Cadelas são cadelas.

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Todos sabem que minha prática preferida é a inversão e vira e meche aparecem mulheres implorando para que eu as aceite como escravas. Eu não tenho nada contra, pois em minha concepção, escravos, cadelas ou sub-humanos tem o mesmo tratamento, uso como capacho em que eu piso, cuspo e prendo no canil. Homens são minha preferência, pois a inversão é a prática da humilhação em tornar um macho em uma mulherzinha nas minhas mãos, para serem currados, chicoteados e usados quando, onde e quanto tempo eu desejar.
Quando me perguntam se minha prática não entra a desumanização eu respondo prontamente um grande não, imagine desumanizar uma pessoa e tratá-la como animal? Como um objeto? Nada disso, pois animal a gente cuida, dá carinho e alimento e jamais maltrata, mas meus escravos eu tenho um prazer sádico insaciável de fazê-los sofrerem, de pisar forte e ouvir seus gemidos, de castigá-los, pendurados numa torre enquanto eu durmo e se for acordada por algum desses seres que usam minha coleira, coitados, pois sofrerão a fúria da sua dona empunhando meu chicote e por isso o medo os fazem ficarem quietinhos velando o sono da sua rainha.
Por isso e nesse sentido, eu não chamo de desumanização, já que animal é muito bem tratado e minhas cadelas são literalmente lacerados pelas minhas mãos, xingados até chorarem ou humilhados comendo ração da minha boca enquanto eu tenho uma refeição como deusa tranquilamente. Quem viu um vídeo onde eu realizo um play com um casal de cadelas, viram eu brincando de forma pueril jogando a bolinha para buscarem se arrastando como vermes  chão aos meus pés, mas não viram quando eu os amarrei de mãos unidas para o alto e com meu chicote de várias tiras de couro, comeu suas peles e para humilhar mais eu obrigava a contar cada lambada que eu metia em seus corpos cansados de gatinhar de 4, a posição que jamais deveriam sair. Para meu encanto, quando eu relato essas torturas aparecem mais e mais sub-raças desejando a minha mão pesada nas suas caras e imploram para serem torturados como esse casal de cães sarnentos. Claro que eles dormem no chão gelado e duro enquanto eu descanso meus braços de tanto spank e meu corpo de tanto currar, que prazer.
Como perceberam, a mais nova aquisição do meu canil é fêmea e poderiam falar que não é inversão e que existe algo estranho por ser uma mulher. Não é inversão, realmente, seria pegging com uso de strapon e do mais nada, não vejo a questão de ser mulher ou homem na minha dominação ter alguma conotação de homossexualidade, nem de desumanização, pois quando estão subjugados são meramente seres servis para que eu os use como eu desejar, são escravos sem direitos além do que já foi acordado. Eu sou sádica, sou inversora e mesmo sendo uma mulher, o sadismo fala mais alto e o desejo de tornar uma massa de moldar nas minhas mãos vem além do sexo masculino ou feminino, portanto, não tem nenhuma conotação de lesbianismo, não que eu tenha algo contra, mas é bom frisar que eu não mudei minhas preferências, se é inversão, eu tenho que usar, sim usar mesmo e esse é o termo, usar homens, porque eu os humilho ao ponto de torná-los uma linda mulherzinha que vem beijar meu cacete e lamber minhas mãos como cadelas, mas esse desafio de dominar uma fêmea mostrou a minha disponibilidade de verter no meu chicote alguém do meu sexo e, ai sim, desumanizar, humilhar e ser convertida a um animal comendo nas minhas mãos.

Por Senhora do Castelo

Sobre meus vídeos – Convocação.

