeceira, mas estou longe de entender tudo que ele escreveu em sua curta passagem na Terra, mas niilismo, um conceito complexo com 4 tipos que ele aborda, serve para descrever o que penso de cada encontro, niil (nada), para esse filósofo, se desejamos encontrar nossa verdade devemos nos despir de todos nossos conceitos já embolorados, preconceitos e verdades que imputaram em nossas cabeças, o que é certo ou errado, nada disso deve iniciar nossa construção de verdade. Zere o que sabe como sua verdade, livre-se dos dogmas da religião e sociedade, parta do seu interior e descubra o que lhe dá prazer e vontade de viver uma vida autêntica e se for se vestir como uma mulher, que seja, se for dar seu rabo com tortura, melhor ainda, e meu sonho de consumo é ter alguém com tudo isso e desejar seu meu eternamente, ir além do homem e eu ser seu homem na casa.
Para os que desejam ter uma ideia de como vem sendo minha vida como sádica inversora é bom ler o que ainda não deletei, o que ainda faz sentido para mim e para sentir um gostinho de ser torturado, mijado e invertido com um grande strap on em seu rabo por uma sádica como eu, tem vários artigos no blog desde 2015, os anteriores foram deletados e para saciarem a sua vontade de ver cenas, eu tenho 26 cadelas que permitiram postarem suas fotos em ação e portanto a imagem fala por si só, não preciso descrevê-las.Segue a lista.
Por Senhora do Castelo Plus.
joão castelo, Escrava lu, melissa castelo, nina-SC,  nicole 1,  thabatha leehma, nicole 3, bruna cd, lucas_SP, nanda_RP, marcelo_RP, cadela_SP, naty_SP, natysub, carol sissy, cadela_MG, biba, ninasub, alexiasub, nicolesub, nanysub, melissasub, carolsub, encontros.

Aftercare na inversão e BDSM.