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Tenho filmado pequenas cenas com minhas cadelas quando não estou segurando o chicote e por insistência dos meus fãs, resolvi postar um e pela receptividade tão grande, acabei por postar vários e atrai um público diferente do que costumeiramente são selecionados para minha senzala, porque as cenas foram filmadas nos momentos de descontração do que realmente eu faço e isso está gerando uma confusão.
Eu não represento, eu sou. Eu não me filmo, eu domino. Eu não dou mole, sou sádica, dura e extremamente severa com os meus, portanto não são 60 segundos filmados que não vão mostrar nem de longe a essência das minhas cenas. Minha dúvida é justamente a impossibilidade de filmar uma sessão de chicoteamento em que minha cadela grita com a dor infligida no seu corpo que me pertence para judiar ou o banho da minha chuva dourada onde ele bebe como guloso, geme de prazer com o meu líquido e as humilhações que os faço passar... enfim, nada disso eu pude filmar.
Por outro lado, percebi que o caminho agora é esse, mostrar como se castra mecanicamente as cadelas que me servem com o cinto de castidade, a dor que eles sentem quando penetro o cateter uretral ao trancafiar seu pênis inútil para ambos, como eles imploram por minha clemência ao deixá-los 12 horas no tronco sendo surrados, xingados, mijados ou simplesmente pendurados ao meu bel prazer com vendas e mordaça para não atrapalhar meu tempo de descanso entre uma tortura e outra, ou comerem meus restos de alimentação pisados pelas sandálias que eles mesmo compraram como mimo, isso sim é sadismo e é o que eu sou.
            Portanto, eu desejo que se apresentem pessoas que são de fato meus capachos para participar de filmagens desse nível e outros que possam filmar


Por Senhora do Castelo.

Desumanização - Despersonalização

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Dentro do que chamamos de D/s, que se trata de uma prática basicamente mental, psicológica, a busca do submisso é justamente ser desumanizado pelo Top, portanto, exige muita competência desse Top em colocar seu sub em condições desumanas, mas temos que lembrar que temos três aspectos distintos no que se refere a essa modalidade:
1)        Despersonalização, que consiste em mantê-lo como ser humano, mas num patamar de inferioridade em relação a todos e submisso a apenas um como escravo ou submisso. Dessa forma envolve xingamentos como verme, puta, estrupício, imprestável ele sente tesão em ser nomeado como algo sujo, inferior, inútil, ele se despe de sua personalidade e de seus valores para assumir aquele prazer em ser tratado como um pequeno nada. Essas humilhações verbais podem ser aplicadas nas práticas de Servidão doméstica ou servidão consensual, Castidade forcada do submisso, Humilhação erótica e Servidão sexual.
2)        Desumanização que seria tornar o bottom em algo que não é humano, o mais conhecido é justamente o ponyplay ou o petplay. Nesse caso, o sub é tratado como um animal de estimação, dormindo como um animal, comendo no chão, se comportando como animal de 4 patas ou rastejante e o principal e controverso, não verbalizando como humanos, mas somente emitindo sons do bicho que se converteu e para tanto, deve-se atentar muito com o modo de interromper a cena com algum tipo de sinal substituindo o safe Word, já que se ele falar, perde todo o contexto da desumanização.

        3)        Objetificação que seria transformar o submisso em um objeto inanimado, como um descanso para pés (rest feet), mobília, cinzeiro e o que mais eles gostam de ouvir seus Tops chamarem: Capacho. No site “Cantinho da Eve” ela cita a forniphilia o fetiche de mobília, ou furniture fetish em inglês o bottom passa a ser um objeto que terá utilidade para seu Top, não falam e nem se movem, mas não são providas de vida. Logo, toda a ação da mobília vai consistir no Top montando-a. Coisas muito legais é quando sou um rest feet e a domme fala, não está bom, fique mais baixo, mova-se para o lado, enfim, uma mobília que vai se adequar ao conforto do Top ou também o contrário, mesa de centro, por exemplo, onde eu devo ficar absolutamente imóvel e ela colocará copos, pratos e garrafas para uma refeição, me arrumando, organizando para que eu possa sustentar, segurar, equilibrar...
Por Senhora do Castelo.

Refletindo sobre o prazer da dor.



Antes de iniciar meu tour de férias, gostaria de trazer um diálogo entre mim e meu professor que fez indicação do livro Objeto do Prazer do Professor Dr. Osvaldo Rodrigues Jr.
Existe um capítulo sobre sadomasoquismo e esse é o foco de minhas pesquisas teóricas e certamente nada me surpreendeu, além de trazer uma reflexão das minhas aulas teóricas confrontadas com a minha vida prática de mais de 20 anos com meus submissos e, portanto, vamos lá...
Nesse texto, temos a presença de um psicanalista que é um dos que mais pesquisou o sadomasoquismo, não se fala em BDSM, mas está totalmente implícito, nas falas do autor (Rodrigues Jr) nas suas considerações finais e o que me chama para esse debate é o fato do psicanalista Stoller questionar que não existe “instinto de sofrer”, que isso é anti-natural, que não existir uma pulsão sadomasoquista como Freud já abordou exaustivamente em seus textos.
Stoller diz que o indivíduo tem incapacidade de se livrar do trauma infantil que viveu, revivendo-o concretamente, seguindo o pensamento psicanalítico de seu autor de referência Sigmund Freud, já falamos diversas vezes sobre isso aqui nesse blog. Uma questão universal para o homem de buscar entender a razão lógica de alguém se entregar aos prazeres do sadomasoquismo e já debatemos muito quando postei textos da teoria comportamentalista (Behaviorismo) e que a melhor explicação ainda é a de Freud. Dessa forma eu prestei muita atenção nessa colocação, já que ele é freudiano e de certa forma ele está indo contrário ao que o mestre falou e escreveu. Acredito que ainda precisam de muitos mais estudos e mais aprofundamento sobre o assunto para eu poder considerar o que ele disse, já é sabido que o sadomasoquismo ainda faz parte do cid 10 de doenças psiquiátricas no DSM 4, manual dos EUA, embora isso me espanta, porque fica uma visão negativa do BDSM, mesmo com um site que busca retirar nossa prática no ReviseF64.
A questão desse capítulo é entender a origem do BDSM, não só na visão de Stoller, mas do Professor Oswaldo Rodrigue Jr. Como surgiu o BDSM?
O livro todo tem teor informativo, onde ele fala do contexto histórico de práticas sexuais em geral, aborda uma visão psicanalítica, retoma a questão da repressão, da punição por se deixar levar por tais instintos/pulsões como queira chamar, o Dr. Oswaldo busca desmistificar uma visão patológica ou como desvio sexual de todas as formas, tenta dizer ao público e profissionais até onde uma prática está dentro da normalidade e o que é patológico, buscando embasamento cientifico ao longo da história e  por pesquisas de campo, porém,  ele conta sobre as variações sexuais ou desvios, bem como os objetos do prazer. Tudo que está no capítulo é o que pratico de forma rotineira nessa minha vida depois que eu me reconheci Sádica/Dominadora. Até aí não vi novidade nenhuma. Mas se me escapou alguma coisa foi o fato da definição atual do que é Sadomasoquismo: É uma fantasia? É um desvio? Porque ainda está no DSM4 e no código internacional de doenças?
Começamos com a primeira: ...é uma fantasia? Eu tive mais de 400 homens que se entregaram a mim, seja por um curto período de tempo de uma sessão (mínimo de duas horas) ou por longos períodos (um ano, como por exemplo, bruno castelo) e jamais saíram de seus personagens, aliás alguns mantêm a mesma postura ao falar comigo até hoje, porque seguem a liturgia ou porque o são assim? Pouquíssimos que mantiveram contato comigo nesses anos que domino no real mudaram de postura e a esmagadora maioria ainda mantém contato periodicamente no meu chat desde que os dominei e refiro-me á submissos que dominei há mais de 10 anos atrás, que permanecem submissos, mesmo que não a mim, mas por outras que se casaram ou se entregaram, porque sentem necessidade de serem dominados. Hoje eu não posso responder a essa pergunta objetivamente ou de forma categórica sem respaldo científico e tudo depende de que forma se olha para o bdsm, se o olhar como comércio, produtor de fetiches e a realização, sim é uma fantasia, se olhar como uma alma submissa que tem necessidade de controle, de ser preso, amarrado, espancado, controlado, não pode ser de forma alguma uma fantasia, pois do contrário não se sentem vivos e eu pessoalmente não acredito ser e como eu falei, somente um estudo aprofundado, muita leitura, eu poderia esboçar algum pensamento concreto e objetivo sobre um assunto tão complexo que envolve o lado mais obscuro do ser humano, esse mesmo ser sofre forte repressão desde seu nascimento, precisaria se levar em conta todo o processo histórico de quem o percebe e fala dele, enfim, não sei responder e o livro não me ajudou nisso.
Estou lendo Freud o texto “Totem e tabu”, porque eu acabei de estudar nesse semestre e achei muito importante para minha formação, não sei, as vezes identifico comportamentos dos meus submissos muito semelhantes ao que Freud cita lá.
Então para vocês não terem uma crise de abstinência dos meus posts, fica aqui essa reflexão, mas preciso que debatam, comentem para que eu sinta mais necessidade de postar para vocês, pois senão... chicotes e pisadas.