Eu trago um tema muito importante para os praticantes de BDSM, se refere aos cuidados do Top com seu botton depois de uma cena pesada, embora o enfoque seja o Spank, serve muito bem para inversão: Aftercare.
Quem nunca foi invertido por mim não pode imaginar como é ser dominado por uma sádica. Quem já participou de uma sessão como minha cadela sabe que tenho preocupação dobrada com os cuidados antes do encontro, seja em relação ao escravo, depilação, a lavagem intestinal, limpeza corporal. Já que uma hora será amarrada, ou duramente surrada por uma série de instrumentos de muita tortura ou ainda por dominação psicológica e finalmente será currada e usada por sua dona, com torturas físicas e psicológicas e não faz ideia de como eu me preparo também, instrumentos higienizados, camisinha lubrificada e claro, vestida adequadamente. Mas depois de tudo, penso em como ficou a cabeça ou a mente do escravo após a cena, o esgotamento mental, os pensamentos e sensações de prazer, misturados a exaustão que podem ser negativos, carregados de culpas ou arrependimentos, caso não esteja pronto para o que houve e isso tudo é percebido por mim e eu dou um suporte para que nada seja abandonado depois da cena.
Dessa forma temos uma prática fundamental chamada de aftercare, termo em inglês que significa o acompanhamento emocional essencial após uma sessão pesada. Aftercare refere-se especificamente a atenção dada pelo parceiro que domina ao seu escravo após a cena que vivenciou, seja uma experiência muito intensa mental e/ou física, porque eu não escondo que eu castigo e torturo o couro da cadela antes da inversão para mostrar quem manda e onde é o lugar do meu escravo, debaixo de meus pés, surrado pelo meu chicote, mijado pelo líquido precioso, que muitas vezes é a única bebida que vale a pena ele tomar, minha urina, mas sei que isso  pode levá-lo a uma situação onde o estado psicológico fica muito vulnerável e portanto isso não é bom para nenhum de nós, embora seja cadela, submisso e escravo, já sabe que é um ser inferior e deseja justamente isso, ser cuspido, degradado, humilhado e xingado e depois de surrado ser enrabado, mas infelizmente, até gente graúda, intelectuais ou meninos cheios de marra ainda precisam de uma mulher muito experiente que utiliza várias técnicas ou palavras ofensivas para poder dobrar de 4 diante de uma mulher poderosa e essa sou eu. Depois vem o conforto deles e até presentes para seu algoz, caindo aos meus pés e beijando como se fosse a última cereja do bolo.
Cada pessoa reage de uma forma e nem sempre uma negociação tão precisa como a minha, consegue prever as reações negativas depois da curra e, portanto, cada pessoa requer uma compreensão além dos limites referidos, pois depende muito da sua experiência anterior, pois ser invertido não é um jogo, é real, o strap on vai entrar fundo no rabo do escravo, sem dó nem piedade e o que eu posso propor é minha atenção depois do fato. Sei que pode haver diferentes dificuldades, caso a caso, e não precisa ser psicóloga ou terapeuta para dar a atenção básica, mas sim ser consciente do que eu faço, para tanto peço para expressar tudo durante as negociações e que coloque os limites e o quanto ele pode suportar.
Não existe a  possibilidade de manipulação psicológica ou algo
ligado a má intenção. Caso ele esteja num conflito ou dúvida, não fazemos e pronto. Por outro lado não faço mais pechincha, ou podem se entregar conforme minhas regras e ,portanto, é fundamental que leiam minhas últimas postagens ou saiam com o rabinho entre as pernas com o desejo de serem dominados, feminizados torturados e tendo um prazer enorme (também o strap on é enorme) e proporcione que eu entre em Domme-space, ultrapassando seus limites e garanto que será extremamente prazeroso. Portanto, só existem duas opções, a certa é pedir desculpas, reconhecer que não está preparado para mim, e os que desejarem conversar sobre isso eu darei atenção, conforto e demonstrarei que estou disposta a recompensar essa entrega seguindo  a ética e regras do BDSM,  jamais irei aproveitar da fragilidade ou o estado de vulnerabilidade em que se encontra. Por isso eu faço questão de usar o aftercare com segurança, ao mesmo tempo que darei conforto e carinho, introduzir o dildo em seu rabo para dar prazer e se o escravo se entregar para que isso se repita, amará verdadeiramente, ira fazer de tudo para realizar todas as minhas fantasias e desejos, o que é uma prova da entrega.