Por senhora do Castelo 4.0.

Os que se curvam pelos meus pés.


Eu sou a Senhora do Castelo e não a Cinderela que bastou um príncipe colocar sapatos de cristal em seus pés, portanto, é bom você saber valorizar a sua possibilidade de olhar para as fotos dos meus pés e o feitiço que eles possuem.
Meus suculentos pés gostam de sandálias e botas e não de língua, mas para tê-los na sua boca, terá que haver uma recompensa muito grande para a dona dos pés além de sapatinho de cristal, está claro?
 Concluindo, eu sou uma rainha e mereço ser tratada como tal e para não deixar dúvidas ou entrarmos numa discussão inútil, uma sandália razoável custa 500 reais e para que ambos fiquem satisfeitos, quero no mínimo esse valor para que venham rastejando tirar as sandálias dos meus mimosos pesinhos, assim terá o privilégio de adorá-los ou então não me façam perder tempo implorando por isso.
 Quem me conhece há tempos sabe que não estou aqui para satisfazer o fetiche de podolatras, não tenho nenhum interesse em que beijem ou adorem meus pés, mas se querem adorar terão que conquistar e para tanto, a exigência deve ser cumprida afim de alcançarem a possibilidade de estar sob eles.

 Por Senhora do Castelo 4.0.

O poder dos meus pés.

Quando eu procurei a pedicure que havia chegado recentemente em Araras, ela fez um comentário que eu nunca havia pensado sobre meus pés terem poderes ocultos e eu não poderia imaginar como o feitiço dos pés pode afetar podolatras, sabendo usá-los como uma arma sedutora em alguns homens. Se eu fosse uma “feet” eu poderia usar o estilo BDSM e me colocar como ser superior aos meus pretendentes e ser poderosa e dona de um homem. Eu sou solteira sem filhos e ela explicou tudo sobre BDSM e convidou-me para entrar nesse mundo e mudar meu estilo de vida, que fora da profissão dela, era o seu estilo. Sem delongas vou descrever um relato com ela.
Marcamos pela internet uma cena com Leopoldo Verne na minha casa. Eu e a Senhora do Castelo estávamos com botas e meias e chibatas, e iniciei a conversa: - Escravo, hoje vai aprender uma lição, vamos usá-lo como nosso cavalo para que conheça o poder FEMDOM, para tanto, quando cavalgar cada uma por vez, irá sentir o cheiro dos meus pés e do da Senhora do Castelo. Assim que saber a diferença do cheiro dos pés de cada uma, vamos testar se ficou bem treinadinho. Ajoelhe-se, rasteje até nossas botas e lamba para saber onde é seu lugar. Depois retire cada uma de nossas botas e coloque no seu nariz imundo e inspire profundamente e carregue a Senhora do Castelo como um cavalo.
Depois desse ritual, tanto eu quanto a Senhora do Castelo cavalgamos pela sala e para que ele sentisse o cheiro dos pés, colocava-os diante de seu nariz e mandava cheirar e sempre sendo chicoteado pela cavaleira do momento e também pela que o puxava pela coleira como se guiasse um poney. Quando as duas passearam no poney, eu mandei ele ficar completamente nu, colocamos ele ajoelhado e vendado diante de nós que seguravam um chicote de vara cada uma e falei: - Animal, agora nós vamos ver se aprendeu alguma coisa, cada uma de nós vai colocar nossos pés no seu nariz e você imediatamente vai ter que falar de quem pertence o pé pelo cheiro e se errar, levará uma chicotada. Daí em diante, sua excitação foi tão grande que acho que ele errava de propósito para apanhar e foi assim por um tempo, enquanto fazíamos essa brincadeira, riamos e humilhava-o o tempo tudo, mostrando quanto ele era patético, ridículo e inferior e quanto mais xingávamos mais se excitava e finalmente mandei que pagasse pelos serviços da minha pedicure com a possibilidade de ter prazer no final, mas não pensem que seria tão fácil. Depois que ele pagou e deu uma bela gorjeta para a Senhora do Castelo, mandei ele se masturbar quando eu falasse a palavra “verde” e parasse imediatamente quando eu falasse “vermelho” e quando eu via que ele estava prestes a ter prazer, eu cortava o barato dele falando vermelho até que ele sem controle chegou ao clímax escorrendo em meus pés descalços. Fiquei muito brava, mandei que lambesse com a língua tudo e limpasse meus pés, em seguida foi severamente chicoteado. Daí para frente vi o quanto meus pés podem ter tanto poder sobre um homem (Rainha Hemera).
Por Senhora do Castelo 4.0.

Um podolatra a meus pés.


Devido a meus conhecimentos em psicologia tem dois vieses, um é ser totalmente ética e não misturar a vida acadêmica utilizando técnicas para atrair submissos com problemas de conflitos emocionais esperando que eu resolva. Isso eu deixo bem claro que jamais será possível. Um desses escravos entendeu e decidiu se entregar.
Um homem maduro, podolatra e submisso veio até meu blog e ficou extremamente fixado nas fotos em que aparecem meus pés e começou uma aproximação para uma possível sessão de podolatria. Disse para que lesse meus últimos posts para saber que sou inversora, modéstia parte uma das melhores no Brasil e não curto podolatria, mas mesmo com todos esses “não” ele insistiu em ser meu escravo, contribuir com uma mensalidade e que eu aceitasse sua entrega. Eu compreendo que esses fetichistas, quanto mais se recusa dar o que eles esperam, mais excitados eles ficam, mais loucos e tarados, perdendo o controle e tornando-se até irracionais, então eu coloquei uma possibilidade e segue nosso pequeno diálogo.
- Escravo, seja mais claro com suas intenções, porque eu não estou compreendendo o que você quer comigo, já que não curte ser minha mulherzinha, nem ser invertido, da mesma forma eu não sou feet e nem em sonho vou fazer uma sessão de podolatria só porque você gosta, então porque quer ser meu escravo?
- Nem eu mesmo sei, Senhora, o que sei é que me dominou nas nossas conversas, seus relatos, seu caráter dominador e me sinto excitado quando me nega tocar em seus pés e quanto mais nega, mais eu desejo servi-la. Nas suas fotos e falas, sempre seus pés estão sendo exibidos e em relatos sendo adorados.
- Adorados depois de saciar uma linda bunda e ainda recebendo mimos para currar, mas posso recomendar uma mulher sádica que adora ser beijada nos pés, mas já te falo, ela já tem escravo e portanto quando ela pega um avulso é somente para saciar seu sadismo, sua crueldade e eu já presenciei as investidas da Rainha Hemera Hoetcher  com seu escravo em sessões comigo e vou ser bem franca, tem que ser masoca o suficiente para suportar, porque não há perdão com essa dominadora, ela já tem tudo, trabalha, um submisso fixo e um tesão de pé, pode ser visto em seu facebook se não acredita, mas vc já procurou bares, clubes e mulheres podolatras para sua tara?
- Senhora, eu sou extremamente tímido, recluso e bloqueado no que diz respeito a falar com uma Domme. Contigo foi diferente, não sei se é porque já é quase psicóloga, ou se sabe mesmo dominar psicologicamente, pois eu fico teclando contigo, excitado e sem saber se isso vai para o real, mas até que ponto ela é sádica, sei que não gosta mais de relatos, mas poderia falar por cima o que se trata esse sadismo, pois como já me conhece, eu sou submisso e gosto de humilhações pelo virtual, mas não sou masoquista no sentido real da palavra.
- Pois bem, ela é sádica e, portanto, o obvio é que ela gosta de muita tortura e ver nos olhos do submisso a dor, o suplício, seu sofrimento, gemidos e urros. Uma vez ela fisgou o prepúcio do pênis do escravo que estava de joelhos a sua frente com um anzol e puxava ao mesmo tempo que com seu calcanhar massacrava suas bolas no saco escrotal. Numa outra vez, ela colocou um cinto de castidade no pênis e deixou o escravo lambendo seu pé de joelhos enquanto ela dava coices em seu saco e numa outra vez ela deitou o escravo nu diante dela sentada num sofá com salto alto e com a agulha do salto, ficou esmagando e perfurando seu pênis e o escravo gozou em seus pés e ela obrigou-o a lamber tudo seus pés e sandália.
- Nossa, Senhora gozei com esses relatos, mas não aguentaria nenhum deles, quero ser seu, quero que me treine, que me ensine e me prepare para uma sessão de podolatria com uma dominadora que a Senhora escolher. Quero contribuir mensalmente com 500 reais para ser seu, obedecendo a seus comandos e me submeter a seu treinamento. Mesmo que não beije seus pés, que tesão estou sentido, ou que seja pisado por eles, quero ser seu escravo, como já sou na expectativa de que me proporcione uma sessão na sua frente com uma dominadora e pagarei para cada uma todas as despesas. A Senhora nem imagina como me domina...