Senhora do Castelo Plus

Minhas cadelas estupradas consensualmente




Existe um desejo e pode-se dizer que estatisticamente há uma porcentagem elevada de homens que aspiram praticar sexo anal, e resistem em darem suas bundas, e por isso são frustrados, restando apenas uma pequena porcentagem de homens que buscam serem invertidos e desejam Dommes para essa prática. A grande maioria está acima de 30 anos e tiveram de alguma forma um relacionamento baunilha no início. Outra pequena porcentagem entrou no BDSM porque são masoquistas. A grande maioria das “Dommes” faz questão de sexo, o que não é meu caso.
Eu sou sádica inversora e quando tenho o prazer de dominar com minhas amigas, outras dominadoras inversoras, uma das opções de prática é o “Rape Play”, que pela definição é a prática do "estupro simulado". Já que uma das questões importantes no Rape Play é o fator surpresa, é chamado de rapto ou seqüestro, mas claro que isso se dá já em um quarto de hotel ou na casa da “vítima”.
Notadamente, essa prática exige alto custo para simular uma cena como essa, dada a complexidade logística para dar veracidade a cena, isto é, ser violentado sexualmente por duas ou três dominadoras sádicas com grau de comprometimento e confiança nos terceiros que irão auxiliar na imobilização, curra e violência consentida, visando o prazer de todos. Se entendermos que no BDSM tudo deve ser consensual, o rape play deixa aberto a possibilidade de que a cena do estupro seria uma prática fora da curva e como princípio a pessoa deu consentimento de ser seqüestrada, raptada e estuprada.
Daí em diante é pura improvisação e as coisas podem sair do desejo de cada dominadora. Seria o desejo de se entregar a uma dominadora sádica e falar, pode usar e abusar com todas as torturas, o que acontecer depois é de minha responsabilidade.Nesse caso as coisas que não são seguras podem ser praticadas, embora quem conhece o meu trabalho e experiência, sabe que eu analiso todos os riscos antes e a pessoa apenas assume a responsabilidade sobre os custos.
Pois não há riscos, mas tem mais um detalhe fundamental, não poderá haver a possibilidade do uso da safe Word, já que é uma relação sexual forçada “com seu consentimento” CCC - Comprometido, Compassivo e Consensual, não entra o perdão, serão invertidos até saciarem as Rainhas de forma segura e consensual e preza a compaixão de cada uma, sendo que nós nos comprometemos em seguir o que foi acordado sem deslizes.
Dessa forma seja o estuprador, seja a vítima terão que ter muito sangue frio e concentração absoluta na hora do estupro e claro, muito tesão, pois entramos falando de inversão sexual, strap on do calibre que nós acharmos mais adequado e não é jogo, é real. Para preparar uma cena dessas com uma ou mais pessoas pode levar algumas semanas, adequar um local, as cordas e mordaças, além do que o envolvido na cena tem que ser bom no que faz no BDSM, pois seria uma frustração se ele falhar no dia, portanto, exijo de ante mão o compromisso e o pagamento da cena antecipadamente. Dependerá muito dos envolvidos e quantos serão ao todo. Se tudo correr bem, teremos bondage, um pouco de spank e muito prazer, mas repito, dentro do BDSM é uma prática que segue o são seguro e consensual.

Senhora do Castelo Plus


Vontade de poder


Nietzsche escreveu depois de assistir o desfile da cavalaria ao iniciar a guerra Franco-Prussiana: “Senti pela primeira vez que a mais forte e mais nobre vontade de viver não encontra expressão em uma miserável luta pela existência, mas em uma vontade de guerra, uma vontade de poder, uma vontade de dominar”.
Para ele, o poder no sentido primário é a capacidade de fazer com que as pessoas façam o que queremos e é parte dos instintos humanos. Nietzsche vai muito mais além desse simples conceito e colocou outro termo: “vontade” de poder.
Pensando friamente e pela lógica da existência da vida, se não existe Deus, qual o sentido da vida? Já que se constitui de sofrimento e luta? Para ele e em concordância com seu mestre Schopenhauer, o ser humano possui uma força irracional, que ele denominou de vontade.
No entanto, ao contrário de Schopenhauer, Nietzsche pensa como Aristóteles, isto é, para ele a realidade não tem nada que não possamos ver, sentir, tocar, isto é, a realidade é este mundo e somente essa passagem da nossa vida que nos resta, nada de além da vida ou outra vida, é isso aqui e acabou e por isso, como pensa o Marques de Sade, devemos viver nele com plenitude.
Dessa forma existem dois tipos de homens, os fracos, cuja virtude é típica de escravos: abnegação, auto sacrifício, colocar a vida a serviço dos outros porque não deseja nada além do conforto e satisfação.
Os fortes “Übermensch”, os que dominam são superiores, não porque nasceram assim, mas se tornaram dominadores. O forte de dominador experimenta a vida com maior intensidade e profundidade do que a humanidade comum cria seus próprios valores e suas regras com rigor intelectual, honestidade consigo mesmo e vivem o real, não o ideal ou o imaginário, mas sim a prática, a experiência, ao invés de mero conforto de ficar somente no plano das ideias. Ele procura alegria, não se conforma com pouco, pelo contrário, ele vai conquistando e dominando, inclusive na questão sexual, ele possui o outro para si completamente.

Conclusão: Aquele que é forte para Nietzsche ama a vida e está no mundo real para dominar os que são fracos no último grau: ele quer todas as coisas, incluindo a sua própria vida, e até mesmo a vida daqueles que ele despreza.
Por Senhora do Castelo.