Por Senhora do Castelo 4.0.

Um hotel com camareira a meu dispor.


Tenho mais uma proposta de entrega depois que assumi uma postura mais exigente perante aos meus escravos, mesmo os com pouca experiência no BDSM e limitações financeiras. Vou relatar uma oferta irrecusável de um diálogo que tive e que nomeei esse escravo de Camareira Castelo. Ele leu meu post sobre a versão Senhora do Castelo 4.0 e elogiou o modo que eu desejo as entregas e viu que mora perto de mim, deseja me servir do modo que eu desejar porque gosta de se sentir útil, gosta de se sentir cuidando de alguém, por meio da servidão.... Trabalha em um negócio da família sem remuneração e não tem carro, mas oferece um quarto de seu Hotel para eu usar e fazer nossas sessões, ele é totalmente passivo. Fiz uma proposta de fazermos uma sessão com minha escrava sissy, porque ela paga todas as minhas despesas com a viagem. Recortei parte do nosso diálogo para dar maior veracidade do que relato agora. Eu início falando da Sissy para o escravo:
- Escravo, vou colocar minhas regras e minhas exigências para que tudo saia como eu desejo. Minha sissy tem pouca disponibilidade de tempo para visitar-me, dessa forma nosso encontro será durante a semana. Ou propor que ele venha me pegar e ele vai fazer o depósito para meu uso pessoal, cabeleireira, pés e mãos e o que eu precisar e você vai cobrir todas as despesas da hotelaria, incluindo alimentação e você será a camareira nesse dia. Entendeu?
– Sim Senhora, eu serei a camareira e depois eu ficarei dentro do quarto para atender as suas necessidades e o que me mandar. Uma das dificuldades que vou contornar é em relação ao pessoal do Hotel, afinal eu sou o dono juntamente com minha família e com certeza todos iriam ficar sabendo que eu vou atender uma pessoa muito ilustre e colocarei o melhor quarto para a Senhora e a sua sissy, mas isto não é problema, jamais diriam algo a Senhora e quanto a mim já está na hora de fazer o que quero quando quero, sem precisar ficar dando satisfação a eles, minha senhora, já estou ficando muito excitado com essa proposta minha Rainha.

- Escravo insolente, como ousa questionar o que determino? Está ficando excitado você disse? Pois é, não gosto nem um pouco de pau duro perto de mim, por isso já te comunico que vai usar um dos mais duros e dolorido castrador mecânico, ele é como um cinto de castidade, mas tem uma trava que penetra na uretra e jamais ficará demonstrando sua excitação. Respondendo a sua pergunta eu vou ver se dá para passar o final de semana aí e nem pense em retirar o castrador mecânico.
- Nossa, que bom seria isso. A minha Rainha pode usar o que desejar, como vibradores e strap-on para fazer o papel ativo. A minha Rainha precisa de outra pessoa para me comer? Ou não é este o problema? E se precisar de mais alguém eu não faço nenhuma objeção. O que a Rainha deseja?
- Eu desejo sua total submissão, sua lealdade, seu quarto completamente adequado para uma Rainha e vou fazer a cena com minha sissy, meu escravo de Minas. Quero alguém para fazer a cena comigo e usarei vc escravo. Imagina você me recebendo e levando nós dois ao quarto levando as malas, sendo minha camareira e com o pau preso...
- Ah certo Rainha, aceito sim e nem posso me dar ao luxo de discordar ne nada, como sou um reles serviçal, sem dinheiro necessário para satisfazer tudo que necessita e merece, como essa viagem... só posso agradecer e servi-la como dona, Rainha Suprema e gosto muito de poder fazer isto aqui no meu Hotel. Como disse, reservarei quando desejar o melhor quarto do Hotel caso esteja disposta vir Rainha a qualquer hora, somente reserve e nada pagará. Sofro por não poder fazer mais que isto, mas realmente gosto muito da idéia de ser escravizado pela Senhora, seria um dos meus maiores desejos a ser realizado, fazer o que deseja e adoro cena de inversão, se for viável, sendo usado pela maior inversora do Brasil, ainda mais sendo tratado como mulherzinha ou camareira como mandou. Tenho certeza que não irei lhe decepcionar de modo algum Rainha. Seu escravo Sissy poderá pagar para que ele e a Senhora possam vir até o meu Hotel, mas eu darei tudo de melhor quando estiverem aqui e para a sissy da mesma forma, áleas, estendo meus serviços para quem a senhora desejar e fazer.
– Escravo, eu já disse que ele banca todas as minhas despesas e você oferece toda a estadia de graça para nós, vou agendar a viagem então, se eu gostar ficaremos todo final de semana. Mais para frente combinaremos. Compreendeu o seu papel ser escravo?
– Sim, claro, essa oferta é permanente para a Senhora do Castelo, sempre e irei fazer todo o possível pra funcionar como deseja Rainha e já irei me preparando para isto, neste meio tempo vamos conversando e nos conhecendo, caso deseje, posso conversar com sua sissy pra que ela confie em mim tbm. Rainha aguardo seu retorno à noite, lhe envio mensagem assim que a Senhora ordenar novamente, espero que tudo aconteça a contento. Seu escravo camareira de Hotel.

Por Senhora do Castelo 4.0.

Os frutos da minha nova versão de dominadora 4.0


Quero avisar nessa postagem que todos que estão acostumados a lerem relatos reais entre mim e meus escravos ou relatos entre mim com Dom e Dommes dominando escravos terão uma novidade não tão boa, porque a partir de agora eu não vou mais postar tais relatos e, portanto, não terão mais oportunidade de ler o que faço, parei de relatar.
Certamente ficarão desejosos de mais e mais, só que o que percebi é que isso não é mais produtivo. Por outro lado, os que leram e ficaram com desejos para participar, terão uma só saída, que é partir para a prática, isto é, serão os protagonistas dos encontros e cenas.
A partir de agora, meus relatos serão apenas agradecimentos a cada um que está contribuindo de alguma forma para que meu Castelo se mantenha e semanalmente eu estarei prestando conta.
Nessa postagem quero agradecer sem citar nomes a 4 escravos que reconhecem seus lugares debaixo de meus pés e mensalmente concordaram em pagam uma mensalidade somente por serem meus escravos.
Além desses mensalistas, também tenho os que preferem contribuir com presentes relacionados ao BDSM. Um deles já me comprou eletrochoque para pênis e testículos, cinto de castidade e mais dois instrumentos de torturas. Outro prefere me embelezar e por isso me comprou 2 pares de sapatos lindos e deu-me dinheiro em espécie para eu comprar os acessórios que eu desejava para combinar com tais sapatos. Enfim, desses que preferem dar roupas e assessórios ao todo são 8 e mensalmente sou agraciada com tais mimos, sem que eu peça, mas que eles percebem minha necessidade.
Todos já leram que eu tenho um secretário que me ajuda nesse blog, mas além dele tenho outros dois escravos intelectuais que me auxiliam nos meus trabalhos acadêmicos semanalmente realizando a parte de correção e formatação das minhas pesquisas, um outro que é professor, vai mais longe, faz resumos e pesquisas programadas por mim, enfim, desse tipo de escravo eu posso contabilizar 4 com formação acadêmica.
Como podem observar, estou mudada. Ainda falta muito, por exemplo, os valores das mensalidades precisam ser revistos e o número de escravos domésticos está no zero. Quem se habilitar a tais serviços domésticos necessitam morar perto daqui e ser livre pelo menos uma vez por semana para eu dominar e supervisionar os trabalhos com uma chibata na mão. Alguém se habilita a esse ou outros tipos de entregas?

Por Senhora do Castelo, versão 4.0